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Proposta em foco
Projeto de Resolução 1079Aprovada
Suspensão do prazo de funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
Resolução da AR (Publicação DR)
Estado oficial
Aprovada
Apresentacao
18/06/2026
Votacao
19/06/2026
Resultado
Aprovado
Linha temporal
Progressão legislativa
Entrada
Proposta registada na legislatura
Admissão
Iniciativa admitida à apreciação
Comissão
Em análise de comissão
Debate
Apreciação legislativa e alterações
Votação
Votação em 19/06/2026
Publicação
Publicada no Diário da República
Votação
Leitura por partido
1 registo(s)
Votação Deliberação
Aprovado
19/06/2026
Aprovado / unânime
Votação unânime.
Texto consolidado
Leitura de publicação
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1079/XVII/1.ª (PAR)
Suspensão do prazo de funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
A Comissão Parlamentar de Inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica, IP, solicitou, nos termos do artigo 11.º do Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares, aprovado pela Lei n.º 5/93, de 1 de março, conjugado com o n.º 2 do artigo 49.º do Regimento da Assembleia da República, a suspensão do prazo de funcionamento desta Comissão, entre os dias 19 de junho e 7 de setembro de 2026, em virtude da necessidade de aguardar a receção de documentação previamente solicitada, bem como de proceder à convocação para a audição de depoentes.
Assim, apresento à Assembleia da República o seguinte projeto de resolução:
«A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, suspender a contagem do prazo de funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica, IP, entre os dias 19 de junho e 7 de setembro de 2026.»
Palácio de São Bento, 18 de junho de 2026.
O Presidente da Assembleia da República,
José Pedro Aguiar-Branco
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Votação Deliberação — DAR I série — 50-50 - 20/06/2026
I SÉRIE — NÚMERO 105
Os Srs. Deputados Rodrigo Alves Taxa, do CH, Rui Tavares, do L, Carlos Barbosa, Francisco Gomes e Eliseu Neves, do CH, Rui Rocha, da IL, Jorge Pinto, Patrícia Gonçalves, Isabel Mendes Lopes e Paulo Muacho, do L, e Germana Rocha, do PSD, indicaram à Mesa que não se conseguiram registar.
Pausa. A Sr.ª Deputada Madalena Cordeiro, do Chega, também não se conseguiu registar. Pausa. Terminada a verificação do quórum, estão registados 198 Sr.as e Srs. Deputados, que, julgo, é igual ao
número que tínhamos antes. Portanto, estamos em condições de proceder às votações, para as quais pedia a atenção das Sr.as e Srs. Deputados.
Começamos com a votação da parte deliberativa do Projeto de Voto n.º 620/XVII/1.ª (apresentado pela Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão) — De saudação pelo centenário da Santa Casa da Misericórdia da Murtosa.
Submetida à votação, foi aprovada por unanimidade. Segue-se a votação da parte deliberativa do Projeto de Voto n.º 622/XVII/1.ª (apresentado pelo PAR) — De
congratulação pelos resultados da delegação portuguesa no Campeonato Europeu de Canoagem. Submetida à votação, foi aprovada por unanimidade. Passamos à votação do Projeto de Resolução n.º 1069/XVII/1.ª (PAR) — Deslocação do Presidente da
República a Miami. Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade. Votamos agora o Projeto de Resolução n.º 1079/XVII/1.ª (PAR) — Suspensão do prazo de funcionamento
da Comissão Parlamentar de Inquérito ao Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade. A Sr.ª Deputada Paula Santos pede a palavra para que efeito? A Sr.ª Paula Santos (PCP): — Sr. Presidente, é uma interpelação à Mesa sobre a condução dos trabalhos. O Sr. Presidente: — Tem a palavra, Sr.ª Deputada. A Sr.ª Paula Santos (PCP): — Sr. Presidente, sobre a proposta de lei do Governo do pacote laboral, que se
vai votar agora de seguida, como consta do guião, ainda está a decorrer o seu processo de apreciação pública, que, aliás, decorre até ao dia 2 de julho.
É um processo que está previsto na legislação e, portanto, o entendimento que temos é o de que a Assembleia da República deve, obrigatoriamente, respeitar este processo. A apreciação pública não é um faz de conta; tem de ser, de facto, para levar a sério os contributos dos trabalhadores e das organizações representativas dos trabalhadores.
Protestos do PSD e da IL. Vozes do PSD e da IL: — Especialidade!
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