PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 252/X
ACTUALIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DAS PENSÕES PARA 2008
As mudanças verificadas no âmbito do Sistema Público de Segurança Social, de
responsabilidade do Governo PS, correspondem a novos passos na fragilização da
protecção social e dos valores das pensões e reformas que resultam das contribuições
dos trabalhadores ao longo de uma vida de trabalho e, igualmente, na manutenção de
baixos montantes das pensões do regime não contributivo, tudo a pretexto da
sustentabilidade financeira da segurança social.
O elevar do tom propagandístico do Governo PS em matéria de Segurança Social e da
sua reforma, encontra, na realidade, o aumentar das desigualdades sociais, o aumento
inaceitável da pobreza e da pobreza extrema e o agravamento das condições de vida
de todos os portugueses.
De facto, têm sido as medidas adoptadas pelo Governo PS, no percurso traçado pelos
governos de direita, as responsáveis directas pelas consequências sociais de
agravamento da vida de quem menos pode e menos tem.
A perpetuação deste modelo económico que exclui os grupos sociais mais
desfavorecidos tem impactos especialmente sentidos junto dos pensionistas e idosos
do nosso país. A manutenção de reformas de miséria, a par com a tomada de medidas
de engenharia social com vista à manipulação dos balanços sociais, medidas de
reduzido alcance social e que apenas servem para dar continuidade à situação de
exclusão social existente, é uma pedra de toque deste Governo que permite que mais
de 83% dos reformados (sobre)viva com reformas abaixo do salário mínimo nacional.
Portugal tem mais de 2,1 milhões de pensionistas. A maioria deles (mais de 1,8 milhões
ou 85,2%) recebe pensões de reforma inferior a €374,70.
Os idosos com 65 e mais anos, registam as taxas de pobreza mais elevadas, em
Portugal. A taxa de risco de pobreza mais elevada era, em 2005, de 42%, registando-se
nos grupos compostos por idosos vivendo sós e em famílias com dois adultos e três ou
mais crianças dependentes. Os idosos (65 e mais anos) registavam a taxa de pobreza
relativa mais elevada – 28%1.
De acordo com as Estatísticas do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, em
Novembro de 2007, eram beneficiários do Rendimento Social de Inserção – prestação
de combate à pobreza e de garantia de um mínimo de subsistência - 17 844 idosos,
com 65 anos ou mais, dos quais 9 468 são mulheres e 8 376 são homens.
1 Fonte: Instituto Nacional de Estatística (INE) – Destaque de 15 de Outubro de 2007, a propósito do Dia
Internacional de Erradicação da Pobreza
Estes dados confirmam que, não obstante o franco alcance desta medida de protecção
social, de facto, os valores das pensões não estão adequados às reais necessidades dos
reformados e idosos, enfrentando esta camada etária sérias dificuldades conjugadas
com o encerramento de serviços de saúde e com a ofensiva privatizadora das funções
sociais do Estado.
Tomando como exemplo o ano de 2007, o aumento diário das pensões para 473 mil
reformados traduziu-se em valores entre os €0,21 diários, para as pensões mínimas do
regime contributivo e de €0,18 de aumento diário para a pensão social.
Em 2008, o Governo PS prossegue a política de aumentos que não garantem um
mínimo de dignidade a quem trabalhou toda uma vida e a quem são devidas
responsabilidades sociais por parte do Estado.
Assim, o Governo Sócrates opta por insuficientes aumentos de reformas e pensões
para 2008, confirmando a falta de vontade política em combater a pobreza e a
exclusão social entre os idosos.
Vejamos, a este propósito três exemplos:
• Quanto à situação das pensões, o que se verifica é uma redução do poder de compra
de todos os pensionistas com pensões superiores a €611,12. Relativamente àqueles
que têm pensões inferiores ao valor atrás referido só haverá aumento real do poder de
compra caso a inflação seja inferior a 2,4% em 2008. E quem é que, depois dos já
anunciados aumentos, acredita que a inflação seja inferior a 2,4%?
• Relativamente aos beneficiários das pensões mínimas do regime geral, a situação é
muito mais dramática. Aos pensionistas com carreiras inferiores a 15 anos o aumento
diário será de €0, 21; para os que tenham carreiras contributivas entre os 15 e os 20
anos o aumento será €0,23; para os que tenham carreiras entre os 21 e os 30 anos o
aumento será de €0,26; para os com carreiras de 31 e mais anos o aumento será de
€0,32 por dia.
• Relativamente ao regime não contributivo, constata-se que o aumento da pensão
dos agrícolas será de €0,19 por dia e para a pensão social de €0,18 dia.
Ao mesmo tempo que se verificam tais aumentos, o Governo permitiu o aumento do
pão em cerca de 10%, valor que, na opinião dos industriais de panificação, tenderá a
ser fixado em mais de 30%. Os transportes e a energia, aumentaram em valores
superiores à prevista na taxa de inflação o que se transmitirá no valor dos produtos
alimentares.
Importa ter em conta que os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas
representam 23,1% na estrutura das despesas dos reformados, em termos globais. A
seguir a esta rubrica segue-se a habitação (que inclui a água, a electricidade e o gás),
com 22,6%, os transportes com 10,5, e a saúde com 8,5%.2
Assim, os aumentos dos reformados não podem ser fixados numa percentagem
indexada à taxa global da inflação, mas antes, devem ter em consideração o “cabaz de
compras” dos reformados, sobretudo dos mais pobres, em que as despesas com a
alimentação e a saúde têm uma importância muito maior do que nos outros grupos da
população.
Com efeito, quanto mais pobre se é, mais importante é a fatia das despesas com
alimentação, habitação e saúde. De acordo com o INE constata-se que as famílias mais
pobres (rendimentos inferiores a 4 000 euros por ano) gastavam, assim, o seu
dinheiro3:
alimentação; 31,6%
habitação: 25,1%
saúde: 9,8%
Estas despesas por si só representam 2/3 das despesas dos agregados familiares mais
pobres. É necessário, pois, ter em conta o peso das despesas que deveriam privilegiar
as actualizações dos reformados e pensionistas mais pobres e não uma taxa de
inflação global, na qual estão englobadas as despesas das famílias mais ricas onde o
peso da alimentação, habitação e saúde têm pouco significado.
Não obstante, o Governo insiste na perpetuação de reformas de miséria, que não se
consubstanciam como forma de combate à pobreza mas, antes, como forma da sua
continuação.
Este Projecto de Resolução que o PCP agora apresenta, insere-se numa linha de
intervenção que rompa com a instrumentalização do aumento da esperança de vida
numa perspectiva de redução de direitos dos actuais e futuros reformados e
pensionistas, afirmando a indispensabilidade de se dar corpo a novas políticas relativas
à 3ª idade que considerem novos problemas e necessidades de resposta centradas em
políticas públicas que tenham como prioridade: a eliminação da pobreza entre os
idosos, a elevação das condições de vida, só possível através de uma revalorização
anual das reformas e pensões, inseridas numa melhor distribuição do rendimento
nacional e como garantia da sua autonomia económica e social, no cumprimento das
funções sociais do Estado na saúde, segurança social, na valorização da participação
social e política desta camada social e no apoio às suas organizações representativas.
Por este motivo, o PCP propõe um aumento extraordinário das pensões aos
reformados, pensionistas e idosos como imperativo da acção governativa, em
contrapartida do esforço que os actuais reformados e pensionistas deram, no contexto
da sua actividade laboral para a criação da riqueza, sendo esta o eixo decisivo para
2 Fonte: INE - Inquérito aos Orçamentos Familiares 2000
3 Fonte - INE: Inquérito aos Orçamentos Familiares 2000
combater a pobreza entre os idosos e de promoção de uma melhor distribuição do
rendimento nacional.
Assim, a Assembleia da República, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da
Constituição da República Portuguesa, resolve recomendar ao Governo:
• Que no prazo de 10 dias proceda ao aumento extraordinário das pensões e outras
prestações sociais, de acordo com os seguintes montantes de actualização:
- As pensões e prestações sociais de valor inferior a uma vez e meia o valor do IAS são
actualizadas em 4% sobre o seu montante em 2007, não podendo ser inferior a
€10,00;
- As pensões e prestações sociais de valor compreendido entre uma vez e meia e seis
vezes o valor do IAS são actualizadas em 3% sobre o seu montante em 2007;
- As pensões e prestações sociais de valor superior a seis vezes o valor do IAS são
actualizadas em 2,5% sobre o seu montante em 2007.
Assembleia da Republica, 14 de Janeiro de 2008
Os Deputados do PCP,
BERNARDINO SOARES, ANTÓNIO FILIPE; JOÃO OLIVEIRA; JORGE MACHADO;
AGOSTINHO LOPES; BRUNO DIAS; JERÓNIMO DE SOUSA; JOSÉ SOEIRO; FRANCISCO
LOPES; HONÓRIO NOVO; MIGUEL TIAGO
---
Publicação — DAR II série A — 42-44 — 17/01/2008
42 | II Série A - Número: 042 | 17 de Janeiro de 2008
h) Criar o parque ambiental do estuário do Rio Douro.
Assim, nos termos regimentais e constitucionais, a Assembleia da República, reunida em Plenário, resolve recomendar ao Governo que:
— Crie a área de paisagem protegida da Baía de São Paio, tendo como limites a frente do estuário do rio Douro, compreendendo o Vale do Cabedelo, entre a Afurada e as areias do Cabedelo e a área paralela da margem do Porto; — Até à instalação da comissão gestora da área protegida e à elaboração e publicação do respectivo plano de ordenamento interdite os actos de extracção de inertes, depósitos de lixos e instalação de aterros, obras e construções e demais actos que se considerem danosos para a preservação ambiental e paisagística.
Lisboa, Palácio de São Bento, 3 de Janeiro de 2008.
Os Deputados do BE: Luís Fazenda — Ana Drago — Fernando Rosas — José Moura Soeiro.
———
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 252/X (3.ª) ACTUALIZAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DAS PENSÕES PARA 2008
As mudanças verificadas no âmbito do sistema público de segurança social, da responsabilidade do governo PS, correspondem a novos passos na fragilização da protecção social e dos valores das pensões e reformas que resultam das contribuições dos trabalhadores ao longo de uma vida de trabalho e, igualmente, na manutenção de baixos montantes das pensões do regime não contributivo, tudo a pretexto da sustentabilidade financeira da segurança social.
O elevar do tom propagandístico do governo PS em matéria de segurança social e da sua reforma encontra, na realidade, o aumentar das desigualdades sociais, o aumento inaceitável da pobreza e da pobreza extrema e o agravamento das condições de vida de todos os portugueses.
De facto, têm sido as medidas adoptadas pelo governo PS, no percurso traçado pelos governos de direita, as responsáveis directas pelas consequências sociais de agravamento da vida de quem menos pode e menos tem.
A perpetuação deste modelo económico que exclui os grupos sociais mais desfavorecidos tem impactos especialmente sentidos junto dos pensionistas e idosos do nosso país. A manutenção de reformas de miséria, a par com a tomada de medidas de engenharia social com vista à manipulação dos balanços sociais, medidas de reduzido alcance social e que apenas servem para dar continuidade à situação de exclusão social existente, é uma pedra de toque deste Governo que permite que mais de 83% dos reformados (sobre)viva com reformas abaixo do salário mínimo nacional.
Portugal tem mais de 2,1 milhões de pensionistas. A maioria deles (mais de 1,8 milhões ou 85,2%) recebe pensões de reforma inferior a € 374,70.
Os idosos com 65 e mais anos registam as taxas de pobreza mais elevadas em Portugal. A taxa de risco de pobreza mais elevada era, em 2005, de 42%, registando-se nos grupos compostos por idosos vivendo sós e em famílias com dois adultos e três ou mais crianças dependentes. Os idosos (65 e mais anos) registavam a taxa de pobreza relativa mais elevada — 28%
.
De acordo com as estatísticas do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, em Novembro de 2007, eram beneficiários do Rendimento Social de Inserção — prestação de combate à pobreza e de garantia de um mínimo de subsistência — 17 844 idosos, com 65 anos ou mais, dos quais 9 468 são mulheres e 8 376 são homens.
Estes dados confirmam que, não obstante o franco alcance desta medida de protecção social, de facto, os valores das pensões não estão adequados às reais necessidades dos reformados e idosos, enfrentando esta camada etária sérias dificuldades conjugadas com o encerramento de serviços de saúde e com a ofensiva privatizadora das funções sociais do Estado.
Tomando como exemplo o ano de 2007, o aumento diário das pensões para 473 000 reformados traduziuse em valores entre os € 0,21 diários para as pensões mínimas do regime contributivo e de €0,18 de aumento diário para a pensão social.
Em 2008 o governo PS prossegue a política de aumentos que não garantem um mínimo de dignidade a quem trabalhou toda uma vida e a quem são devidas responsabilidades sociais por parte do Estado.
Assim, o governo Sócrates opta por insuficientes aumentos de reformas e pensões para 2008, confirmando a falta de vontade política em combater a pobreza e a exclusão social entre os idosos.
Vejamos, a este propósito três exemplos:
Fonte: Instituto Nacional de Estatística (INE) – Destaque de 15 de Outubro de 2007, a propósito do Dia Internacional de Erradicação da Pobreza
---
Apreciação — DAR I série — 5-34 — 27/06/2008
5 | I Série - Número: 099 | 27 de Junho de 2008
José Helder do Amaral
José Paulo Ferreira Areia de Carvalho
João Guilherme Nobre Prata Fragoso Rebelo
Luís Pedro Russo da Mota Soares
Nuno Miguel Miranda de Magalhães
Partido Comunista Português (PCP):
Agostinho Nuno de Azevedo Ferreira Lopes
Artur Jorge da Silva Machado
Bernardino José Torrão Soares
Bruno Ramos Dias
Francisco José de Almeida Lopes
Jerónimo Carvalho de Sousa
José Batista Mestre Soeiro
José Honório Faria Gonçalves Novo
João Guilherme Ramos Rosa de Oliveira
Miguel Tiago Crispim Rosado
Bloco de Esquerda (BE):
Ana Isabel Drago Lobato
Francisco Anacleto Louçã
José Borges de Araújo de Moura Soeiro
João Pedro Furtado da Cunha Semedo
Luís Emídio Lopes Mateus Fazenda
Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV):
Heloísa Augusta Baião de Brito Apolónia
José Miguel Pacheco Gonçalves
Deputado não inscrito em grupo parlamentar:
Maria Luísa Raimundo Mesquita
O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, não há expediente para a reunião de hoje, que, em resultado de um agendamento do PCP, é preenchida com a discussão conjunta dos projectos de resolução n.os 349/X – Estabelecimento de preços máximos para 2008 num conjunto de bens essenciais, 350/X – Aumento intercalar dos vencimentos dos trabalhadores da administração pública, 351/X – Fixa um spread máximo no crédito à habitação própria permanente concedido pela CGD e repõe e reforça o regime de bonificação do crédito à habitação, 252/X – Actualização extraordinária das pensões para 2008 e 339/X – Responder à escalada dos preços dos combustíveis com a adopção de medidas extraordinárias e urgentes e a criação de um imposto extraordinário sobre os lucros especulativos decorrentes do efeito de stock do petróleo bruto (PCP).
Para apresentar as iniciativas, em representação do Grupo Parlamentar do PCP, tem a palavra o Sr. Deputado Agostinho Lopes.
O Sr. Agostinho Lopes (PCP): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: O País vive hoje, acelerada pela escalada dos preços dos combustíveis e de bens alimentares, uma situação de brutal agravamento das condições de vida dos trabalhadores e da generalidade da população.
O aumento do custo de vida, associado ao continuado aumento das taxas de juro, está-se a traduzir numa crescente perda do poder de compra e numa acelerada desvalorização dos salários e pensões de reforma, na asfixia de milhares de pequenas e médias empresas, no aumento das desigualdades sociais e da pobreza no nosso país.
Ao mesmo tempo, os mais importantes grupos económicos e financeiros continuam a acumular volumosos lucros, em chocante contradição com as crescentes dificuldades que atingem a generalidade da população.
Denunciámos já, nesta Assembleia, a inércia, e também a inépcia, total do Governo PS/Sócrates face aos acontecimentos.
---
Votação Deliberação — DAR I série — 34-35 — 27/06/2008
34 | I Série - Número: 099 | 27 de Junho de 2008
O Sr. Deputado sabe, ou devia saber, que a propensão ao consumo é inversamente proporcional aos rendimentos. Portanto, sabe, ou devia saber, que qualquer aumento de consumo, propiciado por um aumento desses rendimentos que os senhores referem, se traduziria, necessariamente e de uma forma total, não em poupança mas em consumo imediato. E deveria saber — não sabe, mas devia! — que esse consumo seria de mercadorias importadas. Portanto, não teria qualquer reflexo no produto interno bruto. Iria, quando muito, engordar outros produtos internos.
O Sr. João Oliveira (PCP): — Essa é que é uma intervenção absurda e ridícula!
O Sr. Jorge Strecht (PS): — No fundo, as medidas são, como eu disse há pouco, populistas, demagógicas, irrealistas e não atingem, sequer, infelizmente, os objectivos que dizem.
Protestos do Deputado do PCP José Soeiro.
Os senhores sabem que é puro eleitoralismo antecipado o que estão aqui a fazer, porque os senhores sabem — os parceiros sociais sabem e a CGTP sabe! — que os acordos que foram feitos são precisamente para evitar as medidas que aqui propõem. No entanto, estão a fazê-lo por razões puramente eleitoralistas.
A nossa decisão é aquela que os senhores já sabem: chumbo, repito, chumbo, em relação às vossas propostas.
Aplausos do PS.
O Sr. Presidente: — Sr.as e Srs. Deputados, vamos entrar no período regimental de votações.
Antes de mais, vamos proceder à verificação do quórum, utilizando o cartão electrónico.
Os Srs. Deputados que, por qualquer razão, não o puderem fazer, terão de o sinalizar à Mesa e, depois, fazer o registo presencial, para que seja considerada a respectiva presença na reunião.
Pausa.
Srs. Deputados, o quadro electrónico regista 175 presenças, às quais se acrescentam 13, perfazendo 188 Deputados, pelo que temos quórum para proceder às votações.
Vamos, então, começar por votar o projecto de resolução n.º 349/X — Estabelecimento de preços máximos para 2008 num conjunto de bens essenciais (PCP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD e do CDS-PP e votos a favor do PCP, do BE, de Os Verdes e de 1 Deputada não inscrita.
Segue-se a votação do projecto de resolução n.º 350/X — Aumento intercalar dos vencimentos dos trabalhadores da Administração Pública (PCP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS e do CDS-PP, votos a favor do PCP, do BE, de Os Verdes e de 1 Deputada não inscrita e a abstenção do PSD.
Vamos agora votar o projecto de resolução n.º 351/X — Fixa um spread máximo no crédito à habitação própria permanente concedido pela CGD e repõe e reforça o regime de bonificação do crédito à habitação (PCP).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD e do CDS-PP e votos a favor do PCP, do BE, de Os Verdes e de 1 Deputada não inscrita.
Srs. Deputados, vamos votar o projecto de resolução n.º 252/X — Actualização extraordinária das pensões para 2008 (PCP).
Abrir texto oficial