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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 264/XIV/1ª
RECOMENDA A MODERNIZAÇÃO DA REDE DE MONITORIZAÇÃO DA
QUALIDADE DO AR
A poluição atmosférica afeta a qualidade do ar e constitui um risco para a saúde pública
– nomeadamente respiratória e cardiovascular –, para os ecossistemas e para o planeta.
Em ambientes urbanos, as partículas finas e ultrafinas libertadas por motores de
combustão, nomeadamente de carros e navios, são um grande foco de poluição e de
risco. Algumas unidades industriais constituem igualmente focos de poluição. O correto
e atempado conhecimento da qualidade do ar e a identificação dos focos relevantes de
poluição é essencial para a implementação e concretização de políticas estratégicas para
a diminuição da poluição atmosférica. É ainda fulcral para a saúde pública em caso de
picos de poluição e poluição continuada.
O governo anunciou uma modernização da rede de monitorização da qualidade do ar
que deveria ter ficado concluída em 2017 e a Comissão Europeia ameaça levar o Estado
Português a tribunal por não cumprimento das suas obrigações relativas à qualidade do
ar e poluição atmosférica.
Em dezembro de 2016, o então Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins,
anunciou a necessidade de modernizar a rede de monitorização da qualidade do ar.
Anunciou que a rede estaria concluída até ao final de 2017. O investimento estimado era
de 3,5 a 4 milhões de euros, e cerca de um milhão de euros seria transferido do Fundo
Ambiental como contrapartida nacional do investimento. A intervenção iria centrar-se
em 60 a 70 estações do total das 80 da rede principal. A restante verba seria obtida
pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional com as contrapartidas aos
fundos regionais.
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O Secretário de Estado argumentou que essa modernização era essencial para ter "dados
que nos permitam ter políticas mais consistentes no que há a fazer" na qualidade do ar e
que “há um conjunto significativo de equipamentos que já evidenciam muitos
problemas”.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera a qualidade do ar e a poluição
atmosférica questões centrais à saúde pública e ao ambiente. Considera igualmente que
a monitorização da qualidade do ar é uma fonte de informação indispensável à
constituição de uma resposta adequada ao problema, para o mitigar e para a proteger as
populações e o ecossistema. Por isso mesmo, nesta legislatura, questionou quatro vezes,
oralmente e por escrito, o Governo sobre a falta de concretização da modernização
anunciada. A Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, na Audição
Regimental da Comissão Parlamentar de Ambiente, Energia e Ordenamento do
Território ocorrida a 19 de fevereiro de 2020, respondeu referindo um investimento de
400 mil euros para o corrente ano. Referiu-se ainda à “app” para telemóvel criada. No
entanto, não se referiu à modernização anunciada pelo seu antecessor no cargo.
A vasta modernização da rede de monitorização da qualidade do ar anunciada para
2017 era, e continua a ser, essencial para a definição de políticas globais para o sector,
para o ambiente e para a saúde pública. A mudança dos riscos no território justifica
igualmente uma avaliação e a instalação de novas estações de monitorização,
nomeadamente em locais estratégicos para monitorizar os impactos de complexos
industriais pesados e terminais de navios de cruzeiro e outros.
A 12 de fevereiro de 2020, a Comissão Europeia anunciou que iria enviar um parecer
fundamentado a Portugal por não cumprimento das suas obrigações em matéria de
qualidade do ar. O parecer fundamentado é o segundo e último passo de um processo de
infração a um Estado-membro por incumprimento da legislação comunitária antes do
recurso ao Tribunal de Justiça da União Europeia. A Comissão Europeia deu assim um
prazo de dois meses a Portugal para aplicar efetivamente a legislação e garantir a
proteção da população dos riscos da poluição atmosférica.
A Comissão Europeia insta o Estado Português “a proteger a população contra a poluição
atmosférica” e considera que “o sistema nacional deve, com fiabilidade, medir, informar
o público e comunicar a gravidade da poluição atmosférica. Os valores-limite relativos
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ao dióxido de azoto (NO 2) são ultrapassados em várias zonas, ao passo que os dados
disponíveis mostram a ineficácia das medidas tomadas para reduzir a poluição
atmosférica”. Acrescentou ainda que “Portugal dispõe de dois meses para responder e
tomar as medidas necessárias para estabelecer o bom funcionamento do sistema de
controlo da poluição atmosférica. Se Portugal não atuar no prazo de dois meses, a
Comissão pode decidir submeter o caso ao Tribunal de Justiça da União Europeia”.
Independentemente de capacidade do Estado Português responder a este parecer
fundamentado, o mesmo mostra que há questões que podem ser melhoradas nas
políticas relativas à qualidade do ar no país.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda apresenta este projeto de resolução para
que a rede de estações de monitorização da qualidade do ar seja modernizada, adaptada
e acrescentada de forma a responder aos riscos - prevalecentes e novos – como
complexos de indústria pesada e terminais de navios de cruzeiro e outros. E que a esta
operação corresponda informação que permita planear e executar políticas estratégicas
para reduzia a qualidade do ar.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar
do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:
1. Modernize a rede de estações de monitorização da qualidade do ar no sentido da
melhoria do seu funcionamento, da cobertura dos riscos e da obtenção de
informação necessária para planear e executar políticas públicas estratégicas para a
redução da poluição atmosférica;
2. Avalie os locais de colocação de novas estações de monitorização da qualidade do ar,
nomeadamente junto a complexos de indústria pesada e terminais de navios de
cruzeiro e outros.
Assembleia da República, 21 de fevereiro de 2020.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
Nelson Peralta; Pedro Filipe Soares; Mariana Mortágua; Jorge Costa; Alexandra Vieira;
Beatriz Dias; Fabíola Cardoso; Isabel Pires; Joana Mortágua; João Vasconcelos;
José Manuel Pureza; José Maria Cardoso; José Soeiro; Luís Monteiro;
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Maria Manuel Rola; Moisés Ferreira; Ricardo Vicente; Sandra Cunha; Catarina Martins
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Publicação — DAR II série A — 43-44 — 21/02/2020
21 DE FEVEREIRO DE 2020
Face ao exposto e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o deputado único do
CHEGA propõe que a Assembleia da República, reunida em plenário, recomende ao Governo que:
– Proceda a uma clarificação da Lei n.º 66/2015 relativamente ao que compreende, como sendo um serviço
efetivamente prestado por uma entidade bancária a um cliente;
– Ao proceder à clarificação da lei supracitada, determine a não cobrança de qualquer taxa ou comissão na
totalidade dos serviços prestados pela aplicação MB WAY, ou quaisquer outras semelhantes, incluindo e em
especial, as transferências bancárias;
– Determine que o regulador do sector bancário, o Banco de Portugal, defina valores mínimos e máximos a
cobrar pela prestação de determinados serviços, definindo um limite para as subidas das comissões, em
especial nos produtos bancários imprescindíveis para os consumidores.
Assembleia da República, 18 de fevereiro de 2020.
O Deputado do CH, André Ventura.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 264/XIV/1.ª
RECOMENDA A MODERNIZAÇÃO DA REDE DE MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DO AR
A poluição atmosférica afeta a qualidade do ar e constitui um risco para a saúde pública – nomeadamente
respiratória e cardiovascular –, para os ecossistemas e para o planeta. Em ambientes urbanos, as partículas
finas e ultrafinas libertadas por motores de combustão, nomeadamente de carros e navios, são um grande
foco de poluição e de risco. Algumas unidades industriais constituem igualmente focos de poluição. O correto
e atempado conhecimento da qualidade do ar e a identificação dos focos relevantes de poluição é essencial
para a implementação e concretização de políticas estratégicas para a diminuição da poluição atmosférica. É
ainda fulcral para a saúde pública em caso de picos de poluição e poluição continuada.
O governo anunciou uma modernização da rede de monitorização da qualidade do ar que deveria ter ficado
concluída em 2017 e a Comissão Europeia ameaça levar o Estado Português a tribunal por não cumprimento
das suas obrigações relativas à qualidade do ar e poluição atmosférica.
Em dezembro de 2016, o então Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, anunciou a necessidade
de modernizar a rede de monitorização da qualidade do ar. Anunciou que a rede estaria concluída até ao final
de 2017. O investimento estimado era de 3,5 a 4 milhões de euros, e cerca de um milhão de euros seria
transferido do Fundo Ambiental como contrapartida nacional do investimento. A intervenção iria centrar-se em
60 a 70 estações do total das 80 da rede principal. A restante verba seria obtida pelas Comissões de
Coordenação e Desenvolvimento Regional com as contrapartidas aos fundos regionais.
O Secretário de Estado argumentou que essa modernização era essencial para ter «dados que nos
permitam ter políticas mais consistentes no que há a fazer» na qualidade do ar e que «há um conjunto
significativo de equipamentos que já evidenciam muitos problemas».
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda considera a qualidade do ar e a poluição atmosférica questões
centrais à saúde pública e ao ambiente. Considera igualmente que a monitorização da qualidade do ar é uma
fonte de informação indispensável à constituição de uma resposta adequada ao problema, para o mitigar e
para a proteger as populações e o ecossistema. Por isso mesmo, nesta legislatura, questionou quatro vezes,
oralmente e por escrito, o Governo sobre a falta de concretização da modernização anunciada. A Secretária
de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, na Audição Regimental da Comissão Parlamentar de
Ambiente, Energia e Ordenamento do Território ocorrida a 19 de fevereiro de 2020, respondeu referindo um
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Votação na generalidade — DAR I série — 51-51 — 06/06/2020
6 DE JUNHO DE 2020
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do BE, do PCP, do PAN, do PEV
e da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e abstenções do PSD, do CDS-PP, do CH e do IL.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 305/XIV/1.ª (PEV) — Privilegiar a política dos 3
«R» em detrimento das soluções de fim de linha.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do IL e da
Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, votos contra do PS e abstenções do CDS-PP e do CH.
A iniciativa que acabámos de votar baixa à 11.ª Comissão.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 319/XIV/1.ª (PCP) — Reforço da
informação, inspeção e monitorização das atividades de gestão de resíduos e condicionamento da deposição
de resíduos em aterro.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS e do PSD, votos a favor do BE, do PCP, do PAN,
do PEV, do IL e da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e abstenções do CDS-PP e do CH.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 431/XIV/1.ª (PS) — Recomenda ao Governo que
assegure a qualidade de serviço dos aterros em Portugal.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, do PAN, do PEV e do CH e
abstenções do PSD, do CDS-PP, do IL e da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.
Este projeto de resolução que acabámos de votar baixa, assim, à 11.ª Comissão.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 463/XIV/1.ª (PSD) — Recomenda ao
Governo que promova uma ampla avaliação aos sistemas de gestão de resíduos urbanos em todo o País, com
vista a corrigir as inconformidades que comprometem e poderão comprometer a eficiência do setor e a qualidade
de vida das populações.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PAN, do
PEV, do CH e do IL, votos contra do PS e a abstenção da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.
A iniciativa baixa à 11.ª Comissão.
Votamos agora o Projeto de Resolução n.º 496/XIV/1.ª (N insc.) — Plano de ação para a redução drástica de
resíduos.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CDS-PP, do CH e do IL, votos a
favor do BE, do PAN e da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e abstenções do PCP e do PEV.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 264/XIV/1.ª (BE) — Recomenda a
modernização da rede de monitorização da qualidade do ar.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
A iniciativa baixa à 11.ª Comissão.
Votamos agora, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 287/XIV/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo
a adoção de medidas para a melhoria da qualidade do ar a nível nacional.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PAN, do
PEV, do CH, do IL e da Deputada não inscrita Joacine Katar Moreira e votos contra do PS.
A iniciativa baixa igualmente à 11.ª Comissão.
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Votação final global — DAR I série — 97-97 — 27/06/2020
27 DE JUNHO DE 2020
Passamos à votação do Projeto de Resolução n.º 467/XIV/1.ª (BE) — Apoio às organizações não
governamentais de cariz ambiental no âmbito da crise COVID-19.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CDS-PP, do CH e do IL e votos a
favor do BE, do PCP, do PAN, do PEV e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira.
Vamos proceder à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Orçamento e Finanças,
relativo ao Projeto de Lei n.º 350/XIV/1.ª (PCP) — Estabelece medidas fiscais de apoio às micro, pequenas e
médias empresas.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PAN, do
PEV, do CH, do IL e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e votos contra do
PS.
Também em votação final global, vamos votar o texto final, apresentado pela Comissão de Saúde, relativo
ao Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, que altera as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia
da doença COVID-19, retificado pela Declaração de Retificação n.º 18-C/2020, de 5 de maio, da Presidência do
Conselho de Ministros [Apreciações Parlamentares n.os 12/XIV/1.ª (BE), 13/XIV/1.ª (PCP) e 20/XIV/1.ª (PSD)].
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PAN, do
PEV, do CH, do IL, das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e dos Deputados
do PS Ascenso Simões e Maria Antónia de Almeida Santos e votos contra do PS.
A Sr.ª Joana Lima (PS): — Sr. Presidente, peço a palavra.
O Sr. Presidente (António Filipe): — Para que efeito, Sr.ª Deputada?
A Sr.ª Joana Lima (PS): — Sr. Presidente, é para anunciar à Câmara que o Grupo Parlamentar do Partido
Socialista irá apresentar uma declaração de voto sobre esta votação.
O Sr. Presidente (António Filipe): — Fica registado, Sr.ª Deputada.
Segue-se a votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Ambiente, Energia e
Ordenamento do Território, relativo aos Projetos de Resolução n.os 264/XIV/1.ª (BE) — Recomenda a
modernização da rede de monitorização da qualidade do ar, 287/XIV/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo a
adoção de medidas para a melhoria da qualidade do ar a nível nacional, 320/XIV/1.ª (PCP) — Reforço da
informação, monitorização e caraterização da qualidade do ar ambiente em Portugal, 410/XIV/1.ª (PSD) —
Recomenda ao Governo a revisão e modernização da rede de estações e subestações de monitorização da
qualidade do ar em Portugal e a elaboração e implementação dos Planos de Melhoria da Qualidade do Ar
previstos na Estratégia Nacional para a Qualidade do Ar, bem como a elaboração de um plano anual de
mitigação dos impactos causados pela poluição atmosférica com vista a garantir a melhoria da qualidade do ar
em todo o território nacional e 474/XIV/1.ª (PS) — Recomenda ao Governo que promova a melhoria da qualidade
do ar em Portugal.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos agora à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Agricultura e Mar,
relativo aos Projetos de Resolução n.os 41/XIV/1.ª (BE) — Salvar as matas litorais: compromissos de curto e
longo prazo, 42/XIV/1.ª (PEV) — Pela defesa do pinhal de Leiria, 43/XIV/1.ª (PSD) — Recomenda ao Governo
o cumprimento de critérios de silvicultura no âmbito do Plano de Recuperação da Mata Nacional de Leiria e
49/XIV/1.ª (PCP) — Recuperação, acompanhamento e monitorização da valorização da Mata Nacional de Leiria.
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