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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 584/XII/2.ª
RECOMENDA AO GOVERNO A MANUTENÇÃO EM FUNCIONAMENTO DO
HOSPITAL DE ALCOBAÇA
O processo de reorganização dos serviços de saúde na zona do oeste tem sido pautado
por constante turbulência, para a qual muito contribuiu a forma atabalhoada e
impositiva com que este processo sempre foi tratado pelos responsáveis. As populações
sentem-se legítima e compreensivelmente lesadas no seu direito à saúde, em virtude de
verificarem que nem o seu direito à saúde foi respeitado nem as particularidades da
região foram tidas em conta.
A Região Oeste, correspondente à Unidade Territorial Estatística de Nível III (NUT III)
Oeste de Lisboa e Vale do Tejo, é constituída pelos municípios de Alcobaça, Alenquer,
Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Mafra, Nazaré,
Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Esta região abrange dois
distritos, sendo que os concelhos de Alcobaça, Bombarral, Nazaré, Óbidos, Peniche e
Pombal pertencem a Leiria enquanto Lourinhã, Cadaval, Sobral de Monte Agraço,
Alenquer, Arruda dos Vinhos e Torres Vedras correspondem a Lisboa. De acordo com o
Censos 2011, do Instituto Nacional de Estatística (INE), residem na região do oeste mais
de 440 mil pessoas.
Até há poucos meses, as instituições hospitalares que davam resposta a esta região eram
o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, o Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON), o Centro
Hospitalar de Torres Vedras (CHTV).
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Assim, as pessoas residentes em Sobral de Monte Agraço e em algumas freguesias de
Mafra, designadamente Malveira, Milharado, Santo Estêvão e Venda do Pinheiro são
referenciadas para o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures.
O CHON integrava o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira (Alcobaça), o Hospital São
Pedro Gonçalves Telmo (Peniche) e o Hospital Distrital das Caldas da Rainha; contava
com duas urgências básicas (Peniche e Alcobaça) e uma urgência médico-cirúrgica,
pediátrica e ginecológica/obstétrica (maternidade) no Hospital das Caldas da Rainha.
Em 2011, este Centro Hospitalar atendeu 163774 casos de urgência, sendo 122502 de
urgência geral, 10431 de urgência obstétrica e 30841 de urgência pediátrica. Possuia
168 médicos e 385 enfermeiros, 201 cama de internamento com uma taxa de ocupação
global de 82.1%
Por sua vez, o CHTV, era constituído pelo Hospital Distrital de Torres Vedras, o Hospital
Dr. José Maria Antunes Júnior (conhecido como Hospital do Barro) e tinha uma urgência
médico-cirúrgica, pediátrica, ginecológica e obstétrica no Hospital de Torres Vedras. Em
2011, o CHTV recebeu 88129 urgências, sendo 54480 de urgência geral, 6180 de
urgência obstétrica e 27469 de urgência pediátrica; possui um total de 227 camas de
internamento, com uma taxa de ocupação de 79.7%.
A “Proposta de Reorganização da Região Oeste: Cuidados Hospitalares”, de fevereiro de
2012, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT)
preconizava alterações profundas na rede hospitalar do oeste. Assim, “numa lógica de
racionalização da prestação de cuidados de saúde para a Região Oeste”, propunha-se a
criação do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), por integração do CHTV e do CHON. Este
processo acarretaria:
- O encerramento do Hospital do Barro;
- A concentração dos serviços baseada no equipamento tecnológico e na infraestrutura
de cada edifício hospitalar (Hospital de Torres Vedras e Hospital Caldas da Rainha),
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- Extinção da urgência médico-cirúrgica do Hospital de Torres Vedras que passa a
serviço de urgência básica;
- Manutenção do serviço de urgência médico-cirúrgica no Hospital das Caldas da Rainha;
- Reconversão do Hospital de Peniche em unidade de cuidados continuados, com
possibilidade do espaço do hospital passar a ser usada pelo Centro de Saúde que
funciona em instalações contíguas;
- Encerramento do serviço de urgência básica em Peniche;
- Entrega do edifício do Hospital de Alcobaça à Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça e
integração na ARS do Centro por integração no Centro Hospitalar de Leiria/Pombal;
- Concessão do Hospital Termal das Caldas da Rainha a uma entidade empresarial do
ramo do Turismo Termal.
A intenção de fundir o CHTV e o CHON num só centro hospitalar, preconizada na
“Proposta de Reorganização da Região Oeste: Cuidados Hospitalares” cumpriu-se há
poucos meses: a Portaria número 276/2012, de 12 de setembro, criou o Centro
Hospitalar do Oeste (CHO) determinando que “são extintos, sendo objeto de fusão no
Centro Hospitalar do Oeste (CHO), o Centro Hospitalar de Torres Vedras e o Centro
Hospitalar do Oeste Norte (CHON)”.
O CHO é um mega centro hospitalar que tem como prestadores associados o Hospital
Bernardino Lopes de Oliveira em Alcobaça, o Hospital Dr. José Maria Antunes Júnior em
Torres Vedras, o Hospital Distrital das Caldas da Rainha, o Hospital Distrital de Torres
Vedras, o Hospital São Pedro Gonçalves Telmo em Peniche e o Hospital Termal Rainha D.
Leonor, nas Caldas da Rainha.
Com estas alterações a ARSLVT preconiza uma poupança total de 15,9 milhões de euros.
No entanto, esta voragem economicista prejudicará muito as populações, que se verão
afastadas do acesso a diversos serviços de saúde fundamentais e de proximidade.
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É fundamental estancar este ataque às populações e ao seu direito à saúde. Como tal, o
Bloco de Esquerda considera fundamental que as populações, os autarcas e que as
populações sejam envolvidas neste processo e que as suas pretensões sejam tidas em
conta.
Assim, deve garantir-se que o Hospital de Alcobaça continua a funcionar com todas as
valências que possuía, garantindo que a manutenção da gestão e exploração do Hospital
de Alcobaça se mantém no domínio público como parte integrante do SNS. A
referenciação dos doentes do Hospital de Alcobaça deve ser efetuada, quando
necessário, para o Hospital de Leiria. Deve ser instalada uma unidade de reabilitação
física e motora e uma outra especializada em cuidados a pessoas com demência que
permita dar resposta às necessidades da população residente nesta localidade
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo
Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao
Governo:
- A manutenção em funcionamento do Hospital de Alcobaça, com todas as
valências;
- A instalação de uma unidade de reabilitação física e motora e outra
especializada em cuidados a pessoas com demência;
- A referenciação dos doentes deste hospital para o Hospital de Leiria, quando
necessário;
- Manutenção da gestão e exploração do Hospital de Alcobaça no domínio
público como parte integrante do SNS.
Assembleia da República, 18 de janeiro de 2013.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
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Publicação — DAR II série A — 63-64 — 19/01/2013
19 DE JANEIRO DE 2013
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda: Helena Pinto — Pedro Filipe Soares — Luís
Fazenda — João Semedo — Mariana Aiveca — Catarina Martins — Cecília Honório — Ana Drago.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 584/XII (2.ª)
RECOMENDA AO GOVERNO A MANUTENÇÃO EM FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL DE
ALCOBAÇA
O processo de reorganização dos serviços de saúde na zona do oeste tem sido pautado por constante
turbulência, para a qual muito contribuiu a forma atabalhoada e impositiva com que este processo sempre foi
tratado pelos responsáveis. As populações sentem-se legítima e compreensivelmente lesadas no seu direito à
saúde, em virtude de verificarem que nem o seu direito à saúde foi respeitado nem as particularidades da
região foram tidas em conta.
A Região Oeste, correspondente à Unidade Territorial Estatística de Nível III (NUT III) Oeste de Lisboa e
Vale do Tejo, é constituída pelos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval,
Caldas da Rainha, Lourinhã, Mafra, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Esta
região abrange dois distritos, sendo que os concelhos de Alcobaça, Bombarral, Nazaré, Óbidos, Peniche e
Pombal pertencem a Leiria enquanto Lourinhã, Cadaval, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Arruda dos
Vinhos e Torres Vedras correspondem a Lisboa. De acordo com o Censos 2011, do Instituto Nacional de
Estatística (INE), residem na região do oeste mais de 440 mil pessoas.
Até há poucos meses, as instituições hospitalares que davam resposta a esta região eram o Hospital
Beatriz Ângelo, em Loures, o Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON), o Centro Hospitalar de Torres Vedras
(CHTV).
Assim, as pessoas residentes em Sobral de Monte Agraço e em algumas freguesias de Mafra,
designadamente Malveira, Milharado, Santo Estêvão e Venda do Pinheiro são referenciadas para o Hospital
Beatriz Ângelo, em Loures.
O CHON integrava o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira (Alcobaça), o Hospital São Pedro Gonçalves
Telmo (Peniche) e o Hospital Distrital das Caldas da Rainha; contava com duas urgências básicas (Peniche e
Alcobaça) e uma urgência médico-cirúrgica, pediátrica e ginecológica/obstétrica (maternidade) no Hospital das
Caldas da Rainha. Em 2011, este Centro Hospitalar atendeu 163774 casos de urgência, sendo 122502 de
urgência geral, 10431 de urgência obstétrica e 30841 de urgência pediátrica. Possuía 168 médicos e 385
enfermeiros, 201 cama de internamento com uma taxa de ocupação global de 82.1%.
Por sua vez, o CHTV, era constituído pelo Hospital Distrital de Torres Vedras, o Hospital Dr. José Maria
Antunes Júnior (conhecido como Hospital do Barro) e tinha uma urgência médico-cirúrgica, pediátrica,
ginecológica e obstétrica no Hospital de Torres Vedras. Em 2011, o CHTV recebeu 88129 urgências, sendo
54480 de urgência geral, 6180 de urgência obstétrica e 27469 de urgência pediátrica; possui um total de 227
camas de internamento, com uma taxa de ocupação de 79.7%.
A “Proposta de Reorganização da Região Oeste: Cuidados Hospitalares”, de fevereiro de 2012, da
Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) preconizava alterações profundas na
rede hospitalar do oeste. Assim, “numa lógica de racionalização da prestação de cuidados de saúde para a
Região Oeste”, propunha-se a criação do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), por integração do CHTV e do
CHON. Este processo acarretaria:
– O encerramento do Hospital do Barro;
– A concentração dos serviços baseada no equipamento tecnológico e na infraestrutura de cada edifício
hospitalar (Hospital de Torres Vedras e Hospital Caldas da Rainha),
– Extinção da urgência médico-cirúrgica do Hospital de Torres Vedras que passa a serviço de urgência
básica;
– Manutenção do serviço de urgência médico-cirúrgica no Hospital das Caldas da Rainha;
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Apreciação — DAR I série — 37-42 — 26/01/2013
26 DE JANEIRO DE 2013
O Sr. Presidente (Ferro Rodrigues): — Sr. Deputado, tem de concluir.
O Sr. Adão Silva (PSD): — Em segundo lugar, porque os senhores subscreveram o Memorando da troica
que obrigava a tais mudanças. Ou já se esqueceu, Sr. Deputado?! Não se esqueça!
Vozes do PSD: — Muito bem!
O Sr. Presidente (Ferro Rodrigues): — Sr. Deputado, tem mesmo de concluir.
O Sr. Adão Silva (PSD): — Sr. Presidente, termino dizendo à Sr.ª Deputada Inês de Medeiros — se me
permitir fazer esta observação — que invocou Albert Camus, que há também uma obra de Albert Camus que
se chama O Mito de Sísifo, aquele que deixou escorregar a pedra que, depois, era reerguida monte acima.
O Sr. Presidente (Ferro Rodrigues): — Tem mesmo de terminar, apesar do caráter literário do final da
intervenção.
O Sr. Adão Silva (PSD): — Os senhores deixaram escorregar o País e nós queremos levá-lo monte acima,
até aos céus!
Aplausos do PSD e do CDS-PP.
O Sr. Presidente (Ferro Rodrigues): — Para uma intervenção, tem a palavra a Sr.ª Deputada Rita Rato,
que dispõe de muito pouco tempo para o fazer.
Faça favor, Sr.ª Deputada.
A Sr.ª Rita Rato (PCP): — Sr. Presidente, mesmo a terminar este debate, diz o Sr. Deputado Adão Silva
que «temos de aprender com todos vós», apontando para os autores da iniciativa legislativa.
Diria que os jovens trabalhadores, as mulheres e homens que dão o melhor de si neste País têm é de
aprender, de uma vez por todas, que não podem contar com o PS, com PSD e com o CDS, a troica da
precariedade, na luta pelo emprego com direitos.
É que, ao contrário do que disse a Sr.ª Deputada do Partido Socialista, os jovens portugueses sabem muito
bem quais são os seus direitos e já lutam há muitos anos, nas suas empresas e nos seus locais de trabalho,
por uma vida em condições de dignidade. Há de ser esta mesma luta que há de derrotar o pacto da troica,
este Governo e esta política!
Aplausos do PCP.
O Sr. Presidente (Ferro Rodrigues): — Srs. Deputados, entramos, pois, com o acordo de todas as
bancadas, no terceiro ponto da ordem do dia, que consiste na discussão conjunta da petição n.º 118/XII (1.ª)
— Apresentada por utentes de saúde dos concelhos de Alcobaça e Nazaré, solicitando à Assembleia da
República a manutenção em atividade plena da Unidade Hospitalar de Alcobaça, e dos projetos de resolução
n.os
496/XII (2.ª) — Recomenda ao Governo a suspensão do processo de reorganização dos cuidados
hospitalares na região Oeste (PS) e 584/XII (2.ª) — Recomenda ao Governo a manutenção em funcionamento
do Hospital de Alcobaça (BE).
Para intervir em nome do PS e apresentar o respetivo projeto de resolução, tem a palavra a Sr.ª Deputada
Odete João.
A Sr.ª Odete João (PS): — Sr. Presidente, Sr.as
e Srs. Deputados, as minhas primeiras palavras são de
saudação à Sr.ª Presidente da Junta de Freguesia de Maiorga, aos Deputados municipais de Alcobaça e aos
peticionários que assistem à sessão plenária.
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Votação Deliberação — DAR I série — 47-47 — 26/01/2013
26 DE JANEIRO DE 2013
Passamos à votação do projeto de resolução n.º 578/XII (2.ª) — Pelo relançamento do emprego e por boas
práticas de contratação laboral (PSD e CDS-PP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD e do CDS-PP e votos contra do PS, do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Vamos, agora, votar o projeto de resolução n.º 496/XII (2.ª) — Recomenda ao Governo a suspensão do
processo de reorganização dos cuidados hospitalares na região Oeste (PS).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD e do CDS-PP e votos a favor do PS, do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Vamos votar o projeto de resolução n.º 584/XII (2.ª) — Recomenda ao Governo a manutenção em
funcionamento do Hospital de Alcobaça (BE).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD e do CDS-PP e votos a favor do PS, do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Passamos à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Educação, Ciência e
Cultura, relativo à proposta de lei n.º 108/XII (2.ª) — Aprova o regime jurídico aplicável ao mergulho recreativo
em todo o território nacional, em conformidade com o Decreto-Lei n.º 92/2010, de 26 de junho, que transpôs a
Diretiva 2006/123/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de dezembro de 2006, relativa aos
serviços no mercado interno, com a Lei n.º 9/2009, de 4 de março, que transpôs a Diretiva 2005/36/CE, do
Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de setembro, relativa ao reconhecimento das qualificações
profissionais, e com o Decreto-Lei n.º 92/2011, de 27 de julho, que cria o Sistema de Regulação de Acesso a
Profissões.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do PS e do CDS-PP e abstenções do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Vamos, agora, proceder à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Assuntos
Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, relativo à proposta de lei n.º 105/XII (2.ª) — Aprova o regime
jurídico do processo de inventário.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD e do CDS-PP e votos contra do PS, do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Passamos à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Assuntos Constitucionais,
Direitos, Liberdades e Garantias, relativo à proposta de lei n.º 107/XII (2.ª) — Estabelece o Estatuto do
Administrador Judicial.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD e do CDS-PP, votos contra do PCP e de Os
Verdes e abstenções do PS e do BE.
Srs. Deputados, importa ainda apreciar e votar cinco pareceres da Comissão para a Ética, a Cidadania e a
Comunicação, que o Sr. Secretário fará o favor de ler.
Tem a palavra, Sr. Secretário.
O Sr. Secretário (Duarte Pacheco): — Sr.ª Presidente, Sr.as
e Srs. Deputados, a solicitação do 2.º Juízo
Criminal do Tribunal Judicial de Coruche, Processo n.º 637/11.2GBCCH, a Comissão para a Ética, a
Cidadania e a Comunicação decidiu emitir parecer no sentido de autorizar o Sr. Deputado António Filipe (PCP)
a prestar depoimento presencialmente, como testemunha, no âmbito dos autos em referência.
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