PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Projeto de Resolução n.º 1833/XIII/4.ª
Pela abolição das portagens na Via do Infante
É uma evidência incontornável que a introdução de portagens na Via do Infante, há
quase sete anos, foi uma medida profundamente lesiva dos interesses do Algarve, com
repercussões muito negativas na mobilidade dos cidadãos e na atividade económica da
região, contribuindo para o aumento das dificuldades sentidas pelas empresas, para a
destruição de emprego e para o agravamento da sinistralidade rodoviária.
A Via do Infante não tem alternativas válidas. A EN 125, que em partes significativas do
seu traçado é uma autêntica artéria urbana, com inúmeras rotundas, cruzamentos,
semáforos e passadeiras de peões, não tem características adequadas ao tráfego
interurbano, nem as adquirirá após a conclusão das obras de requalificação (as quais
se arrastam penosamente há vários anos e não têm fim à vista, por responsabilidade
do anterior Governo PSD/CDS e do atual Governo PS).
Perante as consequências profundamente negativas da introdução de portagens na Via
do Infante e a legítima contestação por parte das populações e dos agentes
económicos, PS, PSD e CDS têm tentado apagar as suas responsabilidades neste
processo.
Mas os factos são indesmentíveis. Foi um Governo do PS que decidiu, em 2010,
introduzir portagens em todas as concessões SCUT de norte a sul do País. Foi o
Governo do PSD e do CDS que, em dezembro de 2011, concretizou esta medida na Via
do Infante. Foram PS, PSD e CDS que rejeitaram, nos últimos sete anos, todas as
propostas apresentadas pelo PCP na Assembleia da República para a abolição das
portagens.
O PSD e o CDS têm-se destacado, neste processo, pela mais profunda demagogia e o
mais descarado oportunismo.
Quando, em finais de 2010, o Governo PS de então anunciou a sua intenção de
introduzir portagens na Via do Infante a partir do dia 15 de abril de 2011, o PSD
insurgiu-se contra esta medida, considerando-a “ uma ignomínia contra o Algarve ” e
apelando “ aos seus militantes e simpatizantes para aderirem à manifestação de
revolta que certamente as forças vivas da sociedade algarvia não deixarão de
convocar”, pois tal medida era inaceitável “ sob todos os aspetos: político, económico e
moral. Com isenções, descontos e exceções ou sem elas”.
Quanto ao CDS, na campanha eleitoral das eleições legislativas de junho de 2011,
elegeu a não cobrança de portagens na Via do Infante como um dos seus cinco
compromissos com a região algarvia.
Após as eleições, PSD e CDS deram o dito por não dito e apressaram-se a concluir o
processo de introdução de portagens na Via do Infante iniciado pelo anterior Governo
do PS.
Agora, novamente na oposição, o PSD insurge-se contra as portagens na Via do Infante
e recorre a uma aritmética manhosa para tentar responsabilizar o PCP pela sua
manutenção. Se o valor das portagens foi reduzido em 15% e não nos 50% que o PS
havia prometido nas eleições legislativas de 2015, isso deve-se única e exclusivamente
a uma opção do PS e do seu Governo. Embora de sentido positivo, esta redução de
15% é manifestamente insuficiente, ficando aquém daquilo que seria justo e
necessário: a abolição das portagens.
A cobrança de portagens nas ex-SCUTs não é uma inevitabilidade. É uma opção política
de PS, PSD e CDS, visando reduzir as despesas do Estado com as concessões
rodoviárias em regime de parceria público-privada sem, contudo, tocar nas fabulosas
rendas auferidas pelos grupos económicos que as exploram. Sucessivos governos
destes três partidos optaram por onerar os cidadãos e as empresas com portagens, em
vez de, como medida de salvaguarda do interesse público, proceder à extinção das
ruinosas parcerias público-privadas.
Não era uma inevitabilidade recorrer a uma parceria público-privada na Via do Infante.
A construção dos lanços que vão desde a fronteira com Espanha até Alcantarilha, que
representam 70% da extensão total da Via do Infante, foram financiados pelo
Orçamento do Estado com comparticipação de fundos comunitários; apenas os
restantes 30% é que foram construídos no regime de parceria público-privada.
O recurso a uma parceria público-privada representa uma opção verdadeiramente
ruinosa para o Estado e um chorudo negócio para os privados, os quais, sem correrem
qualquer risco, beneficiam de elevadíssimas taxas de rentabilidade. De acordo com a
Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República (Nota Técnica
“Parcerias Público-Privadas – Projeções de Encargos Plurianuais do OE/2018”, de 30 de
novembro de 2017), os encargos brutos totais com a parceria público-privada da Via
do Infante, até ao termo do contrato da concessão, ascenderão a 767 milhões de
euros. Foi exatamente para arrecadar receita para transferir para os parceiros privados
da parceria público-privada que foram introduzidas portagens na Via do Infante. Uma
opção que visou preservar os avultados lucros dos privados à custa do sacrifício das
populações e da economia regional.
PS, PSD e CDS argumentam que se não forem cobradas portagens, os encargos com a
concessão da Via do Infante recairão sobre os contribuintes, já que esses encargos
terão de ser custeados pelo Orçamento do Estado. Com este falso argumento
procuram esconder que há uma solução para o problema dos ruinosos encargos com
as parcerias público-privadas que protege os utentes da Via do Infante e também os
contribuintes: a reversão das parcerias público-privadas.
Só há portagens na Via do Infante porque essa tem sido a opção de PS, PSD e CDS. O
PCP rejeita essa opção e persistirá na sua luta até que as portagens sejam abolidas, em
toda a extensão da Via do Infante e para todos os veículos.
Pelo exposto, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do
n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP
propõem que a Assembleia da República adote a seguinte resolução:
Resolução
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da
Constituição, recomendar ao Governo que proceda à imediata abolição de portagens
na Via do Infante, devolvendo esta importante infraestrutura rodoviária às populações
e à região.
Assembleia da República, 28 de setembro de 2018
Os Deputados,
PAULO SÁ; ANTÓNIO FILIPE; JOÃO OLIVEIRA; PAULA SANTOS; FRANCISCO LOPES;
CARLA CRUZ; JOÃO DIAS; JORGE MACHADO; DIANA FERREIRA; RITA RATO; BRUNO
DIAS; ANA MESQUITA; ÂNGELA MOREIRA; DUARTE ALVES;
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Publicação — DAR II série A — 21-22 — 29/09/2018
29 DE SETEMBRO DE 2018
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1833/XIII/4.ª
PELA ABOLIÇÃO DAS PORTAGENS NA VIA DO INFANTE
É uma evidência incontornável que a introdução de portagens na Via do Infante, há quase sete anos, foi uma
medida profundamente lesiva dos interesses do Algarve, com repercussões muito negativas na mobilidade dos
cidadãos e na atividade económica da região, contribuindo para o aumento das dificuldades sentidas pelas
empresas, para a destruição de emprego e para o agravamento da sinistralidade rodoviária.
A Via do Infante não tem alternativas válidas. A EN125, que em partes significativas do seu traçado é uma
autêntica artéria urbana, com inúmeras rotundas, cruzamentos, semáforos e passadeiras de peões, não tem
características adequadas ao tráfego interurbano, nem as adquirirá após a conclusão das obras de
requalificação (as quais se arrastam penosamente há vários anos e não têm fim à vista, por responsabilidade
do anterior Governo PSD/CDS e do atual Governo PS).
Perante as consequências profundamente negativas da introdução de portagens na Via do Infante e a
legítima contestação por parte das populações e dos agentes económicos, PS, PSD e CDS têm tentado apagar
as suas responsabilidades neste processo.
Mas os factos são indesmentíveis. Foi um Governo do PS que decidiu, em 2010, introduzir portagens em
todas as concessões SCUT de norte a sul do País. Foi o Governo do PSD e do CDS que, em dezembro de
2011, concretizou esta medida na Via do Infante. Foram PS, PSD e CDS que rejeitaram, nos últimos sete anos,
todas as propostas apresentadas pelo PCP na Assembleia da República para a abolição das portagens.
O PSD e o CDS têm-se destacado, neste processo, pela mais profunda demagogia e o mais descarado
oportunismo.
Quando, em finais de 2010, o Governo PS de então anunciou a sua intenção de introduzir portagens na Via
do Infante a partir do dia 15 de abril de 2011, o PSD insurgiu-se contra esta medida, considerando-a «uma
ignomínia contra o Algarve» e apelando «aos seus militantes e simpatizantes para aderirem à manifestação de
revolta que certamente as forças vivas da sociedade algarvia não deixarão de convocar», pois tal medida era
inaceitável «sob todos os aspetos: político, económico e moral. Com isenções, descontos e exceções ou sem
elas».
Quanto ao CDS, na campanha eleitoral das eleições legislativas de junho de 2011, elegeu a não cobrança
de portagens na Via do Infante como um dos seus cinco compromissos com a região algarvia.
Após as eleições, PSD e CDS deram o dito por não dito e apressaram-se a concluir o processo de introdução
de portagens na Via do Infante iniciado pelo anterior Governo do PS.
Agora, novamente na oposição, o PSD insurge-se contra as portagens na Via do Infante e recorre a uma
aritmética manhosa para tentar responsabilizar o PCP pela sua manutenção. Se o valor das portagens foi
reduzido em 15% e não nos 50% que o PS havia prometido nas eleições legislativas de 2015, isso deve-se
única e exclusivamente a uma opção do PS e do seu Governo. Embora de sentido positivo, esta redução de
15% é manifestamente insuficiente, ficando aquém daquilo que seria justo e necessário: a abolição das
portagens.
A cobrança de portagens nas ex-SCUT não é uma inevitabilidade. É uma opção política de PS, PSD e CDS,
visando reduzir as despesas do Estado com as concessões rodoviárias em regime de parceria público-privada
sem, contudo, tocar nas fabulosas rendas auferidas pelos grupos económicos que as exploram. Sucessivos
governos destes três partidos optaram por onerar os cidadãos e as empresas com portagens, em vez de, como
medida de salvaguarda do interesse público, proceder à extinção das ruinosas parcerias público-privadas.
Não era uma inevitabilidade recorrer a uma parceria público-privada na Via do Infante. A construção dos
lanços que vão desde a fronteira com Espanha até Alcantarilha, que representam 70% da extensão total da Via
do Infante, foram financiados pelo Orçamento do Estado com comparticipação de fundos comunitários; apenas
os restantes 30% é que foram construídos no regime de parceria público-privada.
O recurso a uma parceria público-privada representa uma opção verdadeiramente ruinosa para o Estado e
um chorudo negócio para os privados, os quais, sem correrem qualquer risco, beneficiam de elevadíssimas
taxas de rentabilidade. De acordo com a Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República
(Nota Técnica «Parcerias Público-Privadas – Projeções de Encargos Plurianuais do OE/2018», de 30 de
novembro de 2017), os encargos brutos totais com a parceria público-privada da Via do Infante, até ao termo do
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Apreciação — DAR I série — 9-17 — 09/02/2019
9 DE FEVEREIRO DE 2019
enfim, está no programa do seu Governo, não está a ser reorganizada e redefinida a sua estrutura e, portanto,
parece-me bastante legítimo inferir que não está a ser cumprido o Programa do Governo.
O Sr. Porfírio Silva (PS): — Isso está a ser feito!
A Sr.ª Ana Rita Bessa (CDS-PP): — No entanto, há afirmações de outras figuras proeminentes do Partido
Socialista, ex-ministros, como a Prof.ª Isabel Alçada, que dizia «considero que deveria ser repensada a estrutura
dos três ciclos para o ensino básico», ou como o Prof. Júlio Pedrosa, que também diz «hoje, talvez fosse um
bom tempo para conceber um primeiro ciclo de seis anos na escolaridade obrigatória». Ou seja, parece haver,
dentro do Partido Socialista — embora, aparentemente, não haja na bancada parlamentar —, um amplo
consenso sobre aquilo que encerra a proposta que o CDS aqui traz.
Em relação ao Bloco de Esquerda, a Sr.ª Deputada Joana Mortágua diz que está de acordo — e fico muito
contente com isso —, mas depois diz que, em todo o caso, não tem ainda uma proposta fechada. Se calhar
valeria a pena recuarem a 2003, porque, nessa altura, tinham uma proposta fechada. O Sr. Deputado João
Teixeira Lopes dizia então assim: «O Bloco de Esquerda apresenta uma proposta que concentra a atenção onde
tudo começa, nos primeiros anos de escolaridade. Por isso,…» — oiça bem! — «…defendemos que os primeiros
seis anos correspondam ao ensino básico, reunindo os 1.º e 2.º ciclos».
A Sr.ª Joana Mortágua (BE): — Não ouviu o que eu disse? Já estava escrito!
A Sr.ª Ana Rita Bessa (CDS-PP): — Se calhar foi uma proposta falhada, se calhar foram derrotados nessa
altura. Mas convido-a a juntar-se agora ao CDS e votar a favor, no fundo para provar a sua coerência.
Mas, além do PS e do Bloco de Esquerda, também o PSD, o Prof. David Justino, o Prof. Joaquim de Azevedo,
os diretores das associações de agrupamentos de escolas, todos concordam que é necessário fazer pelo menos
o mínimo, que é começar este estudo e esta discussão. É tão-somente isso que o CDS traz hoje a esta Câmara.
Aplausos do CDS-PP.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, chegámos, assim, ao final do primeiro ponto da ordem de trabalhos.
Segue-se a apreciação conjunta, na generalidade, dos Projetos de Resolução n.os 1833/XIII/4.ª (PCP) — Pela
abolição das portagens na Via do Infante, 1834/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens na A25, 1835/XIII/4.ª
(PCP) — Eliminação das portagens nas A28, A41, A42 e A29, 1836/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens
na A24, 1837/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens na A23, 1359/XIII/3.ª (CDS-PP) — Recomenda ao
Governo que desloque o «pórtico do estádio» de forma a salvaguardar os interesses da economia local de Aveiro
e de todos os que têm que se deslocar na malha urbana daquela cidade, 1521/XIII/3.ª (PSD) — Recomenda ao
Governo que dê cumprimento à resolução da AR n.º 63/2013 para estudo de uma alternativa ao «pórtico do
estádio», defendendo os melhores interesses de Aveiro e acabando com uma grave injustiça para com os
aveirenses, 1558/XIII/3.ª (PSD) — Recomenda ao Governo a redução de portagens na denominada autoestrada
do Pinhal Interior (troço da A13 entre o Entroncamento e Coimbra e A13.1 que liga a Condeixa), 1827/XIII/4.ª
(BE) — Recomenda ao Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A23, 1828/XIII/4.ª (BE) —
Recomenda ao Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A24, 1829/XIII/4.ª (BE) — Recomenda
ao Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A25, 1830/XIII/4.ª (BE) — Recomenda ao Governo
a abolição das taxas de portagens nos troços da A22/Via do Infante, 1857/XIII/4.ª (Os Verdes) — Abolição de
portagens na A25, 1858/XIII/4.ª (Os Verdes) — Abolição de portagens na A24, 1859/XIII/4.ª (Os Verdes) — Pela
abolição de portagens na A23 e 1861/XIII/4.ª (Os Verdes) — Eliminação da cobrança de portagens na Via do
Infante.
Para abrir este debate e apresentar os diplomas do PCP, tem a palavra o Sr. Deputado Jorge Machado.
Faça favor, Sr. Deputado.
O Sr. Jorge Machado (PCP): — Sr. Presidente, Sr.as Deputadas e Srs. Deputados: O Grupo Parlamentar do
PCP apresenta hoje cinco projetos de resolução que recomendam ao Governo a eliminação das portagens na
A23, na A24, na A25, na A28, na A29, na A41, na A42 e na Via do Infante, a A22.
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Votação na generalidade — DAR I série — 41-41 — 09/02/2019
9 DE FEVEREIRO DE 2019
O Sr. João Oliveira (PCP): — Sr. Presidente, nós não nos opomos a esse mecanismo de votação «via
verde». É preciso é que se votem os projetos de cada via que sejam exatamente iguais, porque eles não são
todos iguais. Neste caso da eliminação da cobrança das portagens, penso que se podem associar os projetos
de resolução dos vários grupos parlamentares que digam respeito a cada via de autoestrada.
O Sr. Presidente: — Vamos, então, votar em conjunto, na generalidade, os Projetos de Resolução n.os
1833/XIII/4.ª (PCP) — Pela abolição das portagens na Via do Infante, 1830/XIII/4.ª (BE) — Recomenda ao
Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A22/Via do Infante e 1861/XIII/4.ª (Os Verdes) —
Eliminação da cobrança de portagens na Via do Infante.
Submetidos à votação, foram rejeitados, com votos contra do PS e do Deputado não inscrito Paulo Trigo
Pereira, votos a favor do BE, do PCP, de Os Verdes, do PAN e de 4 Deputados do PS (Ana Passos, Fernando
Anastácio, Jamila Madeira e Luís Graça) e abstenções do PSD e do CDS-PP.
O Sr. Luís Graça (PS): — Sr. Presidente, peço a palavra.
O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr. Deputado.
O Sr. Luís Graça (PS): — Sr. Presidente, é para anunciar que os Deputados Jamila Madeira, Fernando
Anastácio, Ana Passos e eu próprio apresentaremos uma declaração de voto sobre a votação destes três
projetos de resolução.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.
Temos, de seguida, três projetos de resolução sobre a eliminação das portagens na A25. Também os
podemos votar conjuntamente, se não houver objeção.
Pausa.
Como não há objeção, vamos votar conjuntamente, na generalidade, os Projetos de Resolução n.os
1834/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens na A25, 1829/XIII/4.ª (BE) — Recomenda ao Governo a
abolição das taxas de portagens nos troços da A25 e 1857/XIII/4.ª (Os Verdes) — Abolição de portagens na
A25.
Submetidos à votação, foram rejeitados, com votos contra do PS e do Deputado não inscrito Paulo Trigo
Pereira, votos a favor do BE, do PCP, de Os Verdes, do PAN e de 9 Deputados do PS (Elza Pais, Francisco
Rocha, Hortense Martins, João Marques, José Rui Cruz, Lúcia Araújo Silva, Maria Antónia de Almeida Santos,
Marisabel Moutela e Santinho Pacheco) e abstenções do PSD e do CDS-PP.
Srs. Deputados, vamos prosseguir, votando também conjuntamente, na generalidade, os Projetos de
Resolução n.os 1836/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens na A24, 1828/XIII/4.ª (BE) — Recomenda ao
Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A24 e 1858/XIII/4.ª (Os Verdes) — Abolição de
portagens na A24.
Submetidos à votação, foram rejeitados, com votos contra do PS e do Deputado não inscrito Paulo Trigo
Pereira, votos a favor do BE, do PCP, de Os Verdes, do PAN e de 9 Deputados do PS (Ascenso Simões,Elza
Pais, Francisco Rocha, Hortense Martins, João Marques, José Rui Cruz, Lúcia Araújo Silva, Marisabel Moutela
e Santinho Pacheco) e abstenções do PSD e do CDS-PP.
Srs. Deputados, vamos proceder da mesma forma, votando, conjuntamente, na generalidade, os Projetos de
Resolução n.os 1837/XIII/4.ª (PCP) — Eliminação das portagens na A23, 1827/XIII/4.ª (BE) — Recomenda ao
Governo a abolição das taxas de portagens nos troços da A23 e 1859/XIII/4.ª (Os Verdes) — Pela abolição de
portagens na A23.
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