Assembleia da República – Palácio de S. Bento – 1249-068 Lisboa
Projeto de Resolução n.º 84/XV/1ª
Recomenda ao Governo a revisão do projeto de Linha Circular do
Metro de Lisboa rejeitada pelo parlamento e evolução para a Linha
em Laço.
A opção defendida pelo governo no âmbito do projecto de expansão do Metropolitano de
Lisboa, mereceu desde o início muitas e fundadas objeções, da parte não só dos
portugueses que dele regularmente se utilizam, - e que vão muito além dos habitantes de
Lisboa-, mas também de muitos técnicos e especialistas de várias áreas, a que se juntaram
igualmente uma maioria de deputados no Parlamento nacional.
Com efeito, a criação de uma Linha Circular além de subverter a funcionalidade da rede pré-
existente, com sacrifício dos seus utilizadores presentes e sem uma mais-valia para os
utilizadores futuros, assenta a pressupostos errados e está mal fundamentada tanto do
ponto vista técnico como do ponto de vista económico, representando uma pior opção face à
alternativa lógica do prolongamento da Linha Amarela para Alcântara-Mar.
Desde o primeiro momento que o PSD se afirmou contra a opção pela Linha Circular, refira-
se o Projeto de Resolução nº 2124/XIII, de 17 de abril de 2019, que foi a votação junto com
outros projetos de resolução e que registou uma votação maioritariamente favorável, e com
a abstenção da bancada do Partido Socialista.
Esta leitura dos factos foi aliás confirmada na discussão e ficou patente na Lei que aprovou
o Orçamento de Estado para o ano de 2020, que estipula no número 1, do artigo 282º que,
“o Governo promove, durante o ano de 2020, as medidas necessárias junto da empresa
Metropolitano de Lisboa, E. P. E., para suspender o processo de construção da Linha
Circular entre o Cais do Sodré e o Campo Grande, devendo ser dada prioridade à expansão
da rede de metropolitano até Loures, bem como para Alcântara e a zona ocidental de
Assembleia da República – Palácio de S. Bento – 1249-068 Lisboa
Lisboa”.
O governo decidiu não observar esta disposição, prosseguindo com o projecto da Linha
Circular, com o manifesto prejuízo para todos os passageiros, actuais e futuros deste meio
de transporte, e com os inerentes custos pessoais e financeiros para o erário público.
Como o PSD teve ocasião de afirmar, a evolução das cidades esteve frequentemente
associada a novas formas de mobilidade. O desenvolvimento da rede do Metropolitano na
cidade de Lisboa e, numa segunda fase, a sua extensão até aos municípios vizinhos, a
norte, fez com que a cidade pudesse estruturar o transporte público nos eixos centrais, a
partir da Baixa, com extensão à Amadora e a Odivelas, e na sua ligação a oriente.
Acresce que também a Câmara Municipal de Lisboa, reiterada e sustentadamente,
manifestou a sua oposição à concretização do projeto da linha circular, defendendo a
reavaliação de todo o processo relativo à construção da Linha Circular.
O Governo ao optar pela linha Circular adia, sine die, soluções que verdadeiramente podem
servir a mobilidade na região, nomeadamente a expansão à zona ocidental da cidade de
Lisboa, bem como a expansão do Metropolitano para uma zona negra do ponto de vista do
transporte ferroviário pesado que é Loures e a zona, com a possibilidade de servir todas as
populações da região Oeste que, hoje em dia, apenas têm como alternativa o transporte
individual através da rodovia, que se encontra imensamente congestionada.
Face à insistência na opção da linha circular e considerando o início da respectiva
concretização, resta a adaptação a uma solução de linha em laço de modo a mitigar os
inconvenientes referidos. A ‘Linha em Laço’ (Odivelas - Campo Grande - Rato - Cais do
Sodré - Alameda - Campo Grande - Telheiras), que não tem custos e por não cortar a
ligação directa do centro à periferia (Odivelas e posteriormente Loures), melhora as
alternativas de transporte público para os utilizadores que todos os dias entram em Lisboa
de automóvel vindos do norte de Lisboa, e dessa forma reduzirá o número de carros que
todos os dias entram em Lisboa, servindo muito melhor todos os que vivem e trabalham em
Lisboa e o propósito deste transporte de passageiros."
Face ao exposto, e nos termos das disposições legais e regimentais aplicáveis, os
Deputados do Grupo Parlamentar apresentam o presente Projeto de Resolução:
Assembleia da República – Palácio de S. Bento – 1249-068 Lisboa
A Assembleia da República resolve, nos termos do disposto do n.º 5 do artigo 166.º da
Constituição da República Portuguesa, recomendar ao Governo que,
Proceda à urgente reavaliação e revisão do projeto de expansão do Metropolitano de
Lisboa, concretamente da designada ‘Linha Circular’ já em curso, no sentido de minimizar a
má opção que constitui e os erros de conceção de que enferma, de forma a evoluir para a
opção de ‘Linha em Laço’, evitando o corte da ligação directa da linha do amarela do metro
e garantindo assim um melhor acesso dos utentes da zona norte de Lisboa e da Área
Metropolitana de Lisboa.
Assembleia da República, 1 de Junho de 2022
O(s) Deputado(s),
---
Publicação — DAR II série A — 80-80 — 01/06/2022
II SÉRIE-A — NÚMERO 34
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 84/XV/1.ª
RECOMENDA AO GOVERNO A REVISÃO DO PROJETO DE LINHA CIRCULAR DO METRO DE
LISBOA REJEITADA PELO PARLAMENTO E EVOLUÇÃO PARA A LINHA EM LAÇO
A opção defendida pelo Governo no âmbito do projeto de expansão do Metropolitano de Lisboa, mereceu
desde o início muitas e fundadas objeções, da parte não só dos portugueses que dele regularmente se utilizam,
– e que vão muito além dos habitantes de Lisboa -, mas também de muitos técnicos e especialistas de várias
áreas, a que se juntaram igualmente uma maioria de deputados no Parlamento nacional.
Com efeito, a criação de uma linha circular além de subverter a funcionalidade da rede pré-existente, com
sacrifício dos seus utilizadores presentes e sem uma mais-valia para os utilizadores futuros, assenta a
pressupostos errados e está mal fundamentada tanto do ponto vista técnico como do ponto de vista económico,
representando uma pior opção face à alternativa lógica do prolongamento da linha amarela para Alcântara-Mar.
Desde o primeiro momento que o PSD se afirmou contra a opção pela linha circular, refira-se o Projeto de
Resolução n.º 2124/XIII/4.ª, de 17 de abril de 2019, que foi a votação junto com outros projetos de resolução e
que registou uma votação maioritariamente favorável, e com a abstenção da bancada do Partido Socialista.
Esta leitura dos factos foi aliás confirmada na discussão e ficou patente na lei que aprovou o Orçamento do
Estado para o ano de 2020, que estipula no n.º 1, do artigo 282.º que, «o Governo promove, durante o ano de
2020, as medidas necessárias junto da empresa Metropolitano de Lisboa, EPE, para suspender o processo de
construção da linha circular entre o Cais do Sodré e o Campo Grande, devendo ser dada prioridade à expansão
da rede de metropolitano até Loures, bem como para Alcântara e a zona ocidental de Lisboa».
O Governo decidiu não observar esta disposição, prosseguindo com o projeto da linha circular, com o
manifesto prejuízo para todos os passageiros, atuais e futuros deste meio de transporte, e com os inerentes
custos pessoais e financeiros para o erário público.
Como o PSD teve ocasião de afirmar, a evolução das cidades esteve frequentemente associada a novas
formas de mobilidade. O desenvolvimento da rede do metropolitano na cidade de Lisboa e, numa segunda fase,
a sua extensão até aos municípios vizinhos, a norte, fez com que a cidade pudesse estruturar o transporte
público nos eixos centrais, a partir da Baixa, com extensão à Amadora e a Odivelas, e na sua ligação a oriente.
O Governo ao optar pela linha circular adia, sine die, soluções que verdadeiramente podem servir a
mobilidade na região, nomeadamente a expansão à zona ocidental da cidade de Lisboa, bem como a expansão
do metropolitano para uma zona negra do ponto de vista do transporte ferroviário pesado que é Loures, com a
possibilidade de servir todas as populações da região Oeste que, hoje em dia, apenas têm como alternativa o
transporte individual através da rodovia, que se encontra imensamente congestionada.
Face ao exposto, e nos termos das disposições legais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Grupo
Parlamentar apresentam o presente projeto de resolução:
A Assembleia da República resolve, nos termos do disposto do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da
República Portuguesa, recomendar ao Governo que:
Proceda à urgente reavaliação e revisão do projeto de expansão do Metropolitano de Lisboa, concretamente
da designada «linha circular» já em curso, no sentido de minimizar a má opção que constitui e os erros de
conceção de que enferma, contrariando aliás decisão e resolução aprovada por larga maioria no Parlamento de
2019, de forma a evoluir para a opção de «linha em laço» que aporta uma melhor relação de custo-benefício, e
que assim melhor servirá as populações e o propósito deste transporte de passageiros.
Assembleia da República, 1 de Junho de 2022.
O(s) Deputado(s) do PSD: Paulo Rios de Oliveira — António Topa Gomes — Márcia Passos — António Prôa.
———
---
Publicação — DAR II série A — 58-59 — 14/06/2022
II SÉRIE-A — NÚMERO 41
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 84/XV/1.ª (2)
(RECOMENDA AO GOVERNO A REVISÃO DO PROJETO DE LINHA CIRCULAR DO METRO DE
LISBOA REJEITADA PELO PARLAMENTO E EVOLUÇÃO PARA A LINHA EM LAÇO)
A opção defendida pelo Governo no âmbito do projeto de expansão do Metropolitano de Lisboa, mereceu
desde o início muitas e fundadas objeções, da parte não só dos portugueses que dele regularmente se
utilizam, – e que vão muito além dos habitantes de Lisboa –, mas também de muitos técnicos e especialistas
de várias áreas, a que se juntaram igualmente uma maioria de Deputados no Parlamento nacional.
Com efeito, a criação de uma linha circular além de subverter a funcionalidade da rede pré-existente, com
sacrifício dos seus utilizadores presentes e sem uma mais-valia para os utilizadores futuros, assenta a
pressupostos errados e está mal fundamentada tanto do ponto vista técnico como do ponto de vista
económico, representando uma pior opção face à alternativa lógica do prolongamento da Linha Amarela para
Alcântara-Mar.
Desde o primeiro momento que o PSD se afirmou contra a opção pela linha circular, refira-se o Projeto de
Resolução n.º 2124/XIII, de 17 de abril de 2019, que foi a votação junto com outros projetos de resolução e
que registou uma votação maioritariamente favorável, e com a abstenção da bancada do Partido Socialista.
Esta leitura dos factos foi aliás confirmada na discussão e ficou patente na lei que aprovou o Orçamento do
Estado para o ano de 2020, que estipula no n.º 1, do artigo 282.º que, «o Governo promove, durante o ano de
2020, as medidas necessárias junto da empresa Metropolitano de Lisboa, EPE, para suspender o processo de
construção da Linha Circular entre o Cais do Sodré e o Campo Grande, devendo ser dada prioridade à
expansão da rede de metropolitano até Loures, bem como para Alcântara e a zona ocidental de Lisboa».
O Governo decidiu não observar esta disposição, prosseguindo com o projeto da linha circular, com o
manifesto prejuízo para todos os passageiros, atuais e futuros deste meio de transporte, e com os inerentes
custos pessoais e financeiros para o erário público.
Como o PSD teve ocasião de afirmar, a evolução das cidades esteve frequentemente associada a novas
formas de mobilidade. O desenvolvimento da rede do Metropolitano na cidade de Lisboa e, numa segunda
fase, a sua extensão até aos municípios vizinhos, a norte, fez com que a cidade pudesse estruturar o
transporte público nos eixos centrais, a partir da Baixa, com extensão à Amadora e a Odivelas, e na sua
ligação a oriente.
Acresce que também a Câmara Municipal de Lisboa, reiterada e sustentadamente, manifestou a sua
oposição à concretização do projeto da linha circular, defendendo a reavaliação de todo o processo relativo à
construção da linha circular.
O Governo ao optar pela linha circular adia, sine die, soluções que verdadeiramente podem servir a
mobilidade na região, nomeadamente a expansão à zona ocidental da cidade de Lisboa, bem como a
expansão do Metropolitano para uma zona negra do ponto de vista do transporte ferroviário pesado que é
Loures e a zona, com a possibilidade de servir todas as populações da região Oeste que, hoje em dia, apenas
têm como alternativa o transporte individual através da rodovia, que se encontra imensamente congestionada.
Face à insistência na opção da linha circular e considerando o início da respetiva concretização, resta a
adaptação a uma solução de linha em laço de modo a mitigar os inconvenientes referidos. A «Linha em Laço»
(Odivelas – Campo Grande – Rato – Cais do Sodré – Alameda – Campo Grande – Telheiras), que não tem
custos e por não cortar a ligação direta do centro à periferia (Odivelas e posteriormente Loures), melhora as
alternativas de transporte público para os utilizadores que todos os dias entram em Lisboa de automóvel
vindos do norte de Lisboa, e dessa forma reduzirá o número de carros que todos os dias entram em Lisboa,
servindo muito melhor todos os que vivem e trabalham em Lisboa e o propósito deste transporte de
passageiros.»
Face ao exposto, e nos termos das disposições legais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Grupo
Parlamentar apresentam o presente projeto de resolução:
A Assembleia da República resolve, nos termos do disposto do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da
República Portuguesa, recomendar ao Governo que,
---
Apreciação — DAR I série — 64-74 — 17/06/2022
I SÉRIE — NÚMERO 24
Ninguém é contra — creio que os peticionários e as peticionárias também não são — que haja mais
concursos para horários completos, mas, nesse caso, que se faça justiça a quem teve horários incompletos
durante estes anos todos, para que se possam candidatar a estes horários completos.
O Livre não só acompanha as preocupações dos peticionários, como acompanhará uma proposta do PCP
nesse sentido, votando-a favoravelmente.
Na semana passada fomos, também, mais longe, com outros Deputados e Deputadas desta Casa, no sentido
de se abrirem mais concursos definitivos, permitindo que quem esteja há três anos como docente possa ter
lugares definitivos.
Entretanto, reassumiu a presidência o Presidente, Augusto Santos Silva.
O Sr. Presidente: — Sr. Deputado, tem de concluir.
O Sr. Rui Tavares (L): — Concluo, Sr. Presidente. Se não o fizermos e se a sociedade não vir que o estamos a fazer, então, fica muito mais difícil a tarefa de
lutar contra o envelhecimento e a precarização do corpo docente.
Obrigado pela vossa petição.
O Sr. Presidente: — Para uma intervenção, tem a palavra a Sr.ª Deputada Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda.
A Sr.ª Joana Mortágua (BE): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Quero deixar claro que o que está em causa é que o Governo sabe que, com esta alteração ao concurso, vai obrigar à deslocação de milhares de
docentes que têm a sua vida na escola estabilizada. E fá-lo como mais um plano de contingência para resolver
a falta de professores, que é estrutural.
O problema é que quem vai pagar esse plano de contingência são os professores, que não vão ter apoios
para a deslocação, para mudar de vida e para mudar de casa. É isso que é preciso corrigir.
Quanto ao PSD, bonitas palavras, mas acho que todos os professores e professoras ainda se lembram de
quando o PSD não permitiu — chumbou! — a recuperação do tempo de serviço, que era uma das questões que
permitiria a valorização do tempo e da carreira docente.
Aplausos do BE.
Protestos das Deputadas do PSD Carla Madureira e Maria Emília Apolinário.
O Sr. Presidente: — Concluímos, assim, o ponto 2 da nossa ordem de trabalhos e passamos ao ponto 3, que consta da apreciação da Petição n.º 612/XIII/4.ª (Margarida Quintela e outros) — Contra o fim da atual Linha
Amarela do metro de Lisboa, juntamente com os Projetos de Resolução n.os 69/XV/1.ª (BE) — Suspensão
imediata das obras da linha circular do metro de Lisboa, 52/XV/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo que cumpra
o disposto no artigo 282.º da Lei do Orçamento do Estado de 2020 e suspenda o processo de construção da
linha circular do metro de Lisboa e 84/XV/1.ª (PSD) — Recomenda ao Governo a revisão do projeto de linha
circular do metro de Lisboa rejeitada pelo Parlamento e evolução para a linha em laço.
Para apresentar o Projeto de Resolução n.º 69/XV/1.ª (BE), tem a palavra a Sr.ª Deputada Mariana Mortágua.
A Sr.ª Mariana Mortágua (BE): — Sr. Presidente, Srs. Deputados, Srs. Peticionários: A Petição n.º 612/XIII/4.ª, que discutimos, foi entregue ao Parlamento no dia 20 de março de 2019. A discussão ocorre
hoje, no dia 14 de junho de 2022, e eu quero pedir desculpas aos peticionários por este atraso e agradecer a
vossa persistência. Mas, com a mesma justiça, quero dizer-vos, bem como a todas as pessoas que se opõem
a esta linha circular do metro em Lisboa, que o Parlamento não deixou de fazer o que devia.
Ainda em 2019, na sequência de projetos de resolução de vários partidos, entre os quais se inclui o Bloco de
Esquerda, a Assembleia da República aprovou uma resolução a recomendar a suspensão das obras da linha
circular do metro de Lisboa.
---
Votação na generalidade — DAR I série — 68-68 — 18/06/2022
I SÉRIE — NÚMERO 25
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do CH, do IL, do PCP, do BE e do
PAN e abstenções do PSD e do L.
Segue-se a votação do Projeto de Resolução n.º 52/XV/1.ª (PAN) — Recomenda ao Governo que cumpra o
disposto no artigo 282.º da Lei do Orçamento do Estado de 2020 e suspenda o processo de construção da linha
circular do metro de Lisboa.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do CH, do IL, do PCP, do BE e do
PAN e abstenções do PSD e do L.
Segue-se a votação do Projeto de Resolução n.º 84/XV/1.ª (PSD) — Recomenda ao Governo a revisão do
projeto de linha circular do metro de Lisboa rejeitada pelo Parlamento e a evolução para a linha em laço.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, votos a favor do PSD, do CH, do IL, do PCP, do
BE e do PAN e a abstenção do L.
O Sr. António Prôa (PSD): — Sr. Presidente, peço a palavra.
O Sr. Presidente: — Sr. Deputado, pede para a palavra para que efeito?
O Sr. António Prôa (PSD): — Sr. Presidente, é para anunciar que os Deputados do PSD eleitos por Lisboa e outros Deputados do mesmo grupo parlamentar irão apresentar, sobre estas três votações, uma declaração
de voto.
O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado. Vamos votar agora o Projeto de Resolução n.º 55/XV/1.ª (PS) — Recomenda ao Governo que proceda à
reativação da Comissão de Acompanhamento da Descentralização.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do PSD, do CH, do IL, do PAN e do L e
abstenções do PCP e do BE.
Segue-se a votação, na generalidade, do Projeto de Lei n.º 4/XV/1.ª (BE) — Elimina os vistos gold (oitava
alteração ao regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território
nacional).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CH e do IL e votos a favor do PCP,
do BE, do PAN e do L.
Segue-se a votação, na generalidade, do Projeto de Lei n.º 109/XV/1.ª (PCP) — Revoga o regime de
atribuição de vistos gold — autorização de residência para atividade de investimento (nona alteração à Lei
n.º 23/2007, de 4 de julho, que define as condições de entrada, permanência, saída e afastamento do território
nacional).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CH e do IL e votos a favor do PCP,
do BE, do PAN e do L.
Segue-se a votação, na generalidade, do Projeto de Lei n.º 113/XV/1.ª (PAN) — Revoga o programa de
autorizações de residência para atividade de investimento, alterando a Lei n.º 23/2007, de 4 de julho.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CH e do IL e votos a favor do PCP,
do BE, do PAN e do L.
Abrir texto oficial