PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Projeto de Resolução nº 443/XIII/1ª
Pela Valorização e Reforço da Prestação de Cuidados de Saúde no Hospital da
Senhora da Oliveira, Guimarães
I
Desde agosto de 2015 que o hospital voltou a designar-se de Hospital da Senhora da
Oliveira, Guimarães. Tal decorre do facto de a 1 de janeiro de 2015 o Hospital de S.
José de Fafe ter deixado de estar integrado no Centro Hospitalar Alto Ave, em virtude
da decisão do anterior Governo de devolver os hospitais à Santa Casa da Misericórdia.
Sobre o processo de devolução do Hospital de S. José de Fafe, importa referir que o
mesmo foi envolvido na maior opacidade e o resultado concreto foi o esvaziamento
dessa unidade, sem que se aumentasse a capacidade de resposta do Hospital da
Senhora da Oliveira.
De acordo com a informação do sítio eletrónico, o hospital tem uma área de influência
direta junto de cerca de 350 mil pessoas, cuja área territorial abarca cinco concelhos:
Guimarães, Fafe, Cabeceiras de Basto, Vizela e Mondim de Basto. Para além destes
cinco concelhos, esta unidade hospitalar atende utentes de Vila Nova de Famalicão,
Felgueiras e Celorico de Basto. Acresce, ainda, que o hospital gere a unidade de
internamento de Cabeceiras de Basto.
O Hospital da Senhora da Oliveira presta cuidados de saúde nas áreas da medicina, da
cirurgia, urgência e meios complementares de diagnóstico e terapêutica, possui
unidade de convalescença e de cirurgia de ambulatório, unidade de crise e da dor,
centro de procriação medicamente assistida e cuidados paliativos.
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Em março de 2013, foi criado o Centro de Excelência em Doenças Lisossomais de
Sobrecarga, o qual passou, em maio do corrente ano, a Centro de Referencia Nacional
na área das Doenças Lisossomais de Sobrecarga.
Em termos do serviço de urgência, Hospital possui a urgência geral, de obstetrícia e
pediatria. No que toca ao internamento, o centro hospitalar detém internamento nas
seguintes especialidades: Cardiologia, Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular,Dermatologia,
Estomatologia, Gastroenterolgia, Ginecologia, Medicina Interna, Medicina
Reprodutiva, Neonatologia, Neurologia, Obstetrícia, Oftalmologia, Oncologia Médica,
Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumonologia, Psiquiatria, Unidade de
Cuidados Intensivos de Cardiologia, Unidade de Cuidados Intensivos de Neonatologia,
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente e Urologia. Para além destas áreas o CHAA
possui ainda uma unidade de convalescença.
As atuais instalações do Hospital Nossa Senhora da Oliveira foram inauguradas em
1991, tendo entrado em funcionamento em 25 de setembro.
Relativamente ao serviço de urgência há muito tempo que são necessárias obras de
reabilitação/remodelação, sendo constantes as promessas, efetuadas por sucessivos
governos, de que as mesmas se iriam realizar. Foi mesmo aprovada na Assembleia da
República, por iniciativa do PCP, uma recomendação ao Governo nesse sentido em
abril de 2015. Segundo as informações veiculadas pelo Conselho de Administração, o
projeto de arquitetura e especialidades está concluído estando agora na Comissão de
Coordenação de Desenvolvimento da Região Norte para avaliação e verificação das
conformidades. Finda esta fase passar-se-á para o lançamento do concurso para a
realização das obras de requalificação. Ainda de acordo com os dados disponibilizados,
a intervenção será suportada por capitais próprios e fundos comunitários. Ora o
serviço de urgência, mais ainda numa situação de penúria generalizada nos cuidados
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de saúde primários, é um elemento determinante para assegurar o direito das
populações a uma saúde de qualidade. Notícias recentes continuam a dar conta das
maiores dificuldades, consequência da grande afluência de utentes que não
encontram respostas noutros serviços, bem como do desajustamento das instalações
às exigências do presente. Não pode ficar por isso, apenas sujeito à boa vontade e às
economias do Conselho de Administração do momento, reclamando uma intervenção
e investimento do Ministério da Saúde.
Sobre a atividade assistencial e recorrendo aos dados publicados no Portal do SNS
constata-se que, no mês de abril, o número total de consultas realizadas estava em
linha com o número de consultas realizadas no período homólogo, isto é, abril de
2015. Porém, regista-se uma diminuição no número de intervenções cirúrgicas
programadas quer de ambulatório, quer convencionais. Registou-se, de igual modo,
uma redução no número de sessões de imuno-hemoterapia. Tendo-se registado um
aumento significativo de sessões de psiquiatria. Dados fornecidos pelo Conselho de
Administração, em reunião ocorrida recentemente, apontam para um aumento de
atividade nos meses de maio e junho na generalidade das áreas de intervenção do
hospital.
No que aos profissionais diz respeito, pese embora ter havido um aumento de
profissionais ainda persistem carências, designadamente de assistentes operacionais e
enfermeiros.
II
O Governo PSD/CDS ensaiou e, em certos casos, levou a cabo uma reforma hospitalar,
que se baseou em processos de concentração, fusão e encerramento de serviços e
valências. Do leque das propostas legislativas sobre a reforma hospitalar regista-se a
publicação em abril de 2014 da Portaria nº 82/2014,de 10 de abril, que procedia à
classificação dos hospitais em quatro grupos. Na prática o que esta Portaria impõe é a
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desclassificação e desqualificação da esmagadora maioria dos hospitais, através da
redução de serviços, de valências e especialidades e de profissionais de saúde..
Portaria que, no caso do Hospital da Senhora da Oliveira, teria consequências muito
nefastas, ou seja, destruiria importantes serviços prestados pelo hospital.
Na sequência da publicação do diploma, foram desenvolvidas várias ações de
contestação, as quais tiveram uma expressiva adesão por parte dos profissionais do
hospital, da população e dos autarcas do concelho de Guimarães, os quais contaram
sempre com o apoio do PCP.
O PCP sempre defendeu a revogação da Portaria nº 82/2014, de 10 de abril, tendo
para o efeito apresentado iniciativas legislativas, na anterior legislatura, tendentes a
almejar esse desiderato mas a sua aprovação esbarrou sempre com a posição de apoio
da maioria parlamentar (PSD/CDS) que então suportava o Governo. Todavia, a luta
travada pelos profissionais, utentes e pelos autarcas aliada à nova correlação de forças
na Assembleia da República saída das eleições de 4 de outubro permitiu a aprovação
na Assembleia da República de uma resolução que recomendava a revogação da
Portaria, que foi posteriormente concretizada por despacho governamental.
O PCP pugna pelo reforço das valências e serviços disponibilizados, pela contratação
dos profissionais de saúde em falta, pela garantia das condições materiais adequadas a
uma resposta de qualidade para todos, assim como exige a concretização da realização
de obras de remodelação do Serviço de Urgência do Hospital da Senhora da Oliveira
em Guimarães e a manutenção e reforço da unidade de internamento de Cabeceiras
de Basto.
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Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do n.º 1
do artigo 4.º do Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que
a Assembleia da República adote a seguinte
Resolução
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição
da República, recomendar ao Governo que:
1. Sejam iniciadas as obras de remodelação do serviço de urgência do Hospital da
Senhora da Oliveira, ainda no ano de 2016, assegurando o Ministério da Saúde os
meios para essa intervenção.
2. Reforce o quadro de pessoal do hospital da Senhora da Oliveira condição essencial
para garantir um serviço de qualidade.
3.Melhore as condições de trabalho dos profissionais de saúde, reponha os seus
direitos e dignifique as suas carreiras, proporcionando uma efetiva valorização
profissional e progressão na carreira.
4. Mantenha e reforce a unidade da unidade de internamento de Cabeceiras de Basto.
Palácio de São Bento, de 13 julho de 2016
Os Deputados,
CARLA CRUZ; JOÃO RAMOS; PAULA SANTOS; JORGE MACHADO; RITA RATO; PAULO
SÁ; ANA MESQUITA; MIGUEL TIAGO; ANA VIRGÍNIA PEREIRA; DIANA FERREIRA;
JOÃO OLIVEIRA
---
Publicação — DAR II série A — 69-71 — 15/07/2016
15 DE JULHO DE 2016 69
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 443/XIII (1.ª)
PELA VALORIZAÇÃO E REFORÇO DA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NO HOSPITAL DA
SENHORA DA OLIVEIRA, GUIMARÃES
I
Desde agosto de 2015 que o hospital voltou a designar-se de Hospital da Senhora da Oliveira, Guimarães.
Tal decorre do facto de a 1 de janeiro de 2015 o Hospital de S. José de Fafe ter deixado de estar integrado no
Centro Hospitalar Alto Ave, em virtude da decisão do anterior Governo de devolver os hospitais à Santa Casa
da Misericórdia.
Sobre o processo de devolução do Hospital de S. José de Fafe, importa referir que o mesmo foi envolvido na
maior opacidade e o resultado concreto foi o esvaziamento dessa unidade, sem que se aumentasse a
capacidade de resposta do Hospital da Senhora da Oliveira.
De acordo com a informação do sítio eletrónico, o hospital tem uma área de influência direta junto de cerca
de 350 mil pessoas, cuja área territorial abarca cinco concelhos: Guimarães, Fafe, Cabeceiras de Basto, Vizela
e Mondim de Basto. Para além destes cinco concelhos, esta unidade hospitalar atende utentes de Vila Nova de
Famalicão, Felgueiras e Celorico de Basto. Acresce, ainda, que o hospital gere a unidade de internamento de
Cabeceiras de Basto.
O Hospital da Senhora da Oliveira presta cuidados de saúde nas áreas da medicina, da cirurgia, urgência e
meios complementares de diagnóstico e terapêutica, possui unidade de convalescença e de cirurgia de
ambulatório, unidade de crise e da dor, centro de procriação medicamente assistida e cuidados paliativos.
Em março de 2013, foi criado o Centro de Excelência em Doenças Lisossomais de Sobrecarga, o qual
passou, em maio do corrente ano, a Centro de Referência Nacional na área das Doenças Lisossomais de
Sobrecarga.
Em termos do serviço de urgência, Hospital possui a urgência geral, de obstetrícia e pediatria. No que toca
ao internamento, o centro hospitalar detém internamento nas seguintes especialidades: Cardiologia, Cirurgia
Geral, Cirurgia Vascular, Dermatologia, Estomatologia, Gastroenterologia, Ginecologia, Medicina
Interna, Medicina Reprodutiva, Neonatologia, Neurologia, Obstetrícia, Oftalmologia, Oncologia Médica,
Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria, Unidade de Cuidados Intensivos de
Cardiologia, Unidade de Cuidados Intensivos de Neonatologia, Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente e
Urologia. Para além destas áreas o CHAA possui ainda uma unidade de convalescença.
As atuais instalações do Hospital Nossa Senhora da Oliveira foram inauguradas em 1991, tendo entrado em
funcionamento em 25 de setembro.
Relativamente ao serviço de urgência há muito tempo que são necessárias obras de
reabilitação/remodelação, sendo constantes as promessas, efetuadas por sucessivos governos, de que as
mesmas se iriam realizar. Foi mesmo aprovada na Assembleia da República, por iniciativa do PCP, uma
recomendação ao Governo nesse sentido em abril de 2015. Segundo as informações veiculadas pelo Conselho
de Administração, o projeto de arquitetura e especialidades está concluído estando agora na Comissão de
Coordenação de Desenvolvimento da Região Norte para avaliação e verificação das conformidades. Finda esta
fase passar-se-á para o lançamento do concurso para a realização das obras de requalificação. Ainda de acordo
com os dados disponibilizados, a intervenção será suportada por capitais próprios e fundos comunitários. Ora o
serviço de urgência, mais ainda numa situação de penúria generalizada nos cuidados de saúde primários, é um
elemento determinante para assegurar o direito das populações a uma saúde de qualidade. Notícias recentes
continuam a dar conta das maiores dificuldades, consequência da grande afluência de utentes que não
encontram respostas noutros serviços, bem como do desajustamento das instalações às exigências do presente.
Não pode ficar por isso, apenas sujeito à boa vontade e às economias do Conselho de Administração do
momento, reclamando uma intervenção e investimento do Ministério da Saúde.
Sobre a atividade assistencial e recorrendo aos dados publicados no Portal do SNS constata-se que, no mês
de abril, o número total de consultas realizadas estava em linha com o número de consultas realizadas no
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Apreciação — DAR I série — 56-59 — 21/07/2016
I SÉRIE — NÚMERO 89
Esta é, talvez, uma reflexão que temos de fazer, mas eu não queria deixar de o referir neste momento da
discussão da petição onde, em concreto, esta questão aconteceu.
Vozes de Os Verdes e do PCP: — Muito bem!
O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Sr.ª Deputada, reconheço a pertinência da sua preocupação e até
lamento que possa ter acontecido pessoas que se tenham deslocado ao Parlamento que não tenham tido a
possibilidade de assistir à parte da discussão relativa à motivação que os trouxe. Creio que temos de ponderar
isso em Conferência de Líderes, face aos agendamentos futuros.
Em todo o caso, agradeço a sua observação, Sr.ª Deputada.
Srs. Deputados, vamos passar ao quarto ponto da nossa ordem do dia, que consta da discussão conjunta
da petição n.º 7/XIII (1.ª) — Apresentada por Maria de Lurdes de Jesus Leite Ribeiro e outros, solicitando à
Assembleia da República a adoção de medidas que permitam a melhoria das condições de tratamento dos
doentes, nomeadamente no atendimento do serviço de urgência, no Hospital de Guimarães, e dos projetos de
resolução n.os 174/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo que dote o Hospital de Guimarães das adequadas
condições ao seu normal funcionamento (BE), 437/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo a realização de obras
urgentes nos serviços de urgência do Hospital Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães (CDS-PP), 439/XIII
(1.ª) — Por condições de atendimento e de trabalho dignas no serviço de urgência do Hospital de Guimarães
(Os Verdes), e 443/XIII (1.ª) — Pela valorização e reforço da prestação de cuidados de saúde no Hospital da
Senhora da Oliveira, Guimarães (PCP), na generalidade.
Peço a compreensão dos Srs. Deputados para o cumprimento dos tempos, sendo que para esta discussão
há o tempo disponível de 2 minutos para cada grupo parlamentar.
Para uma intervenção, tem a palavra o Sr. Deputado Pedro Soares.
O Sr. PedroSoares (BE): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Começo por saudar os autores da
petição que vêm em defesa do Hospital de Guimarães e de todos os seus serviços e que exigem condições
dignas de atendimento nas urgências.
Esta petição espelha bem a preocupação das populações do Alto Ave. Há cerca de 350 000 habitantes que
são potenciais utentes do Serviço Nacional de Saúde e do Hospital de Guimarães.
Queria também aproveitar esta oportunidade para saudar os profissionais do Hospital de Guimarães, que,
apesar de todas as dificuldades e tendo em conta a sua situação de precaridade, procuram assegurar um serviço
de qualidade aos utentes do Serviço Nacional de Saúde.
Esta petição coloca três questões absolutamente centrais: primeiro, a falta de profissionais e a precariedade
em que muitos continuam a estar no Hospital de Guimarães; segundo, a necessidade de investimento em meios
e em instalações do Hospital, desde logo nas urgências; terceiro, mas não menos importante, esta herança que
ainda existe da Portaria n.º 84/2014 do anterior Governo, um verdadeiro Pokémon que se assoma nas esquinas
do Hospital de Guimarães e ameaça constantemente a desvalorização e a perda de valências neste Hospital.
Esta herança nós não a queremos e queremos que ela seja rapidamente revertida.
Por isso, o Bloco de Esquerda apresenta um projeto de resolução que pretende a garantia da manutenção
das valências atuais, o reforço do pessoal médico, auxiliar e técnico e a intervenção nos meios e nas instalações,
para acabar com os doentes nos corredores e com ambulâncias em fila de espera nas urgências.
É preciso que existam medidas urgentes para que o Hospital de Guimarães cumpra a sua missão, que é a
de prestar serviços de qualidade aos utentes do Serviço Nacional de Saúde no Alto Cávado e, em particular, em
toda a região de Guimarães.
Aplausos do BE.
O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Tem a palavra a Sr.ª Deputada Vânia Dias da Silva.
A Sr.ª Vânia Dias da Silva (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Gostaria de começar por
dizer que o CDS acompanha os mais de 4500 vimaranenses que, com razão, solicitaram a urgente reconversão
da urgência do Hospital de Guimarães, a quem, desde já, saúdo e felicito por esta iniciativa, deixando uma
---
Votação Deliberação — DAR I série — 96-96 — 21/07/2016
I SÉRIE — NÚMERO 89
Neste momento, registam-se manifestações de protesto de público presente nas galerias.
Peço ao público presente nas galerias para não se manifestar, nem em caso de regozijo, que não é o caso,
nem em caso de protesto.
Passamos à votação do projeto de resolução n.º 174/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo que dote o Hospital
de Guimarães das adequadas condições ao seu normal funcionamento (BE).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
abstenções do PSD e do CDS-PP.
Vamos, agora, votar o projeto de resolução n.º 437/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo a realização de obras
urgentes nos serviços de urgência do Hospital da Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães (CDS-PP).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação do projeto de resolução n.º 439/XIII (1.ª) — Por condições de atendimento e de trabalho
dignas no serviço de urgência do Hospital de Guimarães (Os Verdes).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
abstenções do PSD e do CDS-PP.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 443/XIII (1.ª) — Pela valorização e reforço da prestação de cuidados
de saúde no Hospital da Senhora da Oliveira, Guimarães (PCP).
Também relativamente a este projeto de resolução, o PS solicitou a votação em separado dos pontos 2, 3 e
4 e, depois, o restante. Não havendo oposição, vamos votar, primeiro, os pontos 2, 3 e 4 do referido projeto de
resolução.
Submetidos à votação, foram aprovados, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN
e abstenções do PSD e do CDS-PP.
Vamos votar o restante do projeto de resolução.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e abstenções
do PSD, do PS e do CDS-PP.
Passamos à votação, na generalidade, do projeto de lei n.º 280/XIII (1.ª) — Reduz a taxa de IVA aplicável
aos produtos alimentares para animais de companhia para a taxa intermédia (PAN).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD, do PS, do CDS-PP e do PCP e votos a favor
do BE, de Os Verdes e do PAN.
Vamos, agora, votar o projeto de resolução n.º 447/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo que avalie a redução
da taxa de IVA incidente sobre produtos alimentares para animais de companhia, tendo em vista a possibilidade
de incluir essa redução no Orçamento do Estado para 2017 (BE).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD, do PS e do CDS-PP, votos a favor do BE, de
Os Verdes, do PAN, do Deputado do PS Paulo Trigo Pereira e do Deputado do CDS-PP João Rebelo e
abstenções do PCP e dos Deputados do CDS-PP Isabel Galriça Neto, Nuno Magalhães, Patrícia Fonseca e
Telmo Correia.
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