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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 505/XIII/2.ª
RECOMENDA AO GOVERNO A DISPONIBILIZAÇÃO DE ENSINO DE
LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA AOS/ÀS ALUNOS/AS OUVINTES NAS
ESCOLAS DE REFERÊNCIA PARA A EDUCAÇÃO BILINGUE DE ALUNOS
SURDOS
A língua gestual portuguesa (LGP) é a primeira língua das pessoas Surdas, e de várias
pessoas ouvintes. Desde 1997 que a LGP é uma língua oficial de Portugal, conjuntamente
com o português e o mirandês. A Constituição da República Portuguesa reconhece
também a LGP “enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da
igualdade de oportunidades” (Lei Constitucional nº 1/97, artº 74º, alínea h).
Entende-se por Surda (com S maiúsculo) a pessoa que se expressa em LGP e que se
considera cultural e linguisticamente Surda. As pessoas que são Surdas, mas que não se
expressam em LGP e/ou que não se identificam com a Comunidade Surda são
designadas como surdas (com s minúsculo).
Em 1998, com a Criação das Unidades de Apoio a Alunos Surdos (UAAS) o ensino de
pessoas Surdas passou a ser bilingue, contemplando o ensino de língua gestual
portuguesa e ensino de português (Despacho n.º 7520/98, de 6 de maio).
Em 2008, o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, veio assumir indiscutivelmente a
educação bilingue para as pessoas Surdas, estabelecendo medidas concretas de
qualidade na educação bilingue. Definiu a concentração de alunos/as Surdos/as em
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escolas de referência, em turmas só de alunos/as Surdos/as, introduziu a LGP como
disciplina curricular e a língua portuguesa como segunda língua, referindo a existência
de docentes de LGP com habilitação profissional própria para a docência. A Comunidade
Surda foi auscultada, tendo dado o seu total apoio à implementação do Decreto-Lei n.º
3/2008.
Atualmente existem em Portugal dezassete Escolas de Referência para a Educação
Bilingue de Alunos Surdos (EREBAS): D. Maria II (Braga), Alexandre Herculano, Eugénio
de Andrade e a Escola Artística Soares dos Reis (Porto), Afonso de Paiva e Amato
Lusitano (Castelo Branco), Coimbra Centro (Coimbra), Ílhavo (Aveiro), Quinta de
Marrocos, Vergílio Ferreira, Escola Artística António Arroio, Terras de Larus, Amora e
Torres Novas (Grande Lisboa), Agrupamentos de Escolas 1 e 2 (Évora), e João de Deus
(Algarve).
A concentração de um número significativo de alunos/as Surdos/as, de todos os níveis
de ensino e anos de escolaridade permite a criação de uma Comunidade Surda visível na
escola, inibindo a criação de focos de discriminação e mitigando o isolamento e a
incomunicabilidade das pessoas Surdas. Esta é uma medida sensata.
Todavia, a comunicação com as pessoas Surdas, mesmo nestas escolas de referência,
encontra-se restringida à Comunidade Surda uma vez que os/as alunos/as ouvintes não
têm acesso à aprendizagem de LGP. Este constrangimento tem que ser ultrapassado e há
certamente todos os meios para o fazer. Uma medida simples de ultrapassar esta
barreira passa por disponibilizar às/aos alunas/os ouvintes a possibilidade de
aprenderem LGP; para tal, propomos que sejam disponibilizadas aulas de LGP para
alunos/as ouvintes nas escolas de referência.
Não se compreende que os/as alunos/as ouvintes não tenham qualquer possibilidade
consistente de aprender uma língua oficial do país, que lhes permite a comunicação com
uma comunidade escolar significativa de colegas e amigos/as que todos os dias
encontram na escola, com os/as quais interagem, mas com os quais têm profundas
dificuldades de comunicação por não conhecerem a LGP.
Assim, o Bloco de Esquerda propõe que o Governo, em diálogo com a Comunidade Surda
e as escolas de referência atualmente existentes, estude e implemente, no ano letivo de
2017/2018, um modelo de ensino de LGP que permita que os/as alunos/as ouvintes das
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escolas de referência possam aprender LGP. Propomos também que este estudo analise
a possibilidade de as escolas de referência disponibilizarem aulas de LGP à comunidade
em geral, com a profundidade e consistência desejáveis e necessárias à aprendizagem de
LGP.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo
Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao
Governo que:
1. Em diálogo com a Comunidade Surda e as escolas de referência atualmente
existentes, estude e implemente, no ano letivo de 2017/2018, um modelo de ensino
de Língua Gestual Portuguesa (LGP) que permita que as/os alunos/as ouvintes das
escolas de referência possam aprender esta língua.
2. Analise a possibilidade das Escolas de Referência para a Educação Bilingue de
Alunos Surdos disponibilizarem aulas de Língua Gestual Portuguesa (LGP) à
comunidade em geral.
Assembleia da República, 12 de outubro de 2016.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
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Publicação — DAR II série A — 51-52 — 12/10/2016
12 DE OUTUBRO DE 2016 51
As AEC destinam-se aos/às alunos/as do primeiro ciclo do ensino básico sendo a inscrição facultativa.
As AEC mais frequentemente disponibilizadas remetem para a aprendizagem de inglês, música e atividade
física e desportiva, existindo mesmo orientações programáticas para o ensino destas AEC, por parte da Direção
Geral de Educação.
O Bloco de Esquerda considera que a estes conteúdos programáticos deve ser adicionado mais um: o de
Língua Gestual Portuguesa (LGP).
A LGP é uma língua oficial de Portugal, conjuntamente com o Português e o Mirandês. A Constituição da
República Portuguesa reconhece também a LGP “enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à
educação e da igualdade de oportunidades” (Lei Constitucional n.º 1/97, artigo 74.º, alínea h).
A LGP é a primeira língua das pessoas Surdas em Portugal, mas também de pessoas ouvintes.
A comunicação de pessoas ouvintes com pessoas da comunidade Surda necessita de continuar a ser
trabalhada e melhorada, visto que são ainda demasiadamente poucas as pessoas que dominam a LGP e, como
tal, a comunicação com as pessoas Surdas debate-se com imensas barreiras que são facilmente ultrapassáveis
com o conhecimento da LGP.
A proposta para que se disponibilize um programa para LGP nas AEC não surge por oposição a nenhuma
outra, mas antes como mais uma possibilidade de escolha. Consideramos que é positivo que cada vez mais
pessoas possam ter contacto com a comunidade Surda e com ela comunicar na sua língua, a LGP. Para tal, a
aprendizagem da LGP é fundamental, nomeadamente desde as idades mais precoces.
Assim, o Bloco de Esquerda propõe que seja criado o conteúdo programático de LGP de modo a que esta
possa ser uma das AEC disponibilizadas a partir do ano letivo de 2017/2018 com a mesma carga horária que o
inglês e que seja lecionada por docentes de LGP com habilitação profissional própria, com contratação
adequada à função.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de
Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:
1. Proceda à elaboração do conteúdo programático de Língua Gestual Portuguesa (LGP) para as
atividades de enriquecimento curricular;
2. Sejam envidados todos os esforços para que no ano letivo de 2017/2018 a AEC de Língua Gestual
Portuguesa (LGP) possa ser disponibilizada nos agrupamentos escolares que assim o pretendam,
nomeadamente naqueles em que existam crianças e jovens Surdos.
Assembleia da República, 12 de outubro de 2016.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda: Jorge Falcato Simões — Pedro Filipe Soares — Jorge
Costa — Mariana Mortágua — Pedro Soares — Isabel Pires — José Moura Soeiro — Heitor de Sousa — Sandra
Cunha — João Vasconcelos — Domicilia Costa — Jorge Campos — Carlos Matias — Joana Mortágua — José
Manuel Pureza — Luís Monteiro — Moisés Ferreira — Paulino Ascenção — Catarina Martins.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 505/XIII (2.ª)
RECOMENDA AO GOVERNO A DISPONIBILIZAÇÃO DE ENSINO DE LÍNGUA GESTUAL
PORTUGUESA AOS/ÀS ALUNOS/AS OUVINTES NAS ESCOLAS DE REFERÊNCIA PARA A EDUCAÇÃO
BILINGUE DE ALUNOS SURDOS
A língua gestual portuguesa (LGP) é a primeira língua das pessoas Surdas, e de várias pessoas ouvintes.
Desde 1997 que a LGP é uma língua oficial de Portugal, conjuntamente com o português e o mirandês. A
Constituição da República Portuguesa reconhece também a LGP “enquanto expressão cultural e instrumento
de acesso à educação e da igualdade de oportunidades” (Lei Constitucional n.º 1/97, artigo 74.º, alínea h).
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Apreciação — DAR I série — 3-10 — 17/12/2016
17 DE DEZEMBRO DE 2016
A Sr.ª Presidente (Teresa Caeiro): — Sr.as e Srs. Deputados, Sr.as e Srs. Funcionários, Sr.as e Srs.
Jornalistas, está aberta a sessão.
Eram 10 horas e 4 minutos.
Podem ser abertas as galerias.
Como sabem, temos como primeiro ponto da nossa ordem de trabalhos a discussão conjunta dos projetos
de resolução n.os 501/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo a criação de um grupo de recrutamento para docentes
de língua gestual portuguesa (BE), 504/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo que a língua gestual portuguesa
seja incluída no leque de atividades de enriquecimento curricular existentes (BE), 505/XIII (2.ª) — Recomenda
ao Governo a disponibilização de ensino de língua gestual portuguesa aos alunos e às alunas ouvintes nas
escolas de referência para a educação bilingue de alunos surdos (BE), 561/XIII (2.ª) — Pela valorização da
língua gestual portuguesa (PCP), 564/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas para uma escola de maior
qualidade para os alunos surdos (CDS-PP), 567/XIII (2.ª) — Valorização e promoção da língua gestual
portuguesa (PS) e 569/XIII (2.ª) — Garantia de uma escola inclusiva, através da promoção da língua gestual
(Os Verdes).
Para apresentar os projetos de resolução do Bloco de Esquerda, tem a palavra o Sr. Deputado Jorge Falcato
Simões.
O Sr. JorgeFalcatoSimões (BE): — Sr.ª Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Imaginem que vivem num País
em que não conseguem comunicar com quem encontram nas ruas, que não conseguem ir à urgência do hospital
e explicar os sintomas que vos afligem, que, nas finanças, na segurança social, no banco, por todo o lado, não
existe ninguém que fale a vossa língua.
Imaginem que querem falar com os vossos pais e eles também não conseguem comunicar convosco.
Imaginem que, mesmo assim, conseguiam entrar para um curso superior em que a única forma de
acompanharem as aulas seria através dos apontamentos dos colegas, porque também o professor fala uma
língua que vos é impossível aprender.
Imaginem o que seria a vossa vida se vivessem num país assim. Seria muito diferente da que têm agora e
quase de certeza não seriam Deputados nem Deputadas.
Esta é a vida das pessoas surdas em Portugal. Sim, são surdas e não surdas-mudas.
São pessoas que têm como língua materna a língua gestual portuguesa — sim, língua e não linguagem — e
como segunda língua o português, ambas reconhecidas como línguas oficiais há quase 20 anos na Constituição
da República Portuguesa.
A Constituição reconhece também a língua gestual portuguesa «enquanto expressão cultural e instrumento
de acesso à educação e da igualdade de oportunidades».Passaram-se quase 20 anos e a igualdade de
oportunidades ainda é uma miragem para as pessoas surdas. E continuará a ser uma miragem enquanto for
para todos nós motivo de surpresa e admiração a presença de alguém a fazer interpretação de língua gestual
num evento público, tal como nos espantamos quando são utilizados os écrans que estão instalados nesta Sala,
que só funcionam a pedido quando debatemos iniciativas que dizem diretamente respeito à comunidade surda.
Espero que o dia de hoje seja o primeiro passo para garantir que estes écrans estejam sempre ativos,
reconhecendo e dignificando o acesso à informação da comunidade surda.
Aplausos do BE.
Enquanto não for generalizada a comunicação em língua gestual portuguesa, estaremos a manter pessoas
num gueto linguístico.
Foi por acharmos que é necessário e indispensável alargar o universo de utilizadores da língua gestual,
sejam surdos, surdos-cegos ou ouvintes, que tomámos a iniciativa da apresentação destas propostas.
Felizmente, outros partidos acompanharam-nos e temos a certeza de que chegaremos à aprovação final daquilo
que agora venho aqui defender.
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Requerimento de adiamento de Votação — DAR I série — 36-36 — 17/12/2016
I SÉRIE — NÚMERO 30
Esta proposta de lei baixa à 1.ª Comissão.
Srs. Deputados, vamos votar um requerimento, apresentado pelo BE, pelo PCP, pelo CDS-PP, pelo PS e
por Os Verdes, solicitando a baixa à Comissão de Educação e Ciência, por um período de 30 dias, dos projetos
de resolução n.os 501/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo a criação de um grupo de recrutamento para docentes
de língua gestual portuguesa (BE), 504/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo que a língua gestual portuguesa
seja incluída no leque de atividades de enriquecimento curricular existentes (BE), 505/XIII (2.ª) — Recomenda
ao Governo a disponibilização de ensino de língua gestual portuguesa aos alunos e às alunas ouvintes nas
escolas de referência para a educação bilingue de alunos surdos (BE), 561/XIII (2.ª) — Pela valorização da
língua gestual portuguesa (PCP), 564/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas para uma escola de maior
qualidade para os alunos surdos (CDS-PP), 567/XIII (2.ª) — Valorização e promoção da língua gestual
portuguesa (PS) e 569/XIII (2.ª) — Garantia de uma escola inclusiva, através da promoção da língua gestual
portuguesa (Os Verdes).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos, agora, votar o projeto de resolução n.º 523/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo que potencie o uso
de todos os mecanismos disponíveis para controlo do nível das águas e atue por forma a agilizar as obras de
desassoreamento da ria de Aveiro (CDS-PP).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 466/XIII (2.ª) — Desassoreamento da ria de Aveiro (BE).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 553/XIII (2.ª) — Pelo desassoreamento da ria de Aveiro e pelo
desenvolvimento de sinergias com as estruturas locais, designadamente com o porto de Aveiro (PS).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 568/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo urgência no
desassoreamento da ria de Aveiro (Os Verdes).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 562/XIII (2.ª) — Desassoreamento e regulação de caudais da ria de
Aveiro (PSD).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Peço a palavra, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Tem a palavra, Sr.ª Deputada.
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Sr. Presidente, é para informar que quanto a estes projetos de resolução
sobre o desassoreamento da ria de Aveiro, o Grupo Parlamentar do PCP irá entregar uma declaração de voto.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr.ª Deputada.
Vamos, agora, votar o projeto de resolução n.º 549/XIII (2.ª) — Aumento do salário mínimo nacional (PCP).
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Votação Deliberação — DAR I série — 66-67 — 22/04/2017
I SÉRIE — NÚMERO 79
O Sr. João Torres (PS): — Sr. Presidente, peço a palavra.
O Sr. Presidente: — Para que efeito, Sr. Deputado?
O Sr. João Torres (PS): — Sr. Presidente, para anunciar que, em nome pessoal e no dos Srs. Deputados
Pedro Delgado Alves, Ivan Gonçalves e Diogo Leão, apresentarei uma declaração de voto sobre estas duas
votações.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.
Se não houver objeções, vamos votar em conjunto os projetos de resolução n.os 716/XIII (2.ª) — Programar,
sensibilizar e desburocratizar para combater a violência doméstica (Os Verdes), 800/XIII (2.ª) — Recomenda ao
Governo a adoção de medidas de prevenção e combate à violência doméstica (BE) e 807/XIII (2.ª) —
Recomenda ao Governo a promoção de medidas de prevenção e combate a situações de violência (PAN).
Submetidos à votação, foram aprovados por unanimidade.
Srs. Deputados, vamos proceder à votação do projeto de resolução n.º 811/XIII (2.ª) — Recomenda ao
Governo a aprovação de novo plano nacional para a igualdade de género, cidadania e não discriminação e a
avaliação dos resultados e eficácia da aplicação de pulseira eletrónica em contexto de violência doméstica (CDS-
PP) (a parte dispositiva foi substituída a pedido do autor).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Srs. Deputados, passamos à votação da proposta de resolução n.º 47/XIII (2.ª) — Aprova o Acordo entre a
República Portuguesa e a República do Peru para a Proteção, Conservação, Recuperação e Devolução de Bens
Culturais, Paleontológicos, Arqueológicos, Artísticos e Históricos, Furtados, Roubados e Ilicitamente Exportados
ou Transferidos, assinado em Lisboa, em 19 de novembro de 2012.
Submetida à votação, foi aprovada por unanimidade.
Vamos, agora, votar a proposta de resolução n.º 48/XIII (2.ª) — Aprova o Acordo entre a República
Portuguesa e a República da África do Sul sobre Cooperação Científica e Tecnológica, assinado em Durban em
28 de agosto de 2015.
Submetida à votação, foi aprovada por unanimidade.
Vamos proceder à votação do projeto de resolução n.º 492/XIII (2.ª) — Programa de ações específicas
ligadas ao afastamento e à insularidade (POSEI) (PSD).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação do texto de substituição, apresentado pela Comissão de Educação e Ciência, relativo
aos projetos de resolução n.os 501/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo a criação de um grupo de recrutamento
para docentes de língua gestual portuguesa (BE), 504/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo que a língua gestual
portuguesa seja incluída no leque de atividades de enriquecimento curricular existentes (BE), 505/XIII (2.ª) —
Recomenda ao Governo a disponibilização de ensino de língua gestual portuguesa aos alunos e às alunas
ouvintes nas escolas de referência para a educação bilingue de alunos surdos (BE), 561/XIII (2.ª) — Pela
valorização da língua gestual portuguesa (PCP), 564/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas para uma
escola de maior qualidade para os alunos surdos (CDS-PP), 567/XIII (2.ª) — Valorização e promoção da língua
gestual portuguesa (PS), 569/XIII (2.ª) — Garantia de uma escola inclusiva, através da promoção da língua
gestual (Os Verdes) e 754/XIII (2.ª) — Recomenda ao Governo a criação de uma bolsa de intérpretes de língua
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