PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Projeto de Resolução n.º 274/XVI/1.ª
Defesa dos músicos e criadores culturais do Centro Comercial STOP e criação do
Centro Cultural e Musical do Porto
Exposição de motivos
O STOP, aberto em 1982, na Rua do Heroísmo, no Porto, como centro comercial,
funciona há mais de 20 anos como espaço cultural, com as diversas frações dos pisos a
serem usadas como salas de ensaio e estúdios por muitos artistas, na sua maioria
músicos.
O espaço cultural que atualmente o STOP é, com mais de 500 utilizadores, dos quais
mais de 90% são músicos, constitui uma mais-valia para o Porto e para o país, devendo
ser preservado, como tem sido afirmado nas mais diversas áreas da cidade e da região,
e como foi claro na onda de solidariedade que se desenvolveu quando a Câmara
Municipal do Porto (CMP), no dia 18 de julho de 2023, executou um primeiro
encerramento coercivo de 105 das 126 lojas do centro comercial, impedindo o acesso
ao seu interior a centenas de proprietários e inquilinos, e, em consequência, impedindo-
os de trabalhar.
Após diversas negociações, a CMP encontrou uma solução que os músicos, outros
utilizadores do STOP e o condomínio aceitaram. Assim, em 4 de agosto desse ano, a
autarquia aceitou reabrir o espaço e permitir a sua utilização por quem nele trabalha,
em termos e condições devidamente acordados.
No entanto, no dia 4 de setembro seguinte, a CMP optou por voltar atrás e agravar de
novo a situação, em vez de ajudar a criar as condições necessárias para centenas e
centenas de músicos e comerciantes desenvolverem a sua atividade e a sua própria vida
quotidiana.
Perante este impasse, volvidos alguns meses, e, face à pressão para a resolução do
problema, a CMP classificou o imóvel de interesse Municipal para impedir outra
utilização, enquanto paralelamente, com o envolvimento dos proprietários, das
entidades públicas e dos próprios músicos e respetivas associações representativas, foi
possível resolver quase todos os problemas de segurança.
Contudo, inexplicavelmente, mantém-se um último problema de segurança – uma saída
de emergência tapada pela construção adjacente ao centro comercial STOP –, situação
que a CMP permitiu que se concretizasse e que agora, de forma incompreensível, arrasta
no tempo a sua resolução;
Não obstante o longo e desgastante processo e a aparente resolução das questões de
segurança, o futuro deste espaço e de centenas de músicos e produtores culturais
mantém-se incerto e desaproveitado.
Apesar dos esforços desenvolvidos, em particular pelo PCP, o Governo, e
nomeadamente o Ministro da Cultura, ficou indiferente a esta grave situação que já
afastou muitos produtores culturais do local e que pode destruir um complexo cultural
que os músicos souberam construir num centro comercial desajustado e praticamente
abandonado, transformando-o num exemplo da cidade do Porto, da região e do próprio
país. Face à importância do espaço e do projeto cultural em causa, e em particular do
potencial que oferece, pela participação e de centenas de músicos e artistas, impõe-se
a tomada urgente de medidas em defesa do “CC STOP” e a sua transformação em espaço
digno e com condições para o desenvolvimento da promoção da atividade cultural da
região, no qual os músicos e criadores culturais, em particular, os que ali trabalham,
ensaiam e criam, possam continuar a desenvolver as suas atividades.
Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do n.º 1 do
artigo 4.º do Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a
Assembleia da República adote a seguinte
Resolução
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição
da República, recomendar ao Governo que:
1 – O Ministério da Cultura tome as medidas necessárias para garantir que os mais de
500 músicos que trabalham, ensaiam e criam no STOP possam continuar a desenvolver
as suas atividades naquele local, complementado, temporariamente, pelas instalações
da Escola Pires de Lima, dotando os espaços de uma infraestrutura técnica e humana
adequada.
2 – Desenvolva os estudos e medidas necessários para a criação do Centro Cultural e
Musical do Porto, em colaboração com o Município do Porto e associações
representativas dos músicos, dotando-o de espaços de ensaio, produção, gravação e
apresentação ao público, alocando os meios técnicos e humanos necessários.
Assembleia da República, 13 de setembro de 2024
Os Deputados,
PAULO RAIMUNDO; PAULA SANTOS; ANTÓNIO FILIPE; ALFREDO MAIA
---
Publicação — DAR II série A — 130-131 — 13/09/2024
II SÉRIE-A — NÚMERO 91
República resolve recomendar ao Governo que proceda à revisão urgente do regime aplicável às carreiras
técnicas especiais da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, de modo a garantir que o novo
regime entra em vigor em 1 de janeiro de 2025.
Palácio de São Bento, 13 de setembro de 2024.
Os Deputados do CH: Pedro Pinto — Cristina Rodrigues — Manuel Magno — Rodrigo Alves Taxa —
Vanessa Barata — João Paulo Graça — Nuno Gabriel — Armando Grave — Patrícia Carvalho.
———
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 274/XVI/1.ª
DEFESA DOS MÚSICOS E CRIADORES CULTURAIS DO CENTRO COMERCIAL STOP E CRIAÇÃO
DO CENTRO CULTURAL E MUSICAL DO PORTO
Exposição de motivos
O STOP, aberto em 1982, na Rua do Heroísmo, no Porto, como centro comercial, funciona há mais de 20
anos como espaço cultural, com as diversas frações dos pisos a serem usadas como salas de ensaio e
estúdios por muitos artistas, na sua maioria músicos.
O espaço cultural que atualmente o STOP é, com mais de 500 utilizadores, dos quais mais de 90 % são
músicos, constitui uma mais-valia para o Porto e para o País, devendo ser preservado, como tem sido
afirmado nas mais diversas áreas da cidade e da região, e como foi claro na onda de solidariedade que se
desenvolveu quando a Câmara Municipal do Porto (CMP), no dia 18 de julho de 2023, executou um primeiro
encerramento coercivo de 105 das 126 lojas do centro comercial, impedindo o acesso ao seu interior a
centenas de proprietários e inquilinos, e, em consequência, impedindo-os de trabalhar.
Após diversas negociações, a CMP encontrou uma solução que os músicos, outros utilizadores do STOP e
o condomínio aceitaram. Assim, em 4 de agosto desse ano, a autarquia aceitou reabrir o espaço e permitir a
sua utilização por quem nele trabalha, em termos e condições devidamente acordados.
No entanto, no dia 4 de setembro seguinte, a CMP optou por voltar atrás e agravar de novo a situação, em
vez de ajudar a criar as condições necessárias para centenas e centenas de músicos e comerciantes
desenvolverem a sua atividade e a sua própria vida quotidiana.
Perante este impasse, volvidos alguns meses, e, face à pressão para a resolução do problema, a CMP
classificou o imóvel de interesse municipal para impedir outra utilização, enquanto paralelamente, com o
envolvimento dos proprietários, das entidades públicas e dos próprios músicos e respetivas associações
representativas, foi possível resolver quase todos os problemas de segurança.
Contudo, inexplicavelmente, mantém-se um último problema de segurança – uma saída de emergência
tapada pela construção adjacente ao centro comercial STOP –, situação que a CMP permitiu que se
concretizasse e que agora, de forma incompreensível, arrasta no tempo a sua resolução;
Não obstante o longo e desgastante processo e a aparente resolução das questões de segurança, o futuro
deste espaço e de centenas de músicos e produtores culturais mantém-se incerto e desaproveitado.
Apesar dos esforços desenvolvidos, em particular pelo PCP, o Governo, e nomeadamente o Ministro da
Cultura, ficou indiferente a esta grave situação que já afastou muitos produtores culturais do local e que pode
destruir um complexo cultural que os músicos souberam construir num centro comercial desajustado e
praticamente abandonado, transformando-o num exemplo da cidade do Porto, da região e do próprio País.
Face à importância do espaço e do projeto cultural em causa, e em particular do potencial que oferece, pela
participação de centenas de músicos e artistas, impõe-se a tomada urgente de medidas em defesa do «CC
STOP» e a sua transformação em espaço digno e com condições para o desenvolvimento da promoção da
atividade cultural da região, no qual os músicos e criadores culturais, em particular, os que ali trabalham,
---
Apreciação — DAR I série — 73-84 — 28/09/2024
28 DE SETEMBRO DE 2024
O Sr. Pedro dos Santos Frazão (CH): — Cresce e aparece!
O Sr. Pedro Pinto (CH): — Respeita o Presidente!
O Sr. Rui Tavares (L): — Já agora, respeita o Livre!
O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Sr. Deputado, faço-lhe notar que essa não foi uma interpelação à Mesa.
Protestos do CH e contraprotestos do L.
Srs. Deputados, peço silêncio à Câmara.
Fica claro que não foi uma interpelação à Mesa e a Mesa passará a ser mais rigorosa. A primeira parte foi
uma interpelação, mas a segunda parte já não, Sr. Deputado.
Srs. Deputados, está encerrado o terceiro ponto, pelo que passamos ao quarto ponto da nossa ordem do
dia, que consiste na discussão da Petição n.º 213/XV/2.ª (Mafalda Maria Broguera Ribeiro e outros) — Em
defesa dos músicos do Centro Comercial STOP, do Porto, da cultura e da transparência no processo urbanístico,
que arrasta os Projetos de Resolução n.os 274/XVI/1.ª (PCP) — Defesa dos músicos e criadores culturais do
Centro Comercial STOP e criação do centro cultural e musical do Porto, 280/XVI/1.ª (L) — Recomenda a criação
da rede de «Casa da Criação», 285/XVI/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo a criação de uma rede nacional
de residências artísticas, o incentivo à criação de residências artísticas em espaços públicos e a declaração de
interesse cultural para espaços de criação artística e 289/XVI/1.ª (BE) — Promover o CC STOP enquanto polo
cultural.
Para apresentar o projeto de resolução do PCP, tem a palavra o Sr. Deputado Alfredo Maia, do Partido
Comunista Português.
O Sr. Alfredo Maia (PCP): — Sr. Presidente, Srs. Deputados: O PCP saúda os subscritores da petição em defesa dos músicos do Centro Comercial STOP.
Há mais de duas décadas que o ainda chamado Centro Comercial STOP, na Rua do Heroísmo, no Porto,
não é, na realidade, um centro comercial.
O CC STOP — «CC» de «Centro Cultural» — é, na verdade, uma experiência singular e exaltante da
apropriação de um shopping decrépito por centenas de músicos, outros artistas e produtores culturais, que o
transformaram, de forma radical, num espaço coletivo de criação único, com múltiplos estúdios, salas de ensaio
e de troca de ideias.
Digo «apropriação» no sentido de exemplo muito útil de como é possível revivificar um imóvel em declínio e
conferir-lhe uma dinâmica social e cultural, reinventando funções muito úteis e de proveito para a comunidade,
em contraponto ao estado de abandono e até de insegurança a que são entregues outros espaços ditos
comerciais.
E assim estavam os músicos e outros artistas quando, de supetão, foram confrontados com o encerramento
coercivo, em julho de 2023, de 105 das 126 lojas e o impedimento do acesso ao interior de centenas de
proprietários, inquilinos, impedindo-os de trabalhar.
Que havia problemas de segurança, havia, mas a dinâmica de envolvimento da população, de organizações
diversas, entre as quais o PCP, e a própria evolução da posição da Câmara Municipal, graças à resistência e à
tenacidade dos músicos do STOP, tornaram possível a resolução de quase todas as vicissitudes, contrariando
o desígnio fatal que parecia condenar este centro cultural.
Face à pressão, a Câmara classificou o imóvel do STOP como imóvel de interesse municipal, enquanto, com
o envolvimento dos proprietários, dos músicos, artistas, produtores e lojistas que ainda lá permanecem e as
suas associações, assim como de várias entidades, se foram resolvendo quase todos os problemas,
designadamente a nível da segurança.
No entanto, o futuro do Centro Cultural STOP e da atividade de centenas de músicos, artistas e produtores
permanece incerto e o espaço quase desaproveitado.
---
Votação na generalidade — DAR I série — 65-65 — 07/10/2024
7 DE OUTUBRO DE 2024
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do PS, da IL e do CDS-PP, os votos a favor
do BE, do PCP, do L e do PAN e as abstenções do CH e dos Deputados do PS Carlos Silva e Fátima Correia
Pinto.
Prosseguimos com a votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 284/XVI/1.ª (PAN) — Pela
suspensão da vigência do contrato de concessão de exploração da mina do Barroso.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do PS, da IL e do CDS-PP, os votos a favor
do BE, do PCP, do L e do PAN e as abstenções do CH e dos Deputados do PS Carlos Silva e Fátima Correia
Pinto.
O Sr. Deputado Pedro Pinto está a pedir a palavra para que efeito?
O Sr. Pedro Pinto (CH): — Sr. Presidente, é para anunciar que o Grupo Parlamentar do Chega apresentará
uma declaração de voto escrita sobre estes quatro últimos projetos de resolução.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.
A Sr.ª Deputada Fátima Pinto deseja usar da palavra para que efeito?
A Sr.ª Fátima Correia Pinto (PS): — Sr. Presidente, é também para anunciar que apresentarei uma
declaração de voto escrita em meu nome e em nome do Deputado Carlos Silva em relação a estes últimos
quatro projetos de resolução.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr.ª Deputada.
Tem a palavra o Sr. Deputado António Alberto Machado.
O Sr. António Alberto Machado (PSD): — Sr. Presidente, é para anunciar que apresentarei também uma
declaração de voto escrita em meu nome e no do Deputado Amílcar Almeida.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.
Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 274/XVI/1.ª (PCP) — Defesa dos músicos
e criadores culturais do Centro Comercial STOP e criação do Centro Cultural e Musical do Porto.
Submetido à votação, foi rejeitado, com os votos contra do PSD, do CH, da IL e do CDS-PP, os votos a favor
do PS, do BE, do PCP, do L e do PAN e a abstenção do Deputado do PS Manuel Pizarro.
Votamos, na generalidade, o Projeto de Resolução n.º 280/XVI/1.ª (L) — Recomenda a criação da rede de
«Casa da Criação».
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PS, do BE, do PCP, do L e do PAN, os votos
contra do PSD e do CDS-PP e as abstenções do CH e da IL.
Esta iniciativa baixa à 12.ª Comissão.
Segue-se a votação, na generalidade, do Projeto de Resolução n.º 285/XVI/1.ª (PAN) —Recomenda ao
Governo a criação de uma rede nacional de residências artísticas, o incentivo à criação de residências artísticas
em espaços públicos e a declaração de interesse cultural para espaços de criação artística.
Submetido à votação, foi aprovado, com os votos a favor do PS, do BE, do PCP, do L e do PAN, os votos
contra do PSD e do CDS-PP e as abstenções do CH e da IL.
Esta iniciativa baixa à 12.ª Comissão.
---
Votação na generalidade — DAR I série — 73-74 — 19/10/2024
19 DE OUTUBRO DE 2024
Exige-se ainda a implementação de um plano concreto para a recuperação das áreas exploradas, incluindo
iniciativas de reflorestação e restauração dos ecossistemas, com verbas asseguradas para garantir a execução
integral após a mineração.
Desta forma, a abstenção do partido não reflete uma oposição absoluta à exploração de lítio, mas sim a
necessidade de maior transparência, rigor e responsabilidade no licenciamento e na exploração. O partido
continuará a defender uma política ambiental equilibrada, que concilie o desenvolvimento económico com a
preservação dos recursos naturais, evitando extremismos ideológicos e assegurando os legítimos interesses
das comunidades afetadas.
O Grupo Parlamentar do Chega.
[Recebida na Divisão de Redação a 16 de outubro de 2024.]
——
Projeto de Resolução n.º 127/XVI/1ª (BE) — Recomenda a suspensão dos processos de mineração previstos
para a Serra da Argemela, Boticas, Montalegre e Lixa, Projeto de Resolução n.º 272/XVI/1ª (PCP) — Recomenda
ao Governo a suspensão da exploração de lítio na Mina do Barroso, Projeto de Resolução n.º 279/XVI/1ª (L) —
“Recomenda o cancelamento das concessões de exploração de lítio nas minas do Romano, em Montalegre, e
do Barroso, em Boticas, e a proteção da única região classificada pela FAO como Património Agrícola Mundial
em Portugal, Projeto de Resolução n.º 284/XVI/1ª (PAN) — Pela suspensão da vigência do contrato de
concessão de exploração da mina do Barroso.
Os Deputados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista Fátima Correia Pinto e Carlos Silva abstiveram-
se na votação das iniciativas acima enunciadas, reconhecendo que existem impactos inerentes a uma possível
exploração de lítio nos concelhos de Boticas e Montalegre, exige-se a garantia de que esses impactos são
mínimos, quer no que diz respeito à proteção dos recursos hídricos e dos sistemas ecológicos, mas também da
preservação do património cultural e da paisagem, responsabilidade de avaliação da competência da Agência
Portuguesa do Ambiente.
O processo da exigente avaliação deverá ser claro e transparente e em conformidade com os termos legais
do respetivo regime jurídico, sem dúvidas sobre a sua análise e avaliação isenta e minuciosa. Tal como é do
conhecimento público, neste momento, esse processo encontra-se em análise pelo Ministério Público e,
portanto, a verificar-se que o procedimento não cumpriu com estes pressupostos, o mesmo terá de ser nulo.
Para além de garantidos os impactos mínimos e a salvaguarda do Património Agrícola Mundial da região de
Barroso, reconhecida em 2018 pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO),
terão de ser definidas contrapartidas concretas para os concelhos e população envolvidas, não só no curto
prazo, com a construção, por exemplo, de infraestruturas necessárias, mas também a médio prazo, com a
inclusão da refinaria, no concelho, de extração, permitindo, desta forma, a criação de emprego e de valor na
região.
O Deputado e a Deputada do PS, Carlos Silva — Fátima Correia Pinto.
[Recebida na Divisão de Redação a 16 de outubro de 2024.]
———
Relativa ao Projeto de Resolução n.º 274/XVI/1.ª, 280/XVI/1.ª, 285/XVI/1.ª e 289/XVI/1.ª [votado na reunião
plenária de 4 de outubro de 2024 — DAR I Série n.º 45 (2024-10-07)]:
Nas últimas décadas, de modo espontâneo, o Centro Comercial STOP, localizado na freguesia do Bonfim,
na zona oriental do Porto, transformou-se num relevante espaço musical, com dezenas de salas de ensaio e de
estúdios musicais.
Abrir texto oficial