Grupo Parlamentar
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PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 213/XIII-1.ª
PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR ATRAVÉS DE UM ESTRATÉGICO E
ADEQUADO DIMENSIONAMENTO DE TURMAS
Exposição de motivos
Num cenário ideal e livre de condicionamentos de várias ordens, cada aluno teria para si
um professor – ou um conjunto de professores - dedicado ao seu processo de
aprendizagem, único e específico. À exceção das competências relativas ao trabalho
colaborativo e de equipa, o rácio 1:1 seria aquele que permitiria que cada aluno fosse
conduzido ao seu melhor resultado possível em termos de sucesso escolar.
Acontece que este cenário ideal não é passível de aplicação real, por razões de ordem
logística, orçamental e mesmo, como referido, pedagógica. Nesses termos, e do ponto
de vista das políticas públicas a pergunta que se deve colocar é a de qual o ponto de
equilíbrio possível quanto ao número de alunos por turma, conjugando ganhos
pedagógicos com os custos económicos comportáveis para o sistema de educação,
concretamente, para a rede pública de educação em Portugal. Dito de outra forma, qual
o tamanho ótimo de uma turma dado o trabalho letivo a ser desenvolvido e o custo que
essa turma representa em termos do Orçamento de Estado da educação, presente e
futuro.
Ora, em bom rigor, a pergunta formulada não tem – não pode e não deve ter – uma
resposta única. O número ótimo de alunos por turma depende também da constituição
da própria turma, do ciclo de ensino dessa turma, das disciplinas em causa e do contexto
em que a escola se insere. Isto é, a pergunta não tem uma resposta universal, transversal
a todas as turmas e todas as escolas.
Acresce que há diversos estudos que mostram não ser possível estabelecer uma relação
causa-efeito entre o número de alunos por turma e o sucesso escolar, dentro dos limites
praticados no sistema de ensino português.
Por outro lado, há que ter em conta a liberdade de escolha das escolas pelos pais, dentro
do quadro legal instituído, e a preferência que podem ter por matricular os seus filhos
numas escolas em detrimento de outras.
Finalmente, a reflexão sobre um estratégico e adequado dimensionamento de turmas no
quadro da promoção do sucesso escolar, deveria alargar-se para uma discussão mais lata
sobre os novos modelos de sala de aula, adaptados às competências do século XXI.
Nesse âmbito, pode deixar de fazer sentido falar em “turmas” no sentido clássico, mas
em outros formatos de organização em grupos, mais dinâmicos e flexíveis.
Nestes termos, e na expectativa de que o atual Governo responsavelmente garantirá a
consequente dotação orçamental – acautelando presente e futuro –, o Grupo Parlamentar
do CDS-PP, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, propõe
que a Assembleia da República recomende ao Governo que tome as medidas
legislativas e administrativas a fim de que se promova o sucesso educativo através de
um estratégico e adequado dimensionamento de turmas, designadamente:
Nestes termos, e na expectativa de que o atual Governo responsavelmente
garantirá a consequente dotação orçamental – acautelando presente e futuro –, o
Grupo Parlamentar do CDS-PP, ao abrigo das disposições constitucionais e
regimentais aplicáveis, propõe que a Assembleia da República recomende ao
Governo que tome as medidas legislativas e administrativas a fim de que se
promova o sucesso educativo através de um estratégico e adequado
dimensionamento de turmas, designadamente:
1. Verifique o cumprimento das disposições atuais previstas na lei,
designadamente no Despacho Normativo n.º 7-B/2015, de 7 de maio, em
particular, em anos de início de ciclo.
2. Promova a adoção de práticas letivas assistidas (i.e., de coadjuvação), aulas
de apoio, o recurso aos projetos de promoção de sucesso já existentes ou a
outros a criar para o efeito, definindo os critérios para a sua aplicação.
3. Desenvolva uma discussão alargada e fundamentada sobre quais os modelos
de organização pedagógica das escolas, incluindo as tipologias e formatos de
turmas, que se pretendem desenvolver na rede pública de educação,
considerando, nomeadamente, experiências inovadoras já em curso noutros
países.
Palácio de S. Bento, 31 de março de 2016.
Os Deputados:
ANA RITA BESSA
ABEL BAPTISTA
NUNO MAGALHAES
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Publicação — DAR II série A — 23-24 — 31/03/2016
31 DE MARÇO DE 2016 23
Assim, uma ligação rodoviária fundamental para as populações e para a economia permanece em condições
que são uma verdadeira ameaça à segurança de pessoas e bens.
De acordo com a informação veiculada ao longo do tempo, primeiro pela EP/Estradas de Portugal e agora
pela chamada IP/Infraestruturas de Portugal, não estão previstos quaisquer trabalhos de requalificação do IC1,
no troço em causa. Este troço está incluído no conjunto que será entregue à IP, a qual projetará e construirá a
intervenção de requalificação, sendo que a retoma de trabalhos apenas supostamente poderia ser iniciada
depois da conclusão do processo de reversão.
Objetivamente não se sabe em que momento tal virá a suceder. De acordo com os elementos vindos a
público, mais uma vez também em 2016 não há perspetivas de a situação se desbloquear, a manter-se o quadro
que está colocado.
O PCP tem vindo reiteradamente a suscitar o problema das condições em que a rede viária se encontra,
principalmente nas situações que resultam dos ruinosos processos de contratos PPP (como neste caso). Assim,
propusemos já a reavaliação das decisões sobre o cancelamento de intervenções na rede viária a requalificar
ou construir, garantindo a criteriosa e rigorosa gestão dos recursos, estudando as melhores alternativas de
projeto e recorrendo à gestão pública. Tal proposta continua a ser uma exigência justa e atual, que não deve
ser abandonada.
Estamos perante uma situação inaceitável, em que se verificou o agravamento do problema até ao ponto em
que as populações são confrontadas com uma perspetiva insuportável que se ameaça prolongar desta forma.
Há mais de cinco anos que este processo se arrasta e a situação de impasse sem fim à vista é inaceitável.
Perante isto, há medidas de resposta a este problema que têm de ser tomadas com carácter de máxima
urgência.
Nestes termos, e tendo em consideração o acima exposto, ao abrigo da alínea b) do artigo 156.º da
Constituição e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento da Assembleia da República, os Deputados
abaixo assinados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a Assembleia da República adote a seguinte
resolução.
A Assembleia da República, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, resolve:
Recomendar ao Governo que promova, com caráter de urgência, as medidas necessárias para
garantir que a recuperação e beneficiação do IC1, no troço Alcácer do Sal/Grândola, seja
realizada com a máxima rapidez, promovendo as condições de circulação em plena segurança
de forma consentânea com o nível de serviço exigível a um eixo viário fundamental e
salvaguardando o interesse público, no plano judicial se necessário.
Assembleia da República, 31 de março de 2016.
Os Deputados do PCP: Bruno Dias — Francisco Lopes — Paula Santos — João Oliveira — Diana Ferreira
— Rita Rato — Ana Mesquita — Ana Virgínia Pereira — Jorge Machado — Carla Cruz — João Ramos.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 213/XIII (1.ª)
PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR ATRAVÉS DE UM ESTRATÉGICO E ADEQUADO
DIMENSIONAMENTO DE TURMAS
Exposição de motivos
Num cenário ideal e livre de condicionamentos de várias ordens, cada aluno teria para si um professor – ou
um conjunto de professores – dedicado ao seu processo de aprendizagem, único e específico. À exceção das
competências relativas ao trabalho colaborativo e de equipa, o rácio 1:1 seria aquele que permitiria que cada
aluno fosse conduzido ao seu melhor resultado possível em termos de sucesso escolar.
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Apreciação — DAR I série — 43-51 — 08/04/2016
8 DE ABRIL DE 2016
A Sr.ª AssunçãoCristas (CDS-PP): — Muito bem!
A Sr.ª PatríciaFonseca (CDS-PP): — De facto, as medidas não são conhecidas. No entanto, conhecemos
um comunicado do Gabinete do Sr. Ministro que dava conta de que, na reunião de ministros da agricultura,
defendeu várias medidas, algumas das quais foram parcialmente aprovadas, como, por exemplo, a admissão
do princípio de que é necessário reduzir a produção no setor da suinicultura.
Não percebo, Srs. Deputados, como é que, num País que produz apenas 60% do que consome, vamos
defender a redução da produção no setor da suinicultura. O que nós queremos é produzir mais e procurar novos
mercados.
Aplausos do CDS-PP.
O que é que aconteceu ao «dossier China», que, quando o Governo anterior saiu de funções, estava
pendente apenas de uma assinatura? Por que é que são necessários quatro meses em relação a um processo
que estava pendente de uma simples assinatura e que ficou na pasta para o Sr. Ministro tratar?
Sr. Presidente, Srs. Deputados, também falámos aqui na defesa e na promoção destes setores e no facto de
os portugueses quererem consumir em igualdade de circunstâncias produtos portugueses. Uma das medidas
que estava prevista, pelo anterior Governo, no plano de ação para apoiar o setor do leite, mas que se aplica
também ao setor da suinicultura, era a de rever os critérios das normas do programa Portugal Sou Eu e incentivar
os produtores e a grande distribuição a colocar o selo da marca Portugal Sou Eu.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Queira terminar, Sr.ª Deputada.
A Sr.ª PatríciaFonseca (CDS-PP): — Vou terminar, Sr. Presidente.
Tal medida não tem qualquer tipo de peso em termos financeiros, nem para a grande distribuição, nem para
os produtores do programa Portugal Sou Eu. Basta a Administração, em conjunto com o setor, definir as regras
para que o leite português e a carne portuguesa possam ter o selo Portugal Sou Eu para que o consumidor,
quando chegar ao supermercado, consiga identificar esse selo e saiba que se trata de um produto português.
Aplausos do CDS-PP.
O Sr. Ascenso Simões (PS): — Sr. Presidente, dá-me licença que use da palavra?
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Pede a palavra para que efeito?
O Sr. Ascenso Simões (PS): — É para fazer uma interpelação à Mesa, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Faça favor, Sr. Deputado.
O Sr. Ascenso Simões (PS): — Sr. Presidente, gostaria de pedir à Mesa para distribuírem as atas da
Comissão de Agricultura dos anos 2002 e 2003 a propósito da reforma da PAC, onde, nessas reuniões, foi
claramente debatido com o Ministro Sevinate Pinto a redução e a eliminação das quotas leiteiras.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Muito obrigado, Sr. Deputado. Assim que essa documentação
chegar à posse da Mesa, faremos imediatamente a distribuição.
Entramos agora no ponto 4 da ordem de trabalhos, o qual consta da discussão dos projetos de lei n.os 16/XIII
(1.ª) — Estipula o número máximo de alunos por turma (Os Verdes), 148/XIII (1.ª) — Estabelece medidas de
redução do número de alunos por turma visando a melhoria do processo de ensino-aprendizagem (PCP) e
154/XIII (1.ª) — Estabelece um número máximo de alunos por turma e por docente na educação pré-escolar e
nos ensinos básico e secundário (BE) e dos projetos de resolução n.os 213/XIII (1.ª) — Promoção do sucesso
escolar através de um estratégico e adequado dimensionamento de turmas (CDS-PP), 216/XIII (1.ª) —
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Requerimento de adiamento de Votação — DAR I série — 09/04/2016
Sábado, 9 de abril de 2016 I Série — Número 52
XIII LEGISLATURA 1.ª SESSÃO LEGISLATIVA (2015-2016)
REUNIÃOPLENÁRIADE8DEABRILDE 2016
Presidente: Ex.mo Sr. Eduardo Luís Barreto Ferro Rodrigues
Secretários: Ex.mos Srs. Duarte Rogério Matos Ventura Pacheco Idália Maria Marques Salvador Serrão
S U M Á R I O
O Presidente, após ter declarado aberta a sessão às 10
horas e 5 minutos, anunciou a realização da eleição, durante a reunião plenária, de representantes indicados pelos Grupos Parlamentares do PS e do BE para o Conselho Nacional de Educação.
Procedeu-se ao debate conjunto do projeto de lei n.º 155/XIII (1.ª) — Regime de classificação e proteção de lojas e entidades com interesse histórico e cultural (PS), na generalidade, e do projeto de resolução n.º 220/XIII (1.ª) — Classificação e valorização das lojas históricas (Os Verdes), que foram aprovados. Intervieram os Deputados Pedro Delgado Alves (PS), Heloísa Apolónia (Os Verdes), Álvaro Castello-Branco (CDS-PP), Paula Santos (PCP), Jorge Moreira da Silva (PSD), Isabel Pires (BE) e Miguel Coelho (PS).
Foram discutidos, conjuntamente, os projetos de lei n.os 152/XIII (1.ª) — Altera o Estatuto dos Deputados e o Regime de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos (BE), 153/XIII (1.ª) — Altera o Estatuto dos Deputados tornando obrigatório o regime de exclusividade dos Deputados à Assembleia da República (BE), 141/XIII (1.ª) — Décima segunda alteração ao Estatuto dos Deputados (PCP), 142/XIII (1.ª) — Altera o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos [Oitava alteração à Lei n.º 64/93, de 26 de agosto (PCP)] e 150/XIII
(1.ª) — Reforça as regras de transparência e rigor no exercício de cargos políticos e altos cargos públicos e de controlo dos acréscimos patrimoniais injustificados (PS), na generalidade, e o projeto de resolução n.º 215/XIII (1.ª) — Constituição de uma comissão eventual para o reforço da transparência no exercício de funções públicas (PS). Usaram da palavra, a diverso título, os Deputados Pedro Filipe Soares (BE), Jorge Machado (PCP), Filipe Neto Brandão (PS), João Oliveira (PCP), Luís Marques Guedes (PSD), José Manuel Pureza (BE), José Luís Ferreira (Os Verdes), António Carlos Monteiro (CDS-PP) e Nuno Magalhães (CDS-PP).
Após aprovação do projeto de resolução n.º 215/XIII (1.ª), foram aprovados requerimentos, apresentados, respetivamente, pelo BE, pelo PCP e pelo PS, solicitando a baixa a esta Comissão de Eventual para o Reforço da Transparência no Exercício de Funções Públicas, a constituir, dos projetos de lei n.os 152/XIII (1.ª), 153/XIII (1.ª), 141/XIII (1.ª), 142/XIII (1.ª) e 150/XIII (1.ª), sem votação e pelo prazo de 180 dias.
Foi apreciado o Decreto-Lei n.º 11/2016, de 8 de março, que cria uma medida excecional de apoio ao emprego através da redução da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora, em 0,75 pontos percentuais, relativa às contribuições referentes às remunerações devidas nos meses de fevereiro de 2016 a janeiro de 2017 [apreciação parlamentar n.º 13/XIII (1.ª) (CDS-PP)]. Proferiram
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Votação Deliberação — DAR I série — 08/10/2016
Sábado, 8 de outubro de 2016 I Série — Número 10
XIII LEGISLATURA 2.ª SESSÃO LEGISLATIVA (2016-2017)
REUNIÃOPLENÁRIADE7DEOUTUBRODE 2016
Presidente: Ex.mo Sr. Jorge Lacão Costa
Secretários: Ex.mos Srs. Emília de Fátima Moreira Santos Diogo Feijóo Leão Campos Rodrigues
S U M Á R I O
O Presidente (Jorge Lacão) declarou aberta a sessão às
10 horas e 6 minutos. A abrir o debate da interpelação n.º 7/XIII (2.ª) — Sobre
políticas para a deficiência (BE), usou da palavra o Deputado Jorge Falcato Simões (BE), que utilizou, pela primeira vez, plataformas elevatórias para deficientes motores, facto que o Presidente saudou, realçando o simbolismo e o relevo que representam para o Parlamento, bem como para outras entidades públicas e privadas. Ainda na fase de abertura do debate, proferiu uma intervenção o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (Vieira da Silva).
Usaram da palavra, durante o debate, a diverso título, além daqueles oradores e dos Secretários de Estado da Educação (João Costa) e da Inclusão das Pessoas com Deficiência (Ana Sofia Antunes) — que o Presidente cumprimentou pelo valor do seu exemplo enquanto deficiente visual —, os Deputados Diana Ferreira (PCP), António Carlos
Monteiro (CDS-PP), Rui Riso (PS), Joana Mortágua (BE), Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), Júlia Rodrigues (PS), Heloísa Apolónia (Os Verdes), Sandra Pereira (PSD), José Moura Soeiro (BE), Feliciano Barreiras Duarte (PSD), Maria da Luz Rosinha (PS), Ilda Araújo Novo (CDS-PP), André Silva (PAN) e Maria Manuela Tender (PSD).
No encerramento do debate, intervieram o Deputado Pedro Filipe Soares (BE) e a Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, tendo aquele Deputado, no final, agradecido aos serviços da Assembleia o trabalho desenvolvido com vista às alterações de infraestruturas no sentido de um melhor acolhimento de pessoas com deficiência ou incapacidade, ao que se associou o Presidente.
Após leitura, a Câmara aprovou os votos n.os 137/XIII (2.ª) — De pesar pelo falecimento do jogador e treinador de futebol Mário Wilson (PSD, PS, BE, CDS-PP, PCP, Os Verdes e PAN), após o que a Câmara guardou 1 minuto de silêncio, e
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