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Iniciativa Caducada
Estado oficial
Em debate
Apresentacao
15/08/2023
Votacao
Nao mapeada
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Pendente
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Entrada
Proposta registada na legislature
Admissão
Iniciativa admitida à apreciação
Comissão
Em análise de comissão
Debate
Apreciação legislativa e alterações
Votação
Votação agendada
Publicação
Publicada no Diário da República
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Fontes
Publicação — DAR II série A — 7-8
17 DE AGOSTO DE 2023 7 PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 854/XV/1.ª RECOMENDA AO GOVERNO QUE APOIE A INICIATIVA DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA DE DENOMINAR A NOVA PONTE CICLOPEDONAL QUE LIGA A CAPITAL AO CONCELHO DE LOURES, SOBRE O RIO TRANCÃO, DE «PONTE PEDONAL CARDEAL DOM MANUEL CLEMENTE» Exposição de motivos Na primeira semana de agosto, Lisboa recebeu peregrinos vindos de 150 países, o que fez da cidade de Lisboa a capital do mundo. Num momento de grande tensão internacional, decorrente da invasão russa à Ucrânia, para além das enormes desigualdades sociais, Lisboa mostrou que a paz é possível e que solidariedade entre povos e nações não é uma utopia. A Jornada Mundial da Juventude, ou a JMJ, foi um alento de esperança para os portugueses, crentes e não crentes, para além de ter permitido a Portugal voltar a mostrar ao mundo a sua grandeza, hospitalidade e generosidade. A JMJ foi um acontecimento que marcou a cidade e todos os concelhos vizinhos. Neste sentido, as margens do rio Trancão foram limpas e devolvidas aos habitantes de Loures e Lisboa e uma ponte foi construída para unir as duas margens do campo que acolheu a vigília final. Podemos ainda afirmar que este encontro de jovens, para além da união entre aquelas duas zonas geográficas, foi uma ponte entre a Igreja Católica, os jovens portugueses e a sociedade civil. Tudo isto aconteceu porque um homem teve o engenho de sonhar, planear e apresentar a candidatura de Lisboa para acolher o encontro mundial de jovens católicos de 2022. A candidatura vencedora teve como principal responsável o Cardeal D. Manuel Clemente, atual Bispo Emérito de Lisboa. Este uniu esforços, juntou pessoas de diferentes espectros e fez acontecer o maior evento de sempre realizado em Portugal. O retorno deste evento será imensurável. Da feira das vocações na cidade da alegria, aos festivais de música ou ao espaço das confissões, centenas ou milhares de encontros terão sido proporcionados pela realização deste evento. Quantos jovens terão decidido a sua vocação profissional nesta cidade banhada pelo Tejo? Quantas famílias nascerão da semente plantada nestes dias? Quantos jovens venceram medos, barreiras e preconceitos? Quantos jovens se deixaram inspirar pela alegria vivida? Assim, é da mais elementar justiça perpetuar na memória das futuras gerações o nome do pai da Geração que nasceu (ou renasceu) em 2023, em Lisboa, como o Papa Francisco assinalou. Dar o nome de Cardeal D. Manuel Clemente à ponte do rio Trancão é da mais elementar justiça e um exercício de gratidão pelo trabalho realizado em prol do distrito e do País. Se as palavras do Papa Francisco animaram a classe política por afirmar que a Igreja é de todos, é tempo da sociedade portuguesa mostrar que também reconhece todos, nomeadamente um Cardeal católico. Foi assim com agrado que foi tornada pública a intenção da Câmara Municipal de Lisboa de «batizar» a nova ponte ciclopedonal que liga a capital ao concelho de Loures, sobre o rio Trancão, e foi construída na zona oriental da cidade para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), de «Ponte Pedonal Cardeal Dom Manuel Clemente.» Acontece que após o anúncio várias vozes se levantaram contra, existindo até várias petições tanto a favor como contra, sendo que o número de assinaturas a favor é muito superior. A verdade é que sem a iniciativa do Cardeal D. Manuel Clemente, hoje não existiria a referida ponte, sendo certo que esta é apenas um detalhe naquele que foi o contributo do Cardeal e da JMJ para os concelhos em causa e para Portugal em geral. Cientes de que esta é uma decisão da Câmara Municipal de Lisboa, o Chega considera que o Governo não se pode alhear desta questão, devendo deixar claro que apoia a iniciativa da CML. Assim, ao abrigo das disposições procedimentais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Grupo Parlamentar do Chega, recomendam ao Governo que: Apoie publicamente a decisão da CML de denominar a nova ponte ciclopedonal que liga a capital ao concelho de Loures, sobre o rio Trancão, e foi construída na zona oriental da cidade para a Jornada Mundial da Juventude, de «Ponte Pedonal Cardeal Dom Manuel Clemente», honrando assim o contributo decisivo do
Documento integral
Projeto de Resolução n.º 854/XV/1.ª Recomenda ao Governo que apoie a iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa de denominar a nova ponte ciclopedonal que liga a capital ao concelho de Loures, sobre o rio Trancão, de “Ponte Pedonal Cardeal Dom Manuel Clemente” Exposição de Motivos Na primeira semana de Agosto, Lisboa recebeu peregrinos vindos de 150 países, o que fez da cidade de Lisboa a capital do mundo. Num momento de grande tensão internacional, decorrente da invasão Russa à Ucrânia, para além das enormes desigualdades sociais, Lisboa mostrou que a paz é possível e que solidariedade entre povos e nações não é uma utopia. A Jornada Mundial da Juventude, ou a JMJ, foi um alento de esperança para os Portugueses, crentes e não crentes, para além de t er permitido a Portugal voltar a mostrar ao mundo a sua grandeza, hospitalidade e generosidade. A JMJ foi um acontecimento que marcou a cidade e todos os concelhos vizinhos. Neste sentido, as margens do rio Trancão foram limpas e devolvidas aos habitantes de Loures e Lisboa e uma ponte foi construída para unir as duas margens do campo que acolheu a vigília final. Podemos ainda afirmar que este encontro de jovens, para além da união entre aquelas duas zonas geográficas, foi uma ponte entre a Igreja Católica, os jovens portugueses e a sociedade civil. Tudo isto aconteceu porque um homem teve o engenho de sonhar, planear e apresentar a candidatura de Lisboa para acolher o encontro mundial de jovens católicos de 2022. A candidatura vencedora teve como principal responsável o Cardeal D. Manuel Clemente, actual Bispo Emérito de Lisboa. Este uniu esforços, juntou pessoas de diferentes espectros e fez acontecer o maior evento de sempre realizado em Portugal. O retorno deste evento será imensurável. Da feira das voca ções na cidade da alegria, aos festivais de música ou ao espaço das confissões, centenas ou milhares de encontros terão sido proporcionados pela realização deste evento. Quantos jovens terão decidido a sua vocação profissional nesta cidade banhada pelo Tej o? Quantas famílias nascerão da semente plantada nestes dias? Quantos jovens venceram medos, barreiras e preconceitos? Quantos jovens se deixaram inspirar pela alegria vivida? Assim, é da mais elementar justiça perpetuar na memória das futuras gerações o nome do pai da Geração que nasceu (ou renasceu) em 2023, em Lisboa, como o Papa Francisco assinalou. Dar o nome de Cardeal D. Manuel Clemente à ponte do Rio Trancão é da mais elementar justiça e um exercício de gratidão pelo trabalho realizado em prol do di strito e do país. Se as palavras do Papa Francisco animaram a classe política por afirmar que a Igreja é de todos, é tempo da sociedade portuguesa mostrar que também reconhece todos, nomeadamente um Cardeal católico. Foi assim com agrado que foi tornada pú blica a intenção da Câmara Municipal de Lisboa de “baptizar” a nova ponte ciclopedonal que liga a capital ao concelho de Loures, sobre o rio Trancão, e foi construída na zona oriental da cidade para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), de “Ponte Pedonal C ardeal Dom Manuel Clemente.” Acontece que após o anúncio várias vozes se levantaram contra, existindo até várias petições tanto a favor como contra, sendo que o número de assinaturas a favor é muito superior. A verdade é que sem a iniciativa do Cardeal D. Manuel Clemente, hoje não existiria a referida ponte, sendo certo que esta é apenas um detalhe naquele que foi o contributo do Cardeal e da JMJ para os concelhos em causa e para Portugal em geral. Cientes de que esta é uma decisão da Câmara Municipal de Lisboa, o CHEGA considera que o Governo não se pode alhear desta questão, devendo deixar claro que apoia a iniciativa da CML. Assim, ao abrigo das disposições procedimentais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Grupo Parlamentar do CHEGA, recomendam ao Governo que: Apoie publicamente a decisão da CML de denominar a nova ponte ciclopedonal que liga a capital ao concelho de Loures, sobre o rio Trancão, e foi construída na zona oriental da cidade para a Jornada Mundial da Juventude, de “Ponte Pedonal Car deal Dom Manuel Clemente”, honrando assim o contributo decisivo do Cardeal para a construção da ponte, realização da JMJ e de todas as consequências positivas que daí advieram para Portugal. Palácio de São Bento, 14 de Agosto de 2023 Os Deputados do Grupo Parlamentar do CHEGA, André Ventura - Bruno Nunes - Diogo Pacheco de Amorim - Filipe Melo - Gabriel Mithá Ribeiro - Jorge Galveias - Pedro Frazão - Pedro Pessanha - Pedro Pinto - Rita Matias - Rui Afonso - Rui Paulo Sousa