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Projeto de Resolução nº 366/XVI/1
Recomenda ao Governo que desenvolva um Plano de Reflorestação
para o Parque Natural da Serra da Estrela
A região da Serra da Estrela sofreu grandes incêndios ao longo dos anos,
designadamente, em 1978, 2000, 2017 e 2022. Contudo, o incêndio de 2022
foi, sem dúvida, o maior dos últimos 48 anos na região, tendo somado cerca
de 28 000 hectares em área ardida, ultrapassando a dimensão do incêndio de
2017. Deste modo, constata-se que existe uma recorrência de grandes
incêndios, nesta região, que urge prevenir e inverter.
É também notório que a preservação da fauna e da flora autóctones têm sido
postas em causa, o que tem vindo a comprometer a biodiversidade e a
segurança da população daquela que é a maior área protegida portuguesa.
O Parque Natural da Serra da Estrela viu arder 25% da sua área , no ano de
2022, algo que, naturalmente, teve consequências na região, sobretudo no
primeiro setor de atividade. Infelizmente, o Programa de Revitalização do
Parque Natural da Serra da Estrela não assegura a reflorestação necessária
que só um Plano de Reflorestação, cuja principal prioridade é preservação e a
regeneração da área natural através de espécies adequadas, será capaz de
assegurar.
Por não ser possível esperar pela regeneração natural, o CDS-PP considera
que só através de um plano concreto de reflorestação será possível assegurar
a recuperação da região e a plantação de espécies que efetivamente
respondam positivamente aos desafios das alterações climáticas.
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Tendo o Governo assumido o compromisso no seu Programa de consolidar
o papel do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas enquanto
entidade de referência na floresta portuguesa, deve aliar-se ao mesmo, bem
como aos municípios, para desenvolver um Programa de Reflorestação para
o Parque Natural da Serra da Estrela e ainda, promover a arborização com
espécies autóctones, aumentando a biodiversidade e reduzindo a
vulnerabilidade das zonas rurais a incêndios
Nestes termos, o Grupo Parlamentar do CDS -PP, ao abrigo das disposições
constitucionais e regimentais aplicáveis, propõe que a Assembleia da
República recomende ao Governo que , através do envolvimento de todas as
entidades competentes, assegure o desenvolvimento de um Plano de
Reflorestação para o Parque Natural da Serra da Estrela, no sentido de
complementar o Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da
Estrela.
Palácio de São Bento
3 de outubro de 2024
Os Deputados do Grupo Parlamentar do CDS-PP
Paulo Núncio
João Pinho de Almeida
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Publicação — DAR II série A — 67-68 — 04/10/2024
4 DE OUTUBRO DE 2024
inclusivamente em termos de acesso à carreira de investigação científica e respetivas avaliação e progressão,
com as correspondentes retribuições.
Sucede que nos Laboratórios do Estado subsiste cerca uma centena de profissionais que, não obstante
estarem habilitados com o grau de doutor, cuja obtenção foi aliás financiada e apoiada pelas respetivas
instituições, e desempenharem funções cujo descritivo corresponde ao de investigador científico, continuam
profissionalmente como técnicos superiores, embora uma parte se encontre em situação de mobilidade
intercarreiras, mas sem que tenham conseguido consolidar as respetivas posições e, por conseguinte, sem
quaisquer garantias de futuro na carreira que justamente almejam.
Há até casos de regressão, com técnicos superiores doutorados que não conseguiram consolidar a carreira
de investigação científica e tiveram de regressar ao posicionamento de técnico superior, com os consequentes
efeitos remuneratórios.
Trata-se de uma evidente injustiça, do ponto de vista do reconhecimento e valorização do elevado perfil
técnico e científico destes quadros, e de um manifesto e incompreensível prejuízo para o Estado – ou melhor,
um desperdício para o erário público –, sobretudo quando é certo que sempre que os Laboratórios do Estado
necessitarem de preencher vagas na carreira de investigação científica recorrerão a concursos externos.
Assim, e ao abrigo da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do
Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a Assembleia da República adote a
seguinte resolução:
Resolução
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao
Governo que:
1 – Proceda à abertura dos procedimentos concursais necessários para acesso à carreira de investigação
científica dos trabalhadores dos Laboratórios do Estado, cuja integração no âmbito do PREVPAP não ocorreu
em carreira ou categoria correspondente às funções efetivamente desempenhadas.
2 – Proceda à consolidação na carreira de investigação científica dos trabalhadores dos Laboratórios do
Estado que se encontrem em mobilidade intercarreira, desde que cumpridos os requisitos para o efeito.
Assembleia da República, 4 de outubro de 2024.
Os Deputados do PCP: Paulo Raimundo — Paula Santos — António Filipe — Alfredo Maia.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 366/XVI/1.ª
RECOMENDA AO GOVERNO QUE DESENVOLVA UM PLANO DE REFLORESTAÇÃO PARA O
PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA
A região da Serra da Estrela sofreu grandes incêndios ao longo dos anos, designadamente, em 1978,
2000, 2017 e 2022. Contudo, o incêndio de 2022 foi, sem dúvida, o maior dos últimos 48 anos na região, tendo
somado cerca de 28 000 ha em área ardida, ultrapassando a dimensão do incêndio de 2017. Deste modo,
constata-se que existe uma recorrência de grandes incêndios, nesta região, que urge prevenir e inverter.
É também notório que a preservação da fauna e da flora autóctones têm sido postas em causa, o que tem
vindo a comprometer a biodiversidade e a segurança da população daquela que é a maior área protegida
portuguesa.
O Parque Natural da Serra da Estrela viu arder 25 % da sua área, no ano de 2022, algo que, naturalmente,
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Apreciação — DAR I série — 51-63 — 17/10/2024
17 DE OUTUBRO DE 2024
Vou dar a palavra à Sr.ª Deputada Dulcineia Catarina Moura, do PSD, que dispõe de 7 minutos para
apresentar a iniciativa do PSD.
A Sr.ª Dulcineia Catarina Moura (PSD): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Os incêndios do verão de 2022 destruíram grande parte de uma das áreas protegidas mais importantes do nosso País — 26 000 ha de
floresta e mato —, falo-vos do Parque Natural da Serra da Estrela. Nessa altura, e depois do caos nesse tesouro
do nosso território, ouvimos uma série de discursos carregados de solidariedade e de disponibilidade para
resolver os problemas que, infelizmente, ali nasceram.
De um modo geral, foram promessas vazias e, diria mesmo, cruéis. Momentos em que as palavras de
conforto e de responsabilidade, afinal, foram apenas isso, palavras. Recordo, na Casa da democracia, a
promessa da ex-Ministra da Presidência, que disse: «Vamos deixar este parque natural melhor do que estava.»
Em boa verdade, a lentidão na implementação de medidas fundamentais e o foco do anterior Governo em
aspetos burocráticos e secundários deixam sérias dúvidas sobre o real compromisso com a serra da Estrela. Sr.
Presidente, Srs. Deputados, registem bem a comparação com a rapidez e eficácia da resposta do atual Governo
de Portugal relativamente aos incêndios deste ano.
Desde o verão de 2022, só em março de 2024, foi aprovado, numa resolução de Conselho de Ministros de
então, o Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela. Um programa muito criticado, e por
várias razões, desde logo: pela inequívoca falta de envolvimento das associações e da sociedade civil; pela falta
de transparência na definição concreta das ações prioritárias e dos prazos de implementação; pela demora na
aplicação das medidas no terreno; e também por se afigurar um conjunto de intenções consubstanciadas em
grandes obras e infraestruturas e em ações de marketing e comunicação, todas elas deveras importantes. Isto,
em vez de se dar prioridade à necessária sustentação e regeneração inteligente de um ecossistema natural.
Dou conta de que estas críticas não são minhas, são todas fundamentadas e proferidas por diferentes
entidades, e estão acessíveis a todos.
Sr. Presidente, Srs. Deputados, o Grupo Parlamentar do PSD entende e defende neste projeto de resolução
que hoje traz a discussão, a relevância da implementação do Programa de Revitalização do Parque Natural da
Serra da Estrela, que provém da anterior Legislatura. Mas naturalmente que o defende com o necessário
consenso com os diferentes atores locais, regionais e nacionais.
Acontece, porém, que nós entendemos que revitalizar sem reflorestar é um mau caminho. Porquê? Porque
ignora a génese do problema num território com tanto valor natural, paisagístico e humano. Revitalizar sem
reflorestar é abandonar os agricultores, os produtores, os apicultores, as associações e todos aqueles a quem
a serra da Estrela deve a sua identidade, a quem a serra da Estrela deve os recursos endógenos que só ela
tem.
É importante percebermos que as muitas atividades que ali existem são o sustento destas comunidades. Não
podemos ignorar esse facto e, muito menos, desvalorizá-lo.
Revitalizar sem reflorestar é negligenciar o restauro ecológico, a preservação de ecossistemas e a definição
de uma estratégia sólida de prevenção de riscos futuros.
Revitalizar sem reflorestar é descuidar a recuperação de práticas de cultivo e de pastoreio identitárias e
ajustadas ao espaço.
Revitalizar sem reflorestar é desconsiderar ainda o potencial turístico e a dinâmica económica que daí possa
advir.
Reflorestar é dar prioridade ao território, à prevenção da fauna e da flora e à articulação com a sociedade
civil, com as autarquias e com a comunidade académica especializada.
A serra da Estrela, as suas gentes resilientes e combativas, os autarcas, as associações, os agricultores, os
pastores e toda a comunidade desta região merecem essa intervenção e esse foco na biodiversidade, no bem-
estar e na segurança das populações e do seu património.
Aplausos do PSD e do CDS-PP.
Merecem, sobretudo, ser parte integrante de um diálogo de proximidade e parte ativa da solução. Felizmente,
temos um Governo empenhado em resolver os problemas das pessoas.
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Votação na generalidade — DAR I série — 51-51 — 19/10/2024
19 DE OUTUBRO DE 2024
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do CH, do BE, do PCP, do L e do PAN, o voto
contra da IL e as abstenções do PSD, do PS e do CDS-PP.
Esta iniciativa baixa à 7.ª Comissão.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 366/XVI/1.ª (CDS-PP) — Recomenda ao Governo
que desenvolva um plano de reflorestação para o Parque Natural da Serra da Estrela.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PSD, do CH, da IL, do BE, do L, do CDS-PP e
do PAN e as abstenções do PS e do PCP.
Esta iniciativa baixa à 7.ª Comissão.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 370/XVI/1.ª (L) — Por um Programa de
Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela mais ambicioso e por maior conservação da natureza.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do CH e da IL, os votos a favor do BE, do L e do
PAN e as abstenções do PSD, do PS, do PCP e do CDS-PP.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Lei n.º 101/XVI/1.ª (L) — Aprova a carta dos direitos da cidadania
sénior.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do CH, do PCP e do CDS-PP, os votos a
favor do PS, do BE, do L e do PAN e a abstenção da IL.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Lei n.º 307/XVI/1.ª (PAN) — Aprova a carta dos direitos da pessoa
idosa.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do CH, do PCP e do CDS-PP, os votos a
favor do PS, do BE, do L e do PAN e a abstenção da IL.
Tem a palavra a Sr.ª Deputada Paula Santos.
A Sr.ª Paula Santos (PCP): — Sr.ª Presidente, é para anunciar uma declaração de voto escrita sobre estas duas últimas votações.
A Sr.ª Presidente (Teresa Morais): ⎯ Fica registado, Sr.ª Deputada. Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Lei n.º 312/XVI/1.ª (PCP) — Cria uma rede pública de
equipamentos e serviços de apoio aos idosos.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do PS, da IL e do CDS-PP e os votos a
favor do CH, do BE, do PCP, do L e do PAN.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 347/XVI/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo que
tome medidas que contribuam para a consciencialização e prevenção da violência e outros crimes praticados
contra pessoas idosas.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PS, do CH, da IL, do BE, do PCP, do L e do
PAN e as abstenções do PSD e do CDS-PP.
Esta iniciativa baixa à 1.ª Comissão.
Vamos votar, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 348/XVI/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo que
tome medidas de combate ao idadismo em Portugal.
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Baixa comissão especialidade — DAR II série A — 89-89 — 22/01/2025
22 DE JANEIRO DE 2025
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 366/XVI/1.ª
(RECOMENDA AO GOVERNO QUE DESENVOLVA UM PLANO DE REFLORESTAÇÃO PARA O
PARQUE NATURAL DA SERRA DAESTRELA)
Texto final da Comissão de Agricultura e Pescas
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao
Governo que, através do envolvimento de todas as entidades competentes, assegure o desenvolvimento de um
plano de reflorestação para o Parque Natural da Serra da Estrela, no sentido de complementar o Programa de
Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela
Palácio de São Bento, 8 de janeiro de 2025.
A Presidente da Comissão, Emília Cerqueira.
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PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 505/XVI/1.ª
(RECOMENDA AO GOVERNO O REFORÇO DA SEGURANÇA NA CIDADE DO PORTO)
Informação da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias relativa à
discussãodo diploma ao abrigo do artigo 128.º do Regimento da Assembleia da República
O Projeto de Resolução n.º 505/XVI/1.ª (CH) – Recomenda ao Governo o reforço da segurança na cidade do
Porto –deu entrada na Assembleia da República no dia 30 de dezembro de 2024, tendo baixado à Comissão
no dia 6 de janeiro de 2025, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 1 do artigo 128.º do Regimento da
Assembleia da República.
Intervieram na discussão, na reunião de 22 de janeiro de 2025, além do Sr. Deputado Rui Afonso (CH), na
qualidade de proponente, a Sr.ª Deputada Patrícia Faro (PS) e o Sr. Deputado Pedro Neves de Sousa (PSD),
que debateram o conteúdo do projeto de resolução nos seguintes termos:
O Sr. Deputado Rui Afonso (CH) fez a apresentação da iniciativa, começando por referir que a mesma tinha
por objetivo que fosse reforçado o policiamento na cidade do Porto, em função do aumento da criminalidade que
se verificava, enumerando um conjunto de locais em que tal ocorria e exemplificando com um conjunto de casos.
Alertou para a falta de policiamento e videovigilância na cidade, recordando que, com a demolição do Bairro da
Pasteleira, o tráfico e o consumo de droga se tinham espalhado para outras zonas da cidade. Realçou que o
Grupo Parlamentar do CH pretendia que o Governo procedesse ao reforço urgente dos meios técnicos e
humanos das forças de segurança, necessários para a prevenção e combate da criminalidade na cidade do
Porto, bem como acelerasse o processo de alargamento dos sistemas de videovigilância, particularmente nas
áreas de maior concentração turística e nas zonas urbanas mais vulneráveis à criminalidade, como forma
complementar de prevenção. Paralelamente, afirmou que o Grupo Parlamentar do CH pretendia que o Governo
reforçasse as ações de fiscalização no combate ao crime de tráfico de seres humanos, auxílio à imigração ilegal
e tráfico de droga, nomeadamente junto de estabelecimentos comerciais explorados por cidadãos estrangeiros
e realizasse campanhas de sensibilização pública, incentivando a colaboração da sociedade civil com as forças
de segurança, promovendo uma cultura de prevenção e vigilância ativa contra a criminalidade.
A Sr.ª Deputada Patrícia Faro (PS) usou da palavra para mencionar que o Grupo Parlamentar do PS nada
tinha contra o reforço do policiamento na cidade do Porto. Referiu que a cidade tinha sofrido alterações
sociológicas relativamente ao consumo de droga e recordou que, nos anos 90 do século XX, já se verificavam
situações semelhantes. Concordou que a demolição do bairro onde se concentrava o consumo de droga tinha
conduzido à dispersão deste por toda a cidade, tornando-o mais visível. Refutou que a criminalidade estivesse
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Votação final global — DAR I série — 72-72 — 25/01/2025
I SÉRIE — NÚMERO 80
O Sr. Presidente: — Sr. Deputado, portanto, o Chega tinha votado a favor e quer votar contra. É?
O Sr. Pedro Pinto (CH): — Sim.
O Sr. Miguel Arruda (Ninsc): — Com licença, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente: — Presumo que o Sr. Deputado não inscrito quer alterar o seu sentido de voto.
O Sr. Miguel Arruda (Ninsc): — Certíssimo.
O Sr. Presidente: — Muito bem, está registado, mas não altera… Está feita a retificação.
Temos agora para votar, em votação final global, o texto final, apresentado pela Comissão de Agricultura e
Pescas, relativo ao Projeto de Resolução n.º 160/XVI/1.ª (PSD) — Plano de reflorestação do Parque Natural da
Serra da Estrela.
Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade, registando-se a ausência do PAN.
Passamos a votar, em votação final global, o texto final, apresentado pela Comissão de Agricultura e Pescas,
relativo ao Projeto de Resolução n.º 324/XVI/1.ª (PS) — Recomenda ao Governo que proceda à implementação
do Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela, dando continuidade aos projetos já
aprovados e em curso e aos investimentos programados para a região da Serra da Estrela.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PS, do CH, da IL, do BE, do PCP, do L e do
Deputado não inscrito Miguel Arruda e as abstenções do PSD e do CDS-PP.
Para votar, em votação final global, temos agora o texto final, apresentado pela Comissão de Agricultura e
Pescas, relativo ao Projeto de Resolução n.º 349/XVI/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo que promova o
restauro ecológico urgente do Parque Natural da Serra da Estrela.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PS, do CH, da IL, do BE, do PCP, do L e do
Deputado não inscrito Miguel Arruda e as abstenções do PSD e do CDS-PP.
Vamos proceder agora à votação final global do texto final, apresentado pela Comissão de Assuntos
Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, relativo à Proposta de Lei n.º 34/XVI/1.ª (GOV) — Procede à
quinta alteração à Lei n.º 2/2008, de 14 de janeiro, que regula o ingresso nas magistraturas, a formação de
magistrados e a natureza, estrutura e funcionamento do Centro de Estudos Judiciários.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PSD, do PS, da IL, do BE e do CDS-PP e as
abstenções do CH, do PCP, do L e do Deputado não inscrito Miguel Arruda.
Sr.ª Deputada Isabel Mendes Lopes, faça favor.
A Sr.ª Isabel Mendes Lopes (L): — Sr. Presidente, é para anunciar a entrega de uma declaração de voto
escrita sobre esta votação.
O Sr. Presidente: — Sr. Deputado Almiro Moreira, faça favor.
O Sr. Almiro Moreira (PSD): — Sr. Presidente, era para solicitar a dispensa de redação final e do prazo para
apresentação de reclamações contra inexatidões.
O Sr. Presidente: — Vamos votar este requerimento.
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