Grupo Parlamentar
PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 98/XI
RECOMENDA A DEFINIÇÃO DE NOVOS CRITÉRIOS DE COLOCAÇÃO DE
FUNCIONÁRIOS NÃO DOCENTES NAS ESCOLAS
Exposição de motivos
O sistema educativo português tem vindo a sofrer enormes evoluções a todos os
níveis. São muitas as medidas legislativas que pretendem um melhoria da qualidade do
nosso ensino. No entanto algumas normas legislativas têm, na prática posto em causa
a melhoria do ensino.
Muitas alterações foram introduzidas na gestão e direcção das escolas. Foram
reagrupados os estabelecimentos de ensino de forma a optimizar esta gestão e a
qualidade da oferta pedagógica.
Ao longo dos tempos a face da escola foi-se modificando, tendo aos vários níveis sido o
ponto de convergência das vivencias familiares e sociais dos alunos que a frequentam.
A escola deixou de ser apenas o local de ensino-aprendizagem, recebeu informalmente
outras competências e outras áreas de acção. É na escola que desembocam todos os
problemas dos alunos. A escola hoje tem um papel fundamental na vida da
comunidade em que está inserida. É impossível á escola fechar-se sobre si. Ela existe
porque existe uma comunidade em seu redor.
É evidente o aumento da indisciplina e variados tipos de violência na escola. Estes
resultam de vários factores a que a escola muitas vezes é alheia. No entanto esta terá
que ter mecanismos de forma a reduzir estes actos.
São variadas as medidas que podem atenuar, ou mesmo fazer cessar, os actos de
indisciplina e violência no meio escolar. A criação do programa Escola Segura que
intervém no exterior da escola foi uma mais-valia para debelar actos criminosos nas
imediações da escola, o que permitiu restringir muitos dos actos de indisciplina e
violência a áreas exteriores.
Mas outros elementos podem ter influência nos padrões comportamentais dos alunos
- desde logo a tipologia da escola - podendo propiciar, as mais das vezes, actos de
indisciplina e o denominado “bullying”. Muitos espaços de acesso reduzido, com áreas
fora do alcance visual de professores e funcionários são propícios para que existam
casos ocultos de indisciplina e coação física de outros colegas.
Um dos elementos que mais facilmente combatem ou mesmo inibem a violência no
ambiente escolar é a presença de pessoal docente e não docente, pois a presença
destes torna o espaço escolar mais seguro.
É certo de que os espaços escolares são, sem dúvida, dos espaços mais seguros do
país. No entanto devemos preocupar-nos com os casos que vão existindo e com as
novas formas de violência.
Os auxiliares de acção educativa têm um papel fundamental para o bom
desenvolvimento do projecto escolar. Estes técnicos são a presença fundamental nos
espaços onde se desenvolvem as actividades lectivas e não lectivas. É todo o
funcionamento da escola que é assegurado pelo pessoal docente que hoje é posto em
causa segundo os normativos em vigor. Os rácios existentes regulados pela Portaria
1049-A/2008, estão desadequados com os objectivos que se exigem a estes técnicos.
Os critérios constantes nesta portaria já não se coadunam com as necessidades da
escola de hoje nem com os problemas sociais que são levados para o interior do
espaço escolar.
Há pois uma necessidade de gestão eficiente dos recursos humanos não docentes dos
agrupamentos e escolas não agrupadas. A existência desta nova configuração de
escolas não pode prejudicar o acompanhamento efectivo que os alunos devem ter por
parte de pessoal não docente.
São inúmeros os exemplos de escolas que se vêem o seu número de auxiliares de
acção educativa reduzido pelo facto de estarem integrados num agrupamento de
escolas. Tanto mais que, com a transferência de competências para os municípios, a
situação agrava-se. Pese embora os municípios considerem a necessidade efectiva de
aumento do número de pessoal não docente não têm, por outro lado, o apoio
financeiro correspondente por parte do Ministério da Educação.
As alterações que foram introduzidas na escola com o alargamento do horário de
frequência, bem como com a introdução das actividades extra curriculares ou o serviço
de refeições, vieram criar a necessidade de mais pessoal de forma a acompanhar as
crianças nestes períodos pós-lectivos. São exactamente nestes momentos que
sucedem as ocorrências mais graves já no 1º ciclo do ensino básico, não só de violência
gratuita mas também de acidentes em espaço escolar.
Os funcionários não docentes onde se incluem os auxiliares de acção educativa e os
assistentes administrativos, são um dos elementos fundamentais para o bom
funcionamento da escola, bem como para debelar qualquer inicio de indisciplina ou
violência escolar.
Está provado que a grande maioria de casos de violência no recinto escolar se
desenvolve nas pausas lectivas o que demonstra a necessidade de uma maior presença
e intervenção dos auxiliares de acção educativa.
É necessário adequar também as regras de colocação de auxiliares de acção educativa
ao reordenamento escolar, sendo que até então existiam centenas de escolas com
menos de 15 alunos o que poderia justificar em parte a não atribuição de auxiliar,
agora as escolas tem que ter um mínimo de 20 alunos, salvo excepções raras, que são
em número muito reduzido.
Uma outra questão essencial é o desvio muitas vezes dos auxiliares encarregues pela
vigilância nos espaços exterior, para apoio às crianças em unidades de apoio
especializadas, por isso é imperativo que seja tido em conta o número de crianças que
usufruem deste apoio.
Pelo exposto, a Assembleia da República, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da
Constituição da República Portuguesa, delibera recomendar ao Governo que:
1. A fórmula de cálculo para colocação dos assistentes de administração escolar,
tenha por base o número de alunos do agrupamento ou da escola não
agrupada, e não apenas da escola sede do agrupamento.
2. A fórmula de cálculo para os auxiliares de acção educativa tenha em conta,
independentemente do número de alunos, a afectação de um auxiliar de acção
educativa por cada turma do ensino pré-escolar.
3. A consagração do princípio geral no 1.º ciclo do ensino básico de um auxiliar de
acção educativa por escola, independentemente do número de alunos
existente.
4. A existência ou não do serviço de fornecimento de refeições nas escolas do 1º
ciclo seja tido em conta.
5. Sejam tidos em consideração não apenas o número de salas da unidade de
apoio especializado mas também o número de alunos a usufruir deste apoio.
6. A tipologia das escolas seja um dos factores tidos em conta na colocação de
professores.
Palácio de S. Bento, 18 de Março de 2010.
Os Deputados,
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Publicação — DAR II série A — 57-59 — 31/03/2010
57 | II Série A - Número: 057 | 31 de Março de 2010
— Se promova a revisão dos processos de compra e venda dos moradores que assim o solicitarem, procedendo à reavaliação dos imóveis tendo em conta, nomeadamente:
a) A categoria e o tipo de habitações; b) A valorização do esforço, por parte dos moradores, na beneficiação das suas habitações; c) A exclusão do pagamento, por parte dos moradores, das obras promovidas nos espaços comuns ou das obras necessárias à estrita manutenção das condições de habitabilidade das casas; d) A revisão dos relatórios técnicos que serviram de base ao processo de avaliação dos fogos; e) A verificação da correcta aplicação do coeficiente de vetustez dos imóveis; f) A adopção do preço da construção de habitação por metro quadrado prevista no regime de excepcionalidade consagrado no n.º 3 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 329-A/2000, de 22 de Dezembro.
Assembleia da República, 25 de Março de 2010 As Deputadas e os Deputados do BE: Helena Pinto — Rita Calvário — Luís Fazenda — José Moura Soeiro — Catarina Martins — Ana Drago — Pedro Soares — Cecília Honório — Fernando Rosas — Francisco Louçã — José Manuel Pureza — João Semedo — Heitor Sousa.
——— PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 98/XI (1.ª) RECOMENDA A DEFINIÇÃO DE NOVOS CRITÉRIOS DE COLOCAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS NÃO DOCENTES NAS ESCOLAS
Exposição de motivos
O sistema educativo português tem vindo a sofrer enormes evoluções a todos os níveis. São muitas as medidas legislativas que pretendem um melhoria da qualidade do nosso ensino. No entanto, algumas normas legislativas têm, na prática, posto em causa a melhoria do ensino.
Muitas alterações foram introduzidas na gestão e direcção das escolas. Foram reagrupados os estabelecimentos de ensino de forma a optimizar esta gestão e a qualidade da oferta pedagógica.
Ao longo dos tempos a face da escola foi-se modificando, tendo aos vários níveis sido o ponto de convergência das vivências familiares e sociais dos alunos que a frequentam.
A escola deixou de ser apenas o local de ensino-aprendizagem e recebeu informalmente outras competências e outras áreas de acção. É na escola que desembocam todos os problemas dos alunos. A escola hoje tem um papel fundamental na vida da comunidade em que está inserida. É impossível à escola fechar-se sobre si. Ela existe porque existe uma comunidade em seu redor.
É evidente o aumento da indisciplina e variados tipos de violência na escola. Estes resultam de vários factores a que a escola muitas vezes é alheia. No entanto, esta terá que ter mecanismos de forma a reduzir estes actos.
São várias as medidas que podem atenuar, ou mesmo fazer cessar, os actos de indisciplina e violência no meio escolar. A criação do Programa Escola Segura que intervém no exterior da escola foi uma mais-valia para debelar actos criminosos nas imediações da escola, o que permitiu restringir muitos dos actos de indisciplina e violência a áreas exteriores.
Mas outros elementos podem ter influência nos padrões comportamentais dos alunos — desde logo a tipologia da escola — , podendo propiciar, as mais das vezes, actos de indisciplina e o denominado bullying.
Muitos espaços de acesso reduzido, com áreas fora do alcance visual de professores e funcionários, são propícios para que existam casos ocultos de indisciplina e coação física de outros colegas.
Um dos elementos que mais facilmente combatem ou mesmo inibem a violência no ambiente escolar é a presença de pessoal docente e não docente, pois a presença destes torna o espaço escolar mais seguro.
É certo de que os espaços escolares são, sem dúvida, dos espaços mais seguros do País. No entanto, devemos preocupar-nos com os casos que vão existindo e com as novas formas de violência.
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Baixa comissão para discussão — DAR I série — 10-21 — 21/01/2011
10 | I Série - Número: 041 | 21 de Janeiro de 2011
Hoje, os funcionários públicos começam a ver no seu recibo de vencimento a assinatura de um acordo, de uma escolha que o PS e o PSD fizeram, de um Governo que anda — passe a expressão, Sr.ª Deputada — a «toque de caixa» das políticas da direita. Esta é a verdade, Sr.ª Deputada! Sr.ª Deputada, vejo que evitou responder à questão que qualquer um dos funcionários públicos deve, com certeza, colocar ao seu Governo: qual é sentido daquilo que o Sr. Ministro de Estado e das Finanças garantiu aqui, nesta Casa? O Sr. Ministro das Finanças disse: «É para sempre. Não é conjuntural, este corte é para sempre». A Sr.ª Deputada não se referiu a esta atitude de um dirigente máximo do seu Governo.
A Sr.ª Mariana Aiveca (BE): — Exactamente!
A Sr.ª Cecília Honório (BE): — Hoje, a Sr.ª Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, questionada sobre a natureza destes cortes e de todas estas trapalhadas, «virou as costas» e disse: «Isso é para o Ministro das Finanças».
Entendamo-nos, Sr.ª Deputada: este é um ataque brutal à democracia, é um recuo nos direitos fundamentais destes trabalhadores! Por isso se reafirma que um grupo de Deputados e de Deputadas levará esta matéria ao Tribunal Constitucional, para que este a aprecie devidamente, para que aprecie o atropelo feito à Constituição.
É evidente que os trabalhadores e os seus representantes só podem apelar para a resposta a esta injustiça indigna, mas a Sr.ª Deputada disse zero sobre a grande questão que se coloca: é para sempre?
A Sr.ª Sónia Fertuzinhos (PS): — É o Orçamento do Estado para 2011!
A Sr.ª Cecília Honório (BE): — Foi o Sr. Ministro das Finanças que o garantiu. Não respondeu a esta matéria! E a Sr.ª Ministra do Trabalho, o que é que faz? Vira as costas e diz que não é com ela! Isto é que é falar de responsabilidade e de seriedade, Sr.ª Deputada?! Não menos, não mais!
Aplausos do BE.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, a Sr.ª Secretária vai dar conta de algum expediente.
A Sr.ª Secretária (Celeste Correia): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, deram entrada na Mesa, e foram admitidos, os projectos de lei n.os 500/XI (2.ª) — Elevação da povoação de Cruz Quebrada — Dafundo, no concelho de Oeiras, à categoria de vila (PS), que baixou à 12.ª Comissão, e 501/XI (2.ª) — Cria as equipas escolares multidisciplinares (BE), que baixou à 8.ª Comissão.
Em termos de expediente, por agora é tudo, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos dar início à apreciação conjunta, na generalidade, a proposta de lei n.º 46/XI (2.ª) — Cria o crime de violência escolar e procede à vigésima sétima alteração ao Código Penal e os projectos de lei n.os 149/XI (1.ª) — Cria os Gabinetes Pedagógicos de Integração Escolar (GPIE) (PCP), 193/XI (1.ª) — Cria os gabinetes de apoio ao aluno e à família nos agrupamentos de escolas e escolas não integradas (CDS-PP), 495/XI (2.ª) — Vigésima sétima alteração ao Código Penal e décima oitava alteração ao Decreto-Lei n.º 15/93, de 22 de Janeiro, consagrando o crime de violência escolar e agravando as penas por crimes praticados em ambiente escolar e estudantil ou nas imediações de estabelecimentos de ensino (CDS-PP), 501/XI (2.ª) — Cria as equipas escolares multidisciplinares (BE), bem como os projectos de resolução n.os 93/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo medidas de intervenção no sistema de ensino público no sentido do combate à violência em contexto escolar e do reforço do da escola inclusiva e democrática (PCP), 94/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo o reforço de meios humanos a materiais destinados ao programa Escola Segura (CDS-PP), 95/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo a apresentação à Assembleia da República de relatórios semestrais sobre segurança e violência nas escolas (CDS-PP), 98/XI (1.ª) — Recomenda a definição de novos critérios de colocação de funcionários não docentes nas escolas (CDS-PP) e 355/XI (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas urgentes no âmbito da prevenção e resposta à violência em espaço escolar (BE).
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Apreciação — DAR I série — 10-21 — 21/01/2011
10 | I Série - Número: 041 | 21 de Janeiro de 2011
Hoje, os funcionários públicos começam a ver no seu recibo de vencimento a assinatura de um acordo, de uma escolha que o PS e o PSD fizeram, de um Governo que anda — passe a expressão, Sr.ª Deputada — a «toque de caixa» das políticas da direita. Esta é a verdade, Sr.ª Deputada! Sr.ª Deputada, vejo que evitou responder à questão que qualquer um dos funcionários públicos deve, com certeza, colocar ao seu Governo: qual é sentido daquilo que o Sr. Ministro de Estado e das Finanças garantiu aqui, nesta Casa? O Sr. Ministro das Finanças disse: «É para sempre. Não é conjuntural, este corte é para sempre». A Sr.ª Deputada não se referiu a esta atitude de um dirigente máximo do seu Governo.
A Sr.ª Mariana Aiveca (BE): — Exactamente!
A Sr.ª Cecília Honório (BE): — Hoje, a Sr.ª Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, questionada sobre a natureza destes cortes e de todas estas trapalhadas, «virou as costas» e disse: «Isso é para o Ministro das Finanças».
Entendamo-nos, Sr.ª Deputada: este é um ataque brutal à democracia, é um recuo nos direitos fundamentais destes trabalhadores! Por isso se reafirma que um grupo de Deputados e de Deputadas levará esta matéria ao Tribunal Constitucional, para que este a aprecie devidamente, para que aprecie o atropelo feito à Constituição.
É evidente que os trabalhadores e os seus representantes só podem apelar para a resposta a esta injustiça indigna, mas a Sr.ª Deputada disse zero sobre a grande questão que se coloca: é para sempre?
A Sr.ª Sónia Fertuzinhos (PS): — É o Orçamento do Estado para 2011!
A Sr.ª Cecília Honório (BE): — Foi o Sr. Ministro das Finanças que o garantiu. Não respondeu a esta matéria! E a Sr.ª Ministra do Trabalho, o que é que faz? Vira as costas e diz que não é com ela! Isto é que é falar de responsabilidade e de seriedade, Sr.ª Deputada?! Não menos, não mais!
Aplausos do BE.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, a Sr.ª Secretária vai dar conta de algum expediente.
A Sr.ª Secretária (Celeste Correia): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, deram entrada na Mesa, e foram admitidos, os projectos de lei n.os 500/XI (2.ª) — Elevação da povoação de Cruz Quebrada — Dafundo, no concelho de Oeiras, à categoria de vila (PS), que baixou à 12.ª Comissão, e 501/XI (2.ª) — Cria as equipas escolares multidisciplinares (BE), que baixou à 8.ª Comissão.
Em termos de expediente, por agora é tudo, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos dar início à apreciação conjunta, na generalidade, a proposta de lei n.º 46/XI (2.ª) — Cria o crime de violência escolar e procede à vigésima sétima alteração ao Código Penal e os projectos de lei n.os 149/XI (1.ª) — Cria os Gabinetes Pedagógicos de Integração Escolar (GPIE) (PCP), 193/XI (1.ª) — Cria os gabinetes de apoio ao aluno e à família nos agrupamentos de escolas e escolas não integradas (CDS-PP), 495/XI (2.ª) — Vigésima sétima alteração ao Código Penal e décima oitava alteração ao Decreto-Lei n.º 15/93, de 22 de Janeiro, consagrando o crime de violência escolar e agravando as penas por crimes praticados em ambiente escolar e estudantil ou nas imediações de estabelecimentos de ensino (CDS-PP), 501/XI (2.ª) — Cria as equipas escolares multidisciplinares (BE), bem como os projectos de resolução n.os 93/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo medidas de intervenção no sistema de ensino público no sentido do combate à violência em contexto escolar e do reforço do da escola inclusiva e democrática (PCP), 94/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo o reforço de meios humanos a materiais destinados ao programa Escola Segura (CDS-PP), 95/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo a apresentação à Assembleia da República de relatórios semestrais sobre segurança e violência nas escolas (CDS-PP), 98/XI (1.ª) — Recomenda a definição de novos critérios de colocação de funcionários não docentes nas escolas (CDS-PP) e 355/XI (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas urgentes no âmbito da prevenção e resposta à violência em espaço escolar (BE).
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Votação Deliberação — DAR I série — 53-53 — 22/01/2011
53 | I Série - Número: 042 | 22 de Janeiro de 2011
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do CDS-PP, do BE, do PCP e de Os Verdes e a abstenção do PSD.
Vamos votar, agora, votar, na generalidade, o projecto de lei n.º 495/XI (2.ª) — Vigésima sétima alteração ao Código Penal e décima oitava alteração ao Decreto-Lei n.º 15/93, de 22 de Janeiro, consagrando o crime de violência escolar e agravando as penas por crimes praticados em ambiente escolar e estudantil ou nas imediações de estabelecimentos de ensino (CDS-PP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do BE, do PCP, de Os Verdes e dos Deputados do PS Sérgio Sousa Pinto e José Vera Jardim, votos a favor do CDS-PP e abstenções do PS e do PSD.
A Sr.ª Maria Conceição Pereira (PSD): — Dá-me licença, Sr. Presidente?
O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr.ª Deputada.
A Sr.ª Maria Conceição Pereira (PSD): — Sr. Presidente, é para informar a Mesa que eu própria e os Srs. Deputados Paulo Batista Santos, Fernando Marques, Clara Carneiro e Maria José Nogueira Pinto iremos apresentar uma declaração de voto em relação à votação deste projecto de lei.
O Sr. Luís Rodrigues (PSD): — Peço a palavra, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Tem a palavra, Sr. Deputado.
O Sr. Luís Rodrigues (PSD): — Sr. Presidente, é também para anunciar que irei entregar na Mesa uma declaração de voto sobre a votação que acabou de ter lugar.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos proceder à votação do projecto de resolução n.º 355/XI (2.ª) — Recomenda ao Governo medidas urgentes no âmbito da prevenção e resposta à violência em espaço escolar (BE).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do CDS-PP, do BE, do PCP e de Os Verdes e abstenções do PSD e do Deputado do PS José Vera Jardim.
Srs. Deputados, vamos, agora, proceder à votação do projecto de resolução n.º 94/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo o reforço de meios humanos e materiais destinados ao programa Escola Segura (CDS-PP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do CDS-PP, do BE, do PCP e de Os Verdes e votos contra do PS.
Srs. Deputados, vamos votar o projecto de resolução n.º 95/XI (1.ª) — Recomenda ao Governo a apresentação à Assembleia da República de relatórios semestrais sobre segurança e violência nas escolas (CDS-PP).
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do CDS-PP, do PCP e de Os Verdes, votos contra do PS e a abstenção do BE.
Srs. Deputados, vamos, agora, votar o projecto de resolução n.º 98/XI (1.ª) — Recomenda a definição de novos critérios de colocação de funcionários não docentes nas escolas (CDS-PP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do CDS-PP, do BE, do PCP e de Os Verdes e a abstenção do PSD.
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