Assembleia da República - Palácio de S. Bento - 1249-068 Lisboa - Telefone: 21 391 7592 - Fax: 21 391 7459
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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 892/XIII/2.ª
PAGAMENTO DAS BOLSAS DE DOUTORAMENTO E PÓS-
DOUTORAMENTO 2016 PELA FCT
De acordo com o que consta no sítio eletrónico da Fundação para a Ciência e a
Tecnologia (FCT) “As bolsas de investigação são um subsídio atribuído aos investigadores
para realizarem atividades de natureza científica e tecnológica em regime de dedicação
exclusiva. O processo de atribuição de bolsas incluiu diversas fases entre a candidatura e a
divulgação dos resultados. Após submissão, e depois de verificada a sua admissibilidade, as
candidaturas foram avaliadas separadamente por dois investigadores reconhecidos em
cada área científica, tendo ainda sido usado peritos externos sempre que necessário. Após
a notificação dos resultados após avaliação, divulgados a 31 de janeiro, os candidatos que
discordavam com a proposta de classificação apresentaram os seus argumentos junto do
painel em sede de Audiência Prévia.”
Noutro espaço do mesmo sítio eletrónico é ainda esclarecido que “ Os bolseiros agora
selecionados para financiamento podem fixar a data de início do seu plano de trabalhos
entre 1 de outubro de 2016 e 1 de setembro de 2017. Nos casos em que o plano de
trabalhos tenha sido iniciado antes da assinatura do contrato de bolsa, os valores
referentes aos meses entretanto decorridos serão pagos retroativamente.”
O que acontece é que a 22 de maio, quase 4 meses após a divulgação dos resultados do
concurso para Bolsas de Doutoramento e Pós-Doutoramento pela FCT, ainda não foram
assinados os contratos de bolsa e pagos os respetivos montantes. Tendo em atenção o
Assembleia da República - Palácio de S. Bento - 1249-068 Lisboa - Telefone: 21 391 7592 - Fax: 21 391 7459
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que, de forma bem clara, consta no respetivo regulamento, que as bolsas pressupõem
um regime de dedicação exclusiva, fácil é compreender que a ausência de pagamento
das bolsas está a criar situações de enorme dificuldade a muitos dos investigadores
bolseiros.
Resumidamente, estes investigadores estão a desenvolver o seu doutoramento, há mais
de oito meses, sem qualquer tipo de apoio. A sua situação – precária – prejudica a
evolução dos seus projetos e coloca em causa o bom funcionamento da investigação em
Portugal.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar
do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:
Intervenha junto da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para que estabeleça
de imediato os contratos de bolsa decorrentes do Concurso para a Atribuição de Bolsas
de Doutoramento e Pós-Doutoramento 2016 e comece rapidamente a pagar os
respetivos montantes.
Assembleia da República, 26 de maio de 2017.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
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Publicação — DAR II série A — 67-67 — 01/06/2017
1 DE JUNHO DE 2017 67
Municipais e no novo Programa Especial, quer no período transitório até à sua conclusão, com vista ao
garante do desenvolvimento económico da região e do bem-estar das populações.
Assembleia da República, 26 de maio de 2017.
Os Deputados do CDS-PP: Patrícia Fonseca — Álvaro Castello-Branco — Nuno Magalhães — Pedro Mota
Soares — Antonio Carlos Monteiro — Ilda Araújo Novo.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 892/XIII (2.ª)
PAGAMENTO DAS BOLSAS DE DOUTORAMENTO E PÓS-DOUTORAMENTO 2016 PELA FCT
De acordo com o que consta no sítio eletrónico da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) “As bolsas
de investigação são um subsídio atribuído aos investigadores para realizarem atividades de natureza científica
e tecnológica em regime de dedicação exclusiva. O processo de atribuição de bolsas incluiu diversas fases entre
a candidatura e a divulgação dos resultados. Após submissão, e depois de verificada a sua admissibilidade, as
candidaturas foram avaliadas separadamente por dois investigadores reconhecidos em cada área científica,
tendo ainda sido usado peritos externos sempre que necessário. Após a notificação dos resultados após
avaliação, divulgados a 31 de janeiro, os candidatos que discordavam com a proposta de classificação
apresentaram os seus argumentos junto do painel em sede de Audiência Prévia.”
Noutro espaço do mesmo sítio eletrónico é ainda esclarecido que “Os bolseiros agora selecionados para
financiamento podem fixar a data de início do seu plano de trabalhos entre 1 de outubro de 2016 e 1 de setembro
de 2017. Nos casos em que o plano de trabalhos tenha sido iniciado antes da assinatura do contrato de bolsa,
os valores referentes aos meses entretanto decorridos serão pagos retroativamente.”
O que acontece é que a 22 de maio, quase 4 meses após a divulgação dos resultados do concurso para
Bolsas de Doutoramento e Pós-Doutoramento pela FCT, ainda não foram assinados os contratos de bolsa e
pagos os respetivos montantes. Tendo em atenção o que, de forma bem clara, consta no respetivo regulamento,
que as bolsas pressupõem um regime de dedicação exclusiva, fácil é compreender que a ausência de
pagamento das bolsas está a criar situações de enorme dificuldade a muitos dos investigadores bolseiros.
Resumidamente, estes investigadores estão a desenvolver o seu doutoramento, há mais de oito meses, sem
qualquer tipo de apoio. A sua situação – precária – prejudica a evolução dos seus projetos e coloca em causa o
bom funcionamento da investigação em Portugal.
Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de
Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:
Intervenha junto da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para que estabeleça de imediato os
contratos de bolsa decorrentes do Concurso para a Atribuição de Bolsas de Doutoramento e Pós-Doutoramento
2016 e comece rapidamente a pagar os respetivos montantes.
Assembleia da República, 26 de maio de 2017.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda: Luís Monteiro — Pedro Filipe Soares — Jorge Costa
— Mariana Mortágua — Pedro Soares — Isabel Pires — José Moura Soeiro — Heitor de Sousa — Sandra
Cunha — João Vasconcelos — Domicilia Costa — Jorge Campos — Jorge Falcato Simões — Carlos Matias —
Joana Mortágua — José Manuel Pureza — Moisés Ferreira — Paulino Ascenção — Catarina Martins.
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Votação Deliberação — DAR I série — 45-45 — 01/07/2017
1 DE JULHO DE 2017
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação do projeto de resolução n.º 874/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo a promoção de
soluções de financiamento para o Museu Nacional Ferroviário na cidade do Entroncamento (PS).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Votamos, agora, na generalidade, o projeto de lei n.º 296/XIII (1.ª) — Visa assegurar a igualdade de acesso
à habitação por quem possui animais de companhia (PAN) (título e texto inicial substituídos a pedido do autor).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes, do PAN e do
Deputado do CDS-PP João Rebelo e votos contra do PSD e do CDS-PP.
O presente diploma baixa à 11.ª Comissão.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 892/XIII (2.ª) — Pagamento das bolsas de doutoramento e pós-
doutoramento 2016 pela FCT (BE).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação do projeto de resolução n.º 574/XIII (2.ª) — Pela construção urgente de um hospital
público no concelho de Sintra e em defesa da melhoria dos cuidados de saúde (PCP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do BE, do CDS-PP, do PCP, de Os Verdes e do PAN
e abstenções do PSD e do PS.
A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — Peço a palavra, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Para que efeito, Sr.ª Deputada?
A Sr.ª Ângela Guerra (PSD): — Sr. Presidente, é para anunciar que a bancada do PSD apresentará uma
declaração de voto sobre a votação deste diploma.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr.ª Deputada.
Vamos proceder à votação do projeto de resolução n.º 919/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo que seja
efetuada uma auditoria às capacidades formativas existentes nas várias unidades de saúde do Serviço Nacional
de Saúde (BE).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do
PAN e a abstenção do CDS-PP.
Procedemos agora à votação final global do texto final, apresentado na Comissão de Educação e Ciência,
relativo ao projeto de lei n.º 166/XIII (1.ª) — Define um regime de pagamento faseado das propinas devidas
pelos estudantes do ensino superior e cria um regime especial de pagamento por beneficiários de bolsas de
ação social, procedendo à terceira alteração à Lei n.º 37/2003, de 22 de agosto (PS).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
abstenções do PSD e do CDS-PP.
Passamos à votação, na generalidade, na especialidade e final global do projeto de lei n.º 564/XIII (2.ª) —
Cria a comissão técnica independente para a análise célere e apuramento dos factos relativos aos incêndios
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