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Grupo Parlamentar
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 471/XII/2.ª
RECOMENDA AO GOVERNO QUE INSTITUA PARQUES PARA PARTILHA
DE VIATURA NAS ENTRADAS DAS AUTOESTRADAS
O rendimento disponível dos cidadãos e das famílias portugueses tem sido reduzido
pelas políticas de austeridade e as suas consequências designadamente o desemprego, a
redução real do salário, o aumento dos impostos e a redução dos serviços públicos. O
preço atual dos combustíveis, em valores historicamente altos, representa cada vez mais
uma grande fatia das despesas, principalmente para quem necessita de efetuar
deslocações regulares e/ou longas. O trânsito automóvel é em grande parte responsável
pela poluição e pelas emissões de gases de estufa, pelo que a sua redução é essencial
para que o país cumpra as metas que assumiu nesta matéria. A criação de condições
para partilha de viatura, nomeadamente nas deslocações nas autoestradas, é importante
a nível social e ambiental.
Os atuais parques de estacionamento na entrada das autoestradas obrigam à entrada da
viatura no troço pago e consequentemente a percorrer um troço de vários quilómetros.
Assim, para a partilha de viatura são utilizados outros parques informais e/ou
deslocados da entrada da autoestrada.
As concessionárias das autoestradas devem garantir os seus serviços aos cidadãos
utentes e não apenas às viaturas. Deste modo, e seguindo o exemplo de vários países
europeus como a França, estes parques de estacionamento devem permitir a partilha de
viatura. Esta proposta visa a criação de parques de estacionamento para a partilha de
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viatura que permitam ser o ponto de encontro e de estacionamento para o carpool e que,
como tal, não obriguem à entrada e deslocação na autoestrada.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo
Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao
Governo:
Incluir no serviço a prestar pelas concessionárias, a criação de parques de
estacionamento para a partilha de viaturas nas entradas das autoestradas.
Assembleia da República, 3 de outubro de 2012.
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,
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Publicação — DAR II série A — 28-29 — 04/10/2012
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
O cultivo do MON810 na EU totaliza 94.800 hectares e é cultivada em Espanha (80% da superfície), Portugal, República Checa e Eslováquia.
Em março deste ano, a Alemanha, a Bélgica, a Bulgária, a Eslováquia, a França, a Irlanda e o Reino Unido bloquearam a proposta da presidência Dinamarquesa de permitir o cultivo de OGM em todo o espaço europeu.
Os OGM têm permitido o controlo das grandes multinacionais do setor sobre a agricultura, agravando a dependência em relação às sementes e a pesticidas específicos. Existe ainda o risco de contaminação dos ecossistemas. Face aos riscos continuados associados aos OGM, mesmo em relação aos que eram considerados seguros, é necessária a adoção do princípio da precaução devido à incerteza científica existente nesta matéria.
Em 2010 a Assembleia da República aprovou por unanimidade um projeto de resolução do Bloco de Esquerda recomendando ao governo a rejeição da comercialização do arroz transgénico LLrice 62 da Bayer CropScience. O Bloco de Esquerda propõe agora a rejeição do cultivo e comercialização do milho MON810 e da batata Amflora em Portugal. Considera ainda que o Governo português deve aconselhar junto das instituições europeias a interdição do cultivo das duas variedades na União Europa. Caso tal não se verifique, ou enquanto não se verificar, Portugal deve acionar as cláusulas de salvaguarda de modo a não permitir a importação, a comercialização e o cultivo destes OGM.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo:
1 – Manifeste claramente junto das instituições europeias o seu apoio à suspensão do cultivo do milho geneticamente modificado MON810 e da batata Amflora;
2 – Acione a cláusula de salvaguarda e não permita a importação, comercialização e cultivo destas variedades de milho e batata geneticamente modificados em território nacional.
Assembleia da República, 3 de outubro de 2012. As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda: Luís Fazenda — Mariana Aiveca — Pedro Filipe
Soares — Ana Drago — João Semedo — Cecília Honório — Catarina Martins — Francisco Louçã.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 471/XII (2.ª) RECOMENDA AO GOVERNO QUE INSTITUA PARQUES PARA PARTILHA DE VIATURA NAS
ENTRADAS DAS AUTOESTRADAS
O rendimento disponível dos cidadãos e das famílias portugueses tem sido reduzido pelas políticas de austeridade e as suas consequências designadamente o desemprego, a redução real do salário, o aumento dos impostos e a redução dos serviços públicos. O preço atual dos combustíveis, em valores historicamente altos, representa cada vez mais uma grande fatia das despesas, principalmente para quem necessita de efetuar deslocações regulares e/ou longas. O trânsito automóvel é em grande parte responsável pela poluição e pelas emissões de gases de estufa, pelo que a sua redução é essencial para que o país cumpra as metas que assumiu nesta matéria. A criação de condições para partilha de viatura, nomeadamente nas deslocações nas autoestradas, é importante a nível social e ambiental.
Os atuais parques de estacionamento na entrada das autoestradas obrigam à entrada da viatura no troço pago e consequentemente a percorrer um troço de vários quilómetros. Assim, para a partilha de viatura são utilizados outros parques informais e/ou deslocados da entrada da autoestrada.
As concessionárias das autoestradas devem garantir os seus serviços aos cidadãos utentes e não apenas às viaturas. Deste modo, e seguindo o exemplo de vários países europeus como a França, estes parques de estacionamento devem permitir a partilha de viatura. Esta proposta visa a criação de parques de
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Votação Deliberação — DAR I série — 35-35 — 01/02/2014
1 DE FEVEREIRO DE 2014
Passamos agora à votação, na generalidade, do projeto de lei n.º 497/XII (3.ª) — Elimina o pagamento de
taxas moderadoras no acesso a cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e estabelece a
isenção de encargos com o transporte não urgente de doentes (segunda alteração ao Decreto-Lei n.º
113/2011, de 29 de novembro) (BE).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD, do PS e do CDS-PP e votos a favor do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Vamos prosseguir, com a votação do projeto de resolução n.º 897/XII (3.ª) — Recomenda ao Governo a
retoma dos serviços de extensão rural e a reconstituição do corpo de guardas florestais (PCP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD, do PS e do CDS-PP e votos a favor do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Votamos agora o texto de substituição, apresentado pela Comissão de Economia e Obras Públicas, relativo
ao projeto de resolução n.º 471/XII (3.ª) — Recomenda ao Governo que institua parques para partilha de
viatura nas entradas das autoestradas (BE).
Esta iniciativa foi retirada pelo seu autor a favor do texto de substituição que passaremos agora a votar.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
Por fim, vamos votar, Srs. Deputados, o projeto de resolução n.º 925/XII (3.ª) — Recomenda a suspensão
da venda para efeitos de inventariação e classificação das 85 obras de Joan Miró (Os Verdes).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PSD e do CDS-PP e votos a favor do PS, do PCP,
do BE e de Os Verdes.
Srs. Deputados, vamos proceder à aprovação dos n.os
84 a 117 do Diário, respeitantes às reuniões
plenárias dos dias 2, 3, 8, 9, 10, 15, 16, 17, 22, 23, 24, 29, 30 e 31 de maio, 5, 6, 7, 12, 14, 18, 19, 26, 27 e 28
de junho e 3, 4, 5, 10, 11, 12, 18, 24, 29 e 30 de julho de 2013 e n.º 118 respeitante à reunião da Comissão
Permanente de 11 de setembro de 2013.
Não havendo objeções, consideram-se aprovados.
Por último, o Sr. Secretário vai dar conta de dois pareceres da Comissão para a Ética, a Cidadania e a
Comunicação, que serão votados após a respetiva leitura.
Faça favor, Sr. Secretário.
O Sr. Secretário (Raúl de Almeida): — Sr.ª Presidente e Srs. Deputados, a solicitação do 3.º Juízo do
Tribunal de Instrução Criminal do Porto, Processo n.º 3681/13.1TAMTS, a Comissão para a Ética, a Cidadania
e a Comunicação decidiu emitir parecer no sentido de autorizar a Sr.ª Deputada Glória Araújo (PS) a intervir
no processo, no âmbito dos referidos autos.
A Sr.ª Presidente: — Srs. Deputados, está em apreciação o parecer.
Pausa.
Não havendo pedidos de palavra, vamos votá-lo.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.
O Sr. Secretário (Raúl de Almeida): — Sr.ª Presidente e Srs. Deputados, de acordo com o solicitado pelo
4.º Juízo Cível do Tribunal de Família e Menores e de Comarca de Cascais, Processo n.º 2541/05.4TBCSC, a
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