PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Projeto de Resolução nº 22/XIII-1ª
Urgente construção integral do IC35
As eleições do passado dia 4 de outubro determinaram, não só a derrota do Governo
PSD/CDS, mas também a derrota de um projeto politico assente na pobreza, no
agravamento da exploração e que também cortou para níveis inaceitavelmente
irrisórios o investimento público no nosso país.
Com o Governo PSD/CDS importantíssimos investimentos públicos em infraestruturas
fundamentais foram, não obstante a propaganda, sucessivamente adiados.
A não conclusão do IC35 é um exemplo da gestão ruinosa do Governo PSD/CDS que,
ignorando as recomendações da Assembleia da República, desrespeita as populações e
manteve um problema de elevada sinistralidade.
Na verdade, a construção do IC35 é uma velha aspiração das populações da região do
Vale do Sousa e Baixo Tâmega, essencial para responder às necessidades de
mobilidade daquelas populações, para superar atrasos estruturais e potenciar o
desenvolvimento daquela que é das regiões mais empobrecidas da União Europeia.
Apesar das inúmeras promessas eleitorais a este respeito, por parte de sucessivos
Governos, a sua construção ainda não foi concretizada, significando um isolamento
numa região do país, cuja orografia já de si cria dificuldades de acesso.
Em 2011, o PCP apresentou um Projeto de Resolução que recomendava a construção
urgente da IC35. Este Projeto foi rejeitado pela maioria PSD/CDS, contrariando até
aquela que foi, na altura, a votação destes mesmos partidos na Assembleia Municipal
do concelho de Marco de Canaveses, que aprovou, por unanimidade, uma moção da
CDU recomendando ao Governo que procedesse à construção imediata do IC35.
A construção do IC35, que visa ligar a A4 à A25, é já uma antiga e justíssima aspiração
das populações dos concelhos de Penafiel, Marco de Canaveses, Castelo de Paiva e
Cinfães, entre outras.
Importa referir que há mais de 30 anos que é discutida a necessidade de construção de
um itinerário complementar (IC) que seja uma alternativa à EN 106, uma vez que esta
já não constitui, desde há muito tempo, uma verdadeira solução de mobilidade para
estas populações, sendo mesmo um martírio, para estas populações, a circulação na
EN106 – e todos quantos nela circulem o poderão confirmar.
A alta sinistralidade desta via (confirmados num estudo realizado pela Câmara
Municipal de Penafiel, em 2014), o seu percurso sinuoso e o tempo gasto na ligação
entre Penafiel e Castelo de Paiva, são incompatíveis com o volume de tráfego que
circula nesta via (dezenas de milhares de utilizadores por dia, sem que a mesma tenha
condições para tal), com os níveis de segurança rodoviária aceitáveis e com as
necessidades destas populações – o que está, aliás, mencionado no estudo de impacto
ambiental referente ao projeto de construção do IC35 que refere quanto à EN16 que
esta “apresenta elevados volumes de tráfego rodoviário, não é vedada, apresenta
ampla ocupação marginal e nela coexistem todos os tipos de trânsito (pedonal,
agrícola, motorizado local e motorizado de médio curso), combinação não adequada a
este tipo de itinerário no que se refere à sinistralidade e ao serviço prestado aos
utentes da via, bem como às populações marginais”.
Importa também referir que a inexistência do IC35 significa elevados impactos para a
economia local. A existência de vias de comunicação eficazes e eficientes é
fundamental para o desenvolvimento económico. A região do Vale do Sousa e Baixo
Tâmega, fruto do conjunto das opções políticas de sucessivos governos, tem uma
realidade económica e social marcada pelo desemprego e pela pobreza, que urge
combater. E também nesta dimensão a construção do IC35 tem influência, podendo
ser determinante para a captação de investimento, atração de empresas e
consequentemente, para o aumento do emprego nestes concelhos. No já referido
estudo de impacto ambiental pode ler-se que a construção do IC 35 “ produzirá
melhorias a vários níveis, pelo aumento da acessibilidade, essencialmente junto aos
nós, maior facilidade de escoamento de produtos, o que se revelará muito positivo
devido à grande atividade de extração de granitos existente no local, potenciando
ainda a instalação de novas atividades, a redução dos tempos de viagem e custos de
combustível, poupança de materiais e maior segurança na circulação viária.”
Por diversas vezes e de uma forma reiterada, diferentes responsáveis políticos,
assumiram o compromisso de construir esta importante via de circulação, sem que no
entanto, até aos dias de hoje, ela seja uma realidade na vida destas populações, tendo
a sua construção sido sucessivamente adiada.
É importante não esquecer este mesmo compromisso assumido por diversos
responsáveis políticos depois da tragédia da queda da ponte Hintze Ribeiro, em Entre-
os-Rios, a 4 de março de 2001, uma tragédia que afetou de forma dramática estas
populações.
Passaram já quase 15 anos deste a aprovação de um Projeto de Resolução, nesta
mesma Assembleia da República, que, entre outras medidas, recomendava a urgente
construção do IC35. A Resolução que daí resultou (nº 28/2001), publicada a 5 de abril
de 2001, subscrita por todos os grupos parlamentares e aprovada por unanimidade diz
que o Governo devia, com “carácter de prioridade absoluta” proceder ao lançamento
de um conjunto de obras – entre as quais a construção do IC35.
Para o PCP, os sucessivos atrasos na construção desta via são inaceitáveis e
injustificáveis, face às necessidades das populações, designadamente dos concelhos de
Penafiel, Marco de Canaveses e Castelo de Paiva.
O PCP tem pautado a sua intervenção pela defesa da concretização deste
investimento, nomeadamente através da apresentação de propostas de atribuição de
verbas em Orçamento do Estado, que foram sucessivamente reprovadas.
Já anteriormente, e em diferentes tomadas de posição públicas, o PCP exigiu ao
Governo construção do IC35 e, por diversas vezes, apresentou, em sede de Orçamento
do Estado, propostas concretas de inscrição de verbas para a construção do IC35.
Assumimos o compromisso de continuar a lutar pela construção do IC35 porque se
trata de um investimento fundamental para o desenvolvimento económico e social
destes concelhos e para a segurança das populações servidas por este IC.
O PCP lutou e irá continuar a lutar pela construção desta importante infraestrutura.
Esta continua a ser uma justa reivindicação das populações, descontentes com os
atrasos na construção desta via fundamental, que o PCP acompanha e traduz neste
Projeto de Resolução, no qual se exige que seja cumprido o que foi prometido e que,
sem mais demoras, se conclua a construção do IC35.
Assim, nos termos regimentais e constitucionais aplicáveis, os Deputados abaixo
assinados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a Assembleia da República
adote a seguinte resolução:
Resolução
A Assembleia da República nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da
República, considera urgente a construção integral do IC35.
Assembleia da República, 26 de novembro de 2015
Os Deputados,
JORGE MACHADO; DIANA FERREIRA; ANA VIRGÍNIA PEREIRA; CARLA CRUZ; ANA
MESQUITA; BRUNO DIAS; RITA RATO; MIGUEL TIAGO; JOÃO RAMOS
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Publicação — DAR II série A — 27-28 — 26/11/2015
26 DE NOVEMBRO DE 2015 27
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 22/XIII (1.ª)
URGENTE CONSTRUÇÃO INTEGRAL DO IC35
As eleições do passado dia 4 de outubro determinaram, não só a derrota do Governo PSD/CDS, mas também
a derrota de um projeto politico assente na pobreza, no agravamento da exploração e que também cortou para
níveis inaceitavelmente irrisórios o investimento público no nosso país.
Com o Governo PSD/CDS importantíssimos investimentos públicos em infraestruturas fundamentais foram,
não obstante a propaganda, sucessivamente adiados.
A não conclusão do IC35 é um exemplo da gestão ruinosa do Governo PSD/CDS que, ignorando as
recomendações da Assembleia da República, desrespeita as populações e manteve um problema de elevada
sinistralidade.
Na verdade, a construção do IC35 é uma velha aspiração das populações da região do Vale do Sousa e
Baixo Tâmega, essencial para responder às necessidades de mobilidade daquelas populações, para superar
atrasos estruturais e potenciar o desenvolvimento daquela que é das regiões mais empobrecidas da União
Europeia.
Apesar das inúmeras promessas eleitorais a este respeito, por parte de sucessivos governos, a sua
construção ainda não foi concretizada, significando um isolamento numa região do País, cuja orografia já de si
cria dificuldades de acesso.
Em 2011, o PCP apresentou um projeto de resolução que recomendava a construção urgente da IC35. Este
Projeto foi rejeitado pela maioria PSD/CDS, contrariando até aquela que foi, na altura, a votação destes mesmos
partidos na Assembleia Municipal do concelho de Marco de Canaveses, que aprovou, por unanimidade, uma
moção da CDU recomendando ao Governo que procedesse à construção imediata do IC35.
A construção do IC35, que visa ligar a A4 à A25, é já uma antiga e justíssima aspiração das populações dos
concelhos de Penafiel, Marco de Canaveses, Castelo de Paiva e Cinfães, entre outras.
Importa referir que há mais de 30 anos que é discutida a necessidade de construção de um itinerário
complementar (IC) que seja uma alternativa à EN106, uma vez que esta já não constitui, desde há muito tempo,
uma verdadeira solução de mobilidade para estas populações, sendo mesmo um martírio, para estas
populações, a circulação na EN106 – e todos quantos nela circulem o poderão confirmar.
A alta sinistralidade desta via (confirmados num estudo realizado pela Câmara Municipal de Penafiel, em
2014), o seu percurso sinuoso e o tempo gasto na ligação entre Penafiel e Castelo de Paiva, são incompatíveis
com o volume de tráfego que circula nesta via (dezenas de milhares de utilizadores por dia, sem que a mesma
tenha condições para tal), com os níveis de segurança rodoviária aceitáveis e com as necessidades destas
populações – o que está, aliás, mencionado no estudo de impacto ambiental referente ao projeto de construção
do IC35 que refere quanto à EN16 que esta “apresenta elevados volumes de tráfego rodoviário, não é vedada,
apresenta ampla ocupação marginal e nela coexistem todos os tipos de trânsito (pedonal, agrícola, motorizado
local e motorizado de médio curso), combinação não adequada a este tipo de itinerário no que se refere à
sinistralidade e ao serviço prestado aos utentes da via, bem como às populações marginais”.
Importa também referir que a inexistência do IC35 significa elevados impactos para a economia local. A
existência de vias de comunicação eficazes e eficientes é fundamental para o desenvolvimento económico. A
região do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, fruto do conjunto das opções políticas de sucessivos governos, tem
uma realidade económica e social marcada pelo desemprego e pela pobreza, que urge combater. E também
nesta dimensão a construção do IC35 tem influência, podendo ser determinante para a captação de
investimento, atração de empresas e consequentemente, para o aumento do emprego nestes concelhos. No já
referido estudo de impacto ambiental pode ler-se que a construção do IC 35 “produzirá melhorias a vários níveis,
pelo aumento da acessibilidade, essencialmente junto aos nós, maior facilidade de escoamento de produtos, o
que se revelará muito positivo devido à grande atividade de extração de granitos existente no local, potenciando
ainda a instalação de novas atividades, a redução dos tempos de viagem e custos de combustível, poupança
de materiais e maior segurança na circulação viária.”
Por diversas vezes e de uma forma reiterada, diferentes responsáveis políticos, assumiram o compromisso
de construir esta importante via de circulação, sem que no entanto, até aos dias de hoje, ela seja uma realidade
na vida destas populações, tendo a sua construção sido sucessivamente adiada.
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Apreciação — DAR I série — 28-33 — 12/12/2015
I SÉRIE — NÚMERO 16
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, terminámos a apreciação conjunta dos projetos de lei n.os
976/XII
(4.ª) e 65/XIII (1.ª).
Passamos ao debate conjunto da petição n.º 133/XII (1.ª) — Apresentada por Alberto Fernando da Silva
Santos e outros, solicitando à Assembleia da República que volte a discutir a necessidade de construção
imediata do IC35, no troço Penafiel/Entre-os-Rios, e a recomende ao Governo, e dos projetos de resolução
n.os
22/XIII (1.ª) — Urgente construção integral do IC35 (PCP) e 37/XIII (1.ª) — Recomenda prioridade na
construção do IC35 (Penafiel/Entre-os-Rios) (BE).
Para uma intervenção, tem a palavra a Sr.ª Deputada Diana Ferreira.
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Sr. Presidente, Srs. Deputados: Em nome do Grupo Parlamentar do PCP,
gostaria de saudar os mais de 10 000 peticionários que trouxeram à Assembleia uma justa reivindicação.
A construção do IC35 é uma necessidade há muito sentida pelas populações de vários concelhos dos
distritos do Porto e de Aveiro, especialmente na região do Vale do Sousa e do Baixo Tâmega e no concelho de
Castelo de Paiva.
A construção do IC35 é fundamental para responder às necessidades de mobilidade destas populações,
mas também para superar atrasos estruturais e potenciar o desenvolvimento destas regiões, designadamente
do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, uma das regiões mais pobres da União Europeia, com uma realidade
económica e social marcada pelo desemprego e pela pobreza, que urge combater.
A construção integral do IC35 terá um impacto significativo, podendo ser determinante para o
desenvolvimento da economia local — criará mais e melhores acessibilidades, maior facilidade de escoamento
de produtos, assim ajudando às atividades produtivas existentes no local e potenciando novas atividades.
O Sr. João Oliveira (PCP): — Exatamente!
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — A construção do IC35 significa a existência de uma alternativa à estrada
nacional n.º 106, pois esta é uma via que não é uma solução de mobilidade, é uma estrada altamente
congestionada, coexistindo trânsito motorizado local e de médio curso, agrícola e pedonal, num percurso que
é sinuoso e sem vedação, é uma via com fracas condições de circulação e de grande sinistralidade, como,
infelizmente, se tem comprovado.
Sr. Presidente, Srs. Deputados: Após a tragédia da queda da ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, no
dia 4 de março de 2001, uma tragédia que marcou de forma dramática estas populações, foram muitos os
compromissos assumidos e sempre adiados.
O Sr. Bruno Dias (PCP): — Bem lembrado!
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Esta Assembleia aprovou, há quase 15 anos, uma resolução que, entre
outras medidas, recomendava a urgente construção do IC35.
O Sr. João Oliveira (PCP): — Bem lembrado!
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — O PCP tem intervindo na defesa da concretização deste investimento,
apresentando projetos nesta Assembleia e propostas, em sede de Orçamento do Estado, que foram
sucessivamente reprovadas.
Hoje, o PCP volta a afirmar que é urgente a construção integral do IC35, é urgente responder às
aspirações e às necessidades destas populações e é urgente garantir o seu direito à mobilidade.
A construção integral do IC35 tem de sair do papel e ser efetivamente concretizada.
O Sr. Presidente: — Já ultrapassou o tempo de que dispunha, Sr.ª Deputada. Peço-lhe que conclua.
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Termino, Sr. Presidente, dizendo que é este o sentido do projeto que o
PCP aqui apresenta.
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Votação Deliberação — DAR I série — 43-43 — 12/12/2015
12 DE DEZEMBRO DE 2015
criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e para a modernização dos serviços municipais
de veterinária (PCP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
abstenções do PSD e do CDS-PP.
O requerimento baixa também à 11.ª Comissão.
Srs. Deputados, votamos agora o projeto de resolução n.º 22/XIII (1.ª) — Urgente construção integral do
IC35 (PCP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
votos contra do PSD e do CDS-PP.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 37/XIII (1.ª) — Recomenda prioridade na construção do IC35
(Penafiel/Entre-os-Rios) (BE).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, de Os Verdes e do PAN e
votos contra do PSD e do CDS-PP.
Votamos, agora, o projeto de resolução n.º 40/XIII (1.ª) — Participação da Assembleia da República em
organizações parlamentares internacionais (Presidente da AR).
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Passamos à votação do texto conjunto, apresentado pela Comissão de Economia, Inovação e Obras
Públicas, relativo aos projetos de resolução n.os
12/XIII (1.ª) — Recomenda ao Governo a anulação da
subconcessão dos sistemas de transporte da Companhia Carris de Ferro de Lisboa, SA (Carris, SA) e da
Metropolitano de Lisboa, EP (ML, EPE) (PS) e 17/XIII (1.ª) — Sobre o cancelamento e a reversão do processo
de fusão, reestruturação e subconcessão dos sistemas de transporte da Carris e da Metropolitano de Lisboa
(Os Verdes).
O Sr. José de Matos Correia (PSD): — Peço a palavra, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Para que efeito, Sr. Deputado?
O Sr. José deMatos Correia (PSD): — Sr. Presidente, é para fazer uma declaração, se me permite.
O Sr. Presidente: — Uma declaração no meio de uma votação?!
O Sr. José deMatos Correia (PSD): — Sr. Presidente, trata-se, precisamente, de uma declaração a
propósito da votação que se segue.
O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr. Deputado.
O Sr. José deMatos Correia (PSD): — Sr. Presidente, pretendo informar a Câmara que o escritório de
advogados em que trabalho assegura a representação do vencedor do concurso da subconcessão.
Enquanto advogado, não tive nenhuma participação direta ou indireta nesse processo, mas, ainda assim,
entendo ser meu dever, por uma questão de transparência e de ética, informar a Câmara desse facto.
O Sr. Presidente: — Obrigado, Sr. Deputado. Fica em ata a sua declaração. Agradeço que a tenha feito.
Vamos, então, votar o texto conjunto.
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