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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 168/XIV/1ª
MORATÓRIA À VENDA OU CESSÃO DE PATRIMÓNIO DO ESTADO EM
CIDADES EM CARÊNCIA HABITACIONAL
O documento do Governo intitulado “Nova Geração de Políticas de Habitação” , que dá
corpo à estratégia do Governo para esta área, define, entre outros objetivos, o de
“aumentar o peso da habitação com apoio público na globalidade do parque
habitacional de 2% para 5%, o que representa um acréscimo de cerca de 170.000
fogos” no prazo de oito anos (2026). Esse objetivo não tem sido cumprido e os dois
programas para resposta a carências habitacionais estão com atrasos significativos.
Para alcançar a disponibilização deste número de fogos na data prevista, o Estado
teria de disponibilizar cerca de 28.000 fogos por ano entre 2020 e 2026.
O 1º direito é um programa que visa dar resposta às cerca de 26.000 carências
habitacionais ou situações de habitação indigna identificados em 2017. Este relatório,
publicado no início de 2018, encontra-se bastante desatualizado face à realidade do
mercado habitacional e da especulação imobiliária. Em 2019, o Governo atribuiu a
este programa um orçamento de 40 milhões de euros. As estratégias locais de
habitação (ELH), condição de acesso ao financiamento pelos municípios, encontram-
se extremamente atrasadas e o Governo já admitiu a necessidade de revisão em baixa
dos valores previstos para 2019 e 2020 pelo atraso do programa. Este programa tem
data de execução até 25 de abril de 2024 com orçamento plurianual de 700 milhões
de euros inscritos em orçamento de Estado, para uma previsão de 1700 milhões de
investimento.
Já o Programa de Arrendamento Acessível lançado em julho deste ano tem tido muito
pouca adesão, o que não se coaduna com a urgência habitacional vivida, nem responde
à necessidade de parque habitacional público identificada.
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A Direção Geral de Tesouro e Finanças (DGTF) publicou em 2016 o seu último
relatório, identificando o edificado devoluto que poderia estar afeto para habitação.
Embora o levantamento fosse ainda incompleto, nessa data, 4.756 imóveis do Estado
ou afetos à sua utilização estavam desocupados ou parcialmente desocupados. O
relatório identificava então a existência de 23 679 edifícios. Em 2016 venderam-se
108 milhões em edificado do Estado. Já relativamente a 2017, 2018 e 2019 nenhum
dado foi publicado.
A transferência do edificado que não se encontra em uso ou no domínio público do
Estado para a Direção Geral do Tesouro e Finanças tem conduzido a numerosas
operações de alienação. Em Lisboa, um protocolo com a Segurança Social possibilitou
a disponibilização desse edificado para suprir necessidades habitacionais, mas o
mesmo não se verifica no resto do país, apesar da evidente necessidade. No Porto, a
venda do Lar das Fontainhas por 9 milhões de euros, quando o valor de auditoria
apontava para cerca de 3 milhões de euros, demonstra igualmente a tendência do
Governo para aprofundar a especulação imobiliária. Este caso concreto revelou a
participação numa operação especulativa e a ausência de vontade de estabelecer um
uso público para aquele edifício, nomeadamente em parceria com a autarquia, mas
ainda a desconsideração, por parte do Estado Central, do alegado interesse do
município portuense em adquirir o imóvel pelo valor estabelecido pela auditoria, que
era de 3 milhões, o que permitiria manter aquele património ao serviço de uma
resposta pública.
Ao contrário, um terreno que foi contratualizado entre a Ex-Refer e o El Corte Inglés
por cerca de 20 milhões ao lado da Casa da Música mantém o mesmo valor acordado
em 2000, penalizando o Estado quer na possibilidade de construção de habitação
naquele terreno, quer na possibilidade da cidade poder aceder a ele para responder a
outras necessidades mais em linha com as carências que se sentem.
Surpreendentemente este contrato foi renovado com cláusulas ainda mais lesivas para
o Estado em 2018. Esta é também outra forma de potenciar a especulação, deixar
terrenos expectantes à mercê de privados durante décadas.
Também em setembro, o governo publicou um despacho sinalizando para
rentabilização um conjunto de edificado sob a tutela do Ministério da Defesa. Só no
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Porto existem 3 edifícios que poderiam responder a necessidades habitacionais, em
Lisboa são muitos mais.
O Governo deve recensear o património com potencial de resposta a carências
habitacionais e transferi-lo, para esse efeito, para a tutela do Ministério da Habitação,
nomeadamente o já referido património do Ministério da Defesa. Deve igualmente
privilegiar o diálogo com os municípios em qualquer caso de venda, cessão ou
rentabilização de património público, atribuindo àqueles o direito de pronúncia e uso
do edificado para bens de interesse público da cidade.
Estas propostas, vão também em linha com o definido na Lei de Bases da Habitação,
que determina que a alienação do património público fica condicionada à existência
de património habitacional público suficiente face às necessidades habitacionais
presentes ou previstas. Assim, esta condicionalidade deve aplicar-se em diversas
cidades do país. Ao não respeitá-la, o Governo está na prática a atropelar a nova Lei de
Bases.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar
do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:
1. Suspenda a venda de património do Estado com vocação habitacional em cidades
com carência habitacional identificada no levantamento realizado pelo IHRU.
2. Identifique todos os edifícios que, como património do Estado, possam ser
mobilizados para a resposta a necessidades habitacionais e os coloque sob a tutela do
Ministério da Habitação e Infraestruturas.
3. Inscreva no regime do património imobiliário público que aos municípios e
regiões autónomas deve ser consagrado o direito a pronúncia sobre a compra de
património do estado quando definido o valor base de auditoria, sempre que decorra
um processo de alienação e em momento anterior à publicitação ao mercado.
4. Atualize anualmente, ao abrigo do artigo 114º do Decreto-Lei nº 280/2007, de 7 de
agosto, os relatórios do Edificado do Sistema de Informação dos Imoveis do Estado da
Direção Geral do Tesouro e Finanças, retomando a sua publicação no sítio da Internet.
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Assembleia da República, 12 de dezembro de 2019.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
Maria Manuel Rola; Pedro Filipe Soares; Mariana Mortágua; Jorge Costa;
Alexandra Vieira; Beatriz Dias; Fabíola Cardoso; Isabel Pires; Joana Mortágua;
João Vasconcelos; José Manuel Pureza; José Maria Cardoso; José Soeiro; Luís Monteiro;
Moisés Ferreira; Nelson Peralta; Ricardo Vicente; Sandra Cunha; Catarina Martins
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Publicação — DAR II série A — 18-20 — 13/12/2019
II SÉRIE-A — NÚMERO 29
1 – Promova a revisão da Convenção de Albufeira, durante o ano de 2020, conforme definido na
Resolução da Assembleia da República n.º 63/2019.
2 – Promova o estudo das perdas ambientais, económicas, sociais decorrentes do último episódio ocorrido
na Barragem de Cedillo com vista a uma compensação e reposição do nível ecológico do rio e do seu
ecossistema, e para ressarcimento das atividades económicas locais prejudicadas.
3 – Reforce a nível nacional:
a) os mecanismos de divulgação às populações e entidades de informação relevante sobre a gestão da
região hidrográfica, como a ocorrida este ano hidrológico;
b) a rede de monitorização hidrometeorológica e da acessibilidade dos resultados obtidos, tanto na análise
quantitativa, como qualitativa dos recursos hídricos;
c) os meios das entidades com competências nesta área, nomeadamente, Agência Portuguesa do
Ambiente, Inspeção-Geral do Ambiente, Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e ainda o ramo
ambiental da GNR para resposta às crescentes solicitações para intervenção na Gestão Hídrica, mas também
na monitorização e fiscalização.
4 – Implemente mecanismos de responsabilização e penalização, aplicáveis também às empresas
concessionárias, em caso de incumprimento e sobre os prejuízos provocados a nível socioeconómico e
ambiental.
5 – No âmbito da resposta às alterações climáticas, dar prioridade a mecanismos de adequação dos usos
do solo aos recursos hídricos disponíveis, acautelar caudais mínimos diários ecológicos e sua distribuição
integral pelo ano hidrológico.
Assembleia da República, 12 de dezembro de 2019.
As Deputadas e os Deputados do BE: Fabíola Cardoso — Maria Manuel Rola — Nelson Peralta — Pedro
Filipe Soares — Mariana Mortágua — Jorge Costa — Alexandra Vieira — Beatriz Gomes Dias — Isabel Pires
— Joana Mortágua — João Vasconcelos — José Manuel Pureza — José Maria Cardoso — José Moura Soeiro
— Luís Monteiro — Moisés Ferreira — Ricardo Vicente — Sandra Cunha — Catarina Martins.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 168/XIV/1.ª
MORATÓRIA À VENDA OU CESSÃO DE PATRIMÓNIO DO ESTADO EM CIDADES EM CARÊNCIA
HABITACIONAL
O documento do Governo intitulado Nova Geração de Políticas de Habitação, que dá corpo à estratégia do
Governo para esta área, define, entre outros objetivos, o de «aumentar o peso da habitação com apoio público
na globalidade do parque habitacional de 2% para 5%, o que representa um acréscimo de cerca de 170 000
fogos» no prazo de oito anos (2026). Esse objetivo não tem sido cumprido e os dois programas para resposta
a carências habitacionais estão com atrasos significativos. Para alcançar a disponibilização deste número de
fogos na data prevista, o Estado teria de disponibilizar cerca de 28 000 fogos por ano entre 2020 e 2026.
O 1.º direito é um programa que visa dar resposta às cerca de 26 000 carências habitacionais ou situações
de habitação indigna identificados em 2017. Este relatório, publicado no início de 2018, encontra-se bastante
desatualizado face à realidade do mercado habitacional e da especulação imobiliária. Em 2019, o Governo
atribuiu a este programa um orçamento de 40 milhões de euros. As estratégias locais de habitação (ELH),
condição de acesso ao financiamento pelos municípios, encontram-se extremamente atrasadas e o Governo já
admitiu a necessidade de revisão em baixa dos valores previstos para 2019 e 2020 pelo atraso do programa.
Este programa tem data de execução até 25 de abril de 2024 com orçamento plurianual de 700 milhões de
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Publicação — DAR II série A — 29-33 — 21/07/2020
21 DE JULHO DE 2020
município. Na única ronda de discussão, começou por participar a Sr.ª Deputada Filipa Roseta (PSD), assinalando
não poder haver política de habitação enquanto não existir uma lista por concelho que identifique as propriedades devolutas do Estado, sendo fundamental o Governo divulgar o resultado do levantamento das mesmas. No que respeita ao Projeto de Resolução n.º 230/XIV/1.ª (PCP), foi dito pela Sr.ª Deputada Filipa Roseta concordar, em geral, com o mesmo, tendo assinalado ser essencial abordar ainda a questão do fundo nacional à reabilitação do edificado. Quanto ao Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª (BE), a Sr.ª Deputada Filipa Roseta revelou algumas reservas do Grupo Parlamentar do PSD quando à proibição de alienação do património público pelos concelhos.
Dada a palavra à Sr.ª Deputada Marina Gonçalves (PS) foi pela mesma manifestada a concordância, em geral, com os objetivos das iniciativas apresentadas, tendo a mesma frisado a necessidade de priorizar a habitação e o parque habitacional público.
Pelo Sr. Deputado João Gonçalves Pereira (CDS-PP) foi dito não existirem quaisquer reservas quanto ao Projeto de Resolução n.º 230/XIV/1.ª (PCP). Por sua vez, no tocante ao Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª (BE), após terem sido sugeridas algumas alterações de redação, foi pelo Sr. Deputado analisada cada uma das medidas apresentas na iniciativa, tendo sido manifestadas reservas quanto à inscrição no património imobiliário público da necessidade de parecer quanto a alienação ou cessão de direitos e quanto à inscrição do Direito de Preferência das Câmaras Municipais e Regiões Autónomas no edificado público, pelo valor auditado e sem possibilidade de revenda.
Refira-se que, apesar das considerações feitas por cada um dos grupos parlamentares em relação ao concreto teor dos projetos de resolução em discussão, todos os grupos parlamentares manifestaram estar de acordo com as iniciativas apresentadas, enfatizando a necessidade de encontrar uma resposta para as questões suscitadas pelas iniciativas.
No uso da palavra, o Sr. Deputado Bruno Dias (PCP) passou ao encerramento da discussão sobre o Projeto de Resolução n.º 230/XIV/1.ª, agradecendo os contributos de todos os intervenientes e chamando a atenção para a necessidade de o Governo divulgar, ainda que incompleta, a lista do património no domínio do Estado.
Por fim, foi dada a palavra à Sr.ª Deputada Maria Manuel Rola (BE) para encerramento da discussão do Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª (BE), a qual, após agradecer os contributos dados, chamou a atenção para a falta de cumprimento da legislação no que concerne à obrigação de levantamento e disponibilização dos relatórios do edificado pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, assinando ainda a necessidade de proceder ao levantamento dos imóveis do Estado com capacidade habitacional, de modo a poder ser dada resposta às carências habitacionais de algumas cidades.
6 – Realizada a sua discussão, remete-se esta informação a Sua Excelência o Presidente da Assembleia
da República, nos termos e para os efeitos do n.º 1 do artigo 128.º do Regimento da Assembleia da República. Assembleia da República, 15 de julho de 2020.
O Vice-Presidente da Comissão, Pedro Coimbra.
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Substituições do texto inicial do Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª a pedido do autor
(Primeira substituição) (1)
O documento do Governo intitulado Nova Geração de Políticas de Habitação, que dá corpo à estratégia do Governo para esta área, define, entre outros objetivos, o de «aumentar o peso da habitação com apoio público na globalidade do parque habitacional de 2% para 5%, o que representa um acréscimo de cerca de 170 000
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Votação na generalidade — DAR I série — 42-42 — 24/07/2020
I SÉRIE — NÚMERO 76
Vamos votar o Projeto de Resolução n.º 538/XIV/1.ª (CDS-PP) — Medidas de apoio à assistência a banhistas
no âmbito da atual crise pandémica provocada pela COVID-19.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PCP, do PEV e do IL, votos a favor do PSD,
do CDS-PP, do PAN, do CH e da Deputada não inscrita Cristina Rodrigues e abstenções do BE e da Deputada
não inscrita Joacine Katar Moreira.
Vamos votar o Projeto de Resolução n.º 557/XIV/1.ª (BE) — Inclusão do circo tradicional nos apoios às artes.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PEV,
do CH e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, o voto contra do IL e a
abstenção do PAN.
A Sr.ª Deputada Inês de Sousa Real pediu a palavra. Para que efeito?
A Sr.ª Inês de Sousa Real (PAN): — Sr. Presidente, para anunciar que entregarei uma declaração de voto
sobre a votação a que acabámos de proceder.
O Sr. Presidente (Fernando Negrão): — Fica registado, Sr.ª Deputada.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª (BE) — Moratória à venda ou cessão
de património do Estado em cidades em carência habitacional.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, do PAN, do PEV e das
Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra do PSD, do CH e do IL e a
abstenção do CDS-PP.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 230/XIV/1.ª (PCP) — Mobilização do património
público habitacional.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PAN,
do PEV, do IL e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e a abstenção do CH.
Vamos votar o Projeto de Resolução n.º 540/XIV/1.ª (BE) — Reforço da oferta de transporte ferroviário e
complementaridade com o transporte rodoviário para garantir condições de segurança.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do CH e
das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra do PS e abstenções do
CDS-PP e do IL.
Vamos votar o Projeto de Resolução n.º 564/XIV/1.ª (PCP) — Pela promoção de medidas de defesa da
segurança e saúde pública no transporte ferroviário para combater a epidemia da COVID-19.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS e do CDS-PP, votos a favor do BE, do PCP, do
PAN, do PEV e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e abstenções do PSD,
do CH e do IL.
Vamos votar o Projeto de Resolução n.º 541/XIV/1.ª (BE) — Pelo levantamento do layoff no setor dos
transportes.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS e do CDS-PP, votos a favor do BE, do PCP, do
PAN, do PEV e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e abstenções do PSD,
do CH e do IL.
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Votação final global — DAR I série — 47-47 — 03/10/2020
3 DE OUTUBRO DE 2020
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PAN, do CH, do IL e das Deputadas
não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e votos contra do PSD, do PCP, do CDS-PP e do PEV.
Baixa à 9.ª Comissão.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 636/XIV/2.ª (BE) — Garante o
acompanhamento da mulher grávida na assistência à gravidez e em todas as fases do parto mesmo durante a
pandemia de COVID-19.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do CH, do
IL e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra do PSD e a abstenção
do CDS-PP.
Baixa à 9.ª Comissão.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 605/XIV/1.ª (BE) — Recomenda a
integração de assistentes operacionais precários na escola pública.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do CH, do
Deputado do PS Ascenso Simões e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, o
voto contra do IL e abstenções do PS e do CDS-PP.
Vamos passar à votação do Projeto de Resolução n.º 627/XIV/2.ª (PCP) — Recomenda ao Governo a
contratação de todos os trabalhadores necessários ao funcionamento da escola pública.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos a favor do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do CH, do Deputado
do PS Ascenso Simões e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra
do PSD e abstenções do PS, do CDS-PP e do IL.
De seguida, vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 654/XIV/2.ª (BE) — Recomenda a
contratação de mais professores, técnicos especializados e trabalhadores não docentes para a escola pública.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do BE, do PCP, do PAN, do PEV, do CH, do Deputado
do PS Ascenso Simões e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra
do IL e abstenções do PS e do PSD.
Baixa à 8.ª Comissão.
Vamos agora passar à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Economia, Inovação,
Obras Públicas e Habitação, relativo ao Projeto de Resolução n.º 168/XIV/1.ª (BE) — Moratória à venda ou
cessão de património do Estado em cidades em carência habitacional.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Economia, Inovação, Obras
Públicas e Habitação, relativo ao Projeto de Resolução n.º 230/XIV/1.ª (PCP) — Mobilização do património
público habitacional.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
De seguida, passamos à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Economia,
Inovação, Obras Públicas e Habitação, relativo ao Projeto de Resolução n.º 540/XIV/1.ª (BE) — Reforço da
oferta de transporte ferroviário e complementaridade com o transporte rodoviário para garantir condições de
segurança.
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