PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Grupo Parlamentar
Projeto de Resolução n.º 1445/XIV/2ª
AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL
Exposição de motivos
A evolução da distribuição da riqueza no nosso país é reveladora de uma profunda injustiça
social. Atualmente cerca de 56% da riqueza total está nas mãos de 1% da população
portuguesa, sendo que a fortuna que é acumulada pelos 50 mais ricos em Portugal equivale
a 12% do PIB.
Recorde-se que em 1975, em consequência da Revolução de Abril e da consequente valorização
dos salários, 59% da riqueza nacional correspondia a salários e 24,3% eram distribuídos como
rendimentos de capital. No final do ano de 2020, os salários apenas representavam 35% da
riqueza nacional e os rendimentos de capital acumulavam 41% da riqueza nacional.
De acordo com o último Inquérito à Situação Financeira das Famílias (2017) em Portugal cerca
de 70% da riqueza total é detida pelas famílias pertencentes ao grupo das 20% com maior
riqueza, enquanto as famílias do grupo dos 20% com menor riqueza dispõem tão só de 0,1%.
De acordo com o último Inquérito Anual às Condições de Vida, realizado pelo Instituto Nacional
de Estatística, em 2019, cerca de 10% da população empregada era pobre e 40,7% dos
desempregados eram pobres, apontando esse mesmo documento para que cerca de dois
milhões de pessoas se encontrassem em risco de pobreza (19,8%), ou seja, o seu rendimento
mensal não é suficiente para as despesas básicas familiares, sendo inegável que os baixos
salários e em particular o valor do Salário Mínimo Nacional (SMN) constitui uma das principais
causas de pobreza.
A taxa de risco de pobreza em 2019 correspondia à proporção de habitantes com rendimentos
monetários líquidos anuais por adulto equivalente inferiores a 6.480 euros (540 euros por mês),
sendo que, nesse ano, o Salário Mínimo Nacional era de 600 euros.
Estes dados demonstram a injustiça na distribuição da riqueza e o processo de concentração da
riqueza promovida por sucessivos Governos, e tornam evidente as consequências desastrosas
de décadas da política de direita, em particular no emprego, na produção nacional, nos serviços
públicos e nas funções sociais do Estado, na dependência externa e nas limitações à soberania
nacional.
Para inverter este processo de injustiça, pobreza e agravamento da exploração é determinante
valorizar o SMN. Ao longo dos anos, o SMN tem sido profundamente desvalorizado por
sucessivos governos, com atualizações abaixo do aumento dos rendimentos médios e do índice
de preços ao consumidor. Bastaria que tivesse acompanhado a evolução deste último critério
para que tivesse atingido em 2005 os 500 euros. Aliás, se o SMN tivesse sido atualizado todos os
anos, considerando a inflação e o aumento da produtividade, o seu valor seria hoje muito
superior.
Só em janeiro de 2019 o SMN foi fixado em 600 euros, aumento esse que é inseparável da luta
dos trabalhadores que o PCP valoriza, mas que continua a ser insuficiente para a reposição do
poder de compra e para enfrentar o custo de vida.
Em Portugal, o SMN é a remuneração de referência para centenas de milhares de
trabalhadores. Segundo os dados do Boletim Estatístico de Agosto de 2021 1, no segundo
trimestre, a população com emprego correspondia a 4.810.500 trabalhadores, sendo que,
consultando este mesmo documento, os seus dados indicam que, em Abril de 2019, 25,6%
auferia o salário mínimo nacional, o que correspondia a mais de 1 milhão e 200 mil
trabalhadores.
Uma realidade certamente agravada pela situação sanitária, considerando o aumento do
desemprego, da precariedade e dos baixos salários a que se assistiu neste período.
Esta realidade prova que os baixos salários continuam a ser uma opção política e uma realidade
predominante no país, configurando uma das causas das enormes e gritantes desigualdades
sociais.
1 Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento – Ministério do Trabalho Solidariedade e Segurança
Social, agosto de 2021, páginas 7 e 14
Impõe-se para tanto a necessidade de avançar, particularmente naquela que é a necessidade do
aumento geral dos salários, incluindo do Salário Mínimo Nacional para 850 euros.
É uma emergência nacional o aumento geral dos salários e, em particular o Salário Mínimo
Nacional, para fazer crescer a economia e o emprego, para aumentar as contribuições para a
Segurança Social, para assegurar o regresso de tantos jovens forçados a emigrar pelo
agravamento das condições de vida e pela política de direita do Governo PSD-CDS.
É uma emergência nacional o aumento geral dos salários e, particularmente o Salário Mínimo
Nacional, para assegurar o direito aos jovens a ter filhos, a constituir família, para assegurar
mais justiça na distribuição dos rendimentos.
Os argumentos invocados para não aumentar o salário mínimo nacional, prendem-se com a
falsa ideia do peso das remunerações na estrutura de custos das empresas e no seu suposto
efeito negativo para a competitividade. Na verdade, as remunerações têm um peso de apenas
18% na estrutura de custos das empresas, muito inferior a um conjunto de outros custos,
designadamente com a energia, combustíveis, crédito ou seguros. Convém, aliás, referir que
este conjunto de custos estão sujeitos à estratégia de lucro máximo de um conjunto de
empresas e sectores que, depois de privatizadas passaram a penalizar fortemente a economia
nacional.
A criação e consagração do direito a um salário mínimo nacional foi uma das importantes
conquistas da Revolução de Abril e do regime democrático. À data, representou uma melhoria
muito expressiva nas condições vida dos trabalhadores, no entanto, não acompanhou o
aumento do custo de vida e tem sido ao longo das décadas profundamente desvalorizado com
atualizações abaixo do aumento dos rendimentos médios e do índice de preços ao consumidor,
e até congelado o seu valor entre 2011 e 2014.
Para o PCP o aumento do salário mínimo nacional é imperioso, por razões de justiça social e de
uma mais justa distribuição da riqueza, mas também por razões de carácter económico, uma
vez que assume especial importância no aumento do poder de compra, na dinamização da
economia e do mercado interno.
Por isso, designadamente para a reposição do poder de compra perdido pelos trabalhadores e
fazer face ao custo de vida, o PCP defende o aumento do salário mínimo nacional para 850
euros, valor a partir do qual se farão aumentos anuais regulares.
Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do n.º 1 do artigo
4.º do Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a Assembleia da
República adote a seguinte
Resolução
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição
recomendar ao Governo que aumente o salário mínimo nacional para os 850 euros.
Assembleia da República, 14 de setembro de 2021
Os Deputados,
JERÓNIMO DE SOUSA; DIANA FERREIRA; ANTÓNIO FILIPE; JOÃO OLIVEIRA; PAULA SANTOS;
DUARTE ALVES; ANA MESQUITA; JOÃO DIAS; ALMA RIVERA: BRUNO DIAS
---
Publicação — DAR II série A — 14-15 — 14/09/2021
II SÉRIE-A — NÚMERO 193
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1445/XIV/2.ª
AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL
Exposição de motivos
A evolução da distribuição da riqueza no nosso País é reveladora de uma profunda injustiça social.
Atualmente cerca de 56% da riqueza total está nas mãos de 1% da população portuguesa, sendo que a fortuna
que é acumulada pelos 50 mais ricos em Portugal equivale a 12% do PIB.
Recorde-se que em 1975, em consequência da Revolução de Abril e da consequente valorização dos
salários, 59% da riqueza nacional correspondia a salários e 24,3% eram distribuídos como rendimentos de
capital. No final do ano de 2020, os salários apenas representavam 35% da riqueza nacional e os rendimentos
de capital acumulavam 41% da riqueza nacional.
De acordo com o último Inquérito à Situação Financeira das Famílias (2017) em Portugal cerca de 70% da
riqueza total é detida pelas famílias pertencentes ao grupo das 20% com maior riqueza, enquanto as famílias do
grupo dos 20% com menor riqueza dispõem tão só de 0,1%.
De acordo com o último Inquérito Anual às Condições de Vida, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística,
em 2019, cerca de 10% da população empregada era pobre e 40,7% dos desempregados eram pobres,
apontando esse mesmo documento para que cerca de dois milhões de pessoas se encontrassem em risco de
pobreza (19,8%), ou seja, o seu rendimento mensal não é suficiente para as despesas básicas familiares, sendo
inegável que os baixos salários e em particular o valor do salário mínimo nacional (SMN) constitui uma das
principais causas de pobreza.
A taxa de risco de pobreza em 2019 correspondia à proporção de habitantes com rendimentos monetários
líquidos anuais por adulto equivalente inferiores a 6480 euros (540 euros por mês), sendo que, nesse ano, o
salário mínimo nacional era de 600 euros.
Estes dados demonstram a injustiça na distribuição da riqueza e o processo de concentração da riqueza
promovida por sucessivos Governos, e tornam evidente as consequências desastrosas de décadas da política
de direita, em particular no emprego, na produção nacional, nos serviços públicos e nas funções sociais do
Estado, na dependência externa e nas limitações à soberania nacional.
Para inverter este processo de injustiça, pobreza e agravamento da exploração é determinante valorizar o
SMN. Ao longo dos anos, o SMN tem sido profundamente desvalorizado por sucessivos Governos, com
atualizações abaixo do aumento dos rendimentos médios e do índice de preços ao consumidor. Bastaria que
tivesse acompanhado a evolução deste último critério para que tivesse atingido em 2005 os 500 euros. Aliás, se
o SMN tivesse sido atualizado todos os anos, considerando a inflação e o aumento da produtividade, o seu valor
seria hoje muito superior.
Só em janeiro de 2019 o SMN foi fixado em 600 euros, aumento esse que é inseparável da luta dos
trabalhadores que o PCP valoriza, mas que continua a ser insuficiente para a reposição do poder de compra e
para enfrentar o custo de vida.
Em Portugal, o SMN é a remuneração de referência para centenas de milhares de trabalhadores. Segundo
os dados do Boletim Estatístico de agosto de 20211, no segundo trimestre, a população com emprego
correspondia a 4 810 500 trabalhadores, sendo que, consultando este mesmo documento, os seus dados
indicam que, em abril de 2019, 25,6% auferia o salário mínimo nacional, o que correspondia a mais de 1 milhão
e 200 mil trabalhadores.
Uma realidade certamente agravada pela situação sanitária, considerando o aumento do desemprego, da
precariedade e dos baixos salários a que se assistiu neste período.
Esta realidade prova que os baixos salários continuam a ser uma opção política e uma realidade
predominante no país, configurando uma das causas das enormes e gritantes desigualdades sociais.
Impõe-se para tanto a necessidade de avançar, particularmente naquela que é a necessidade do aumento
geral dos salários, incluindo do salário mínimo nacional para 850 euros.
É uma emergência nacional o aumento geral dos salários e, em particular o salário mínimo nacional, para
1 Boletim Estatístico do Gabinete de Estratégia e Planeamento – Ministério do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, agosto de 2021, páginas 7 e 14.
---
Apreciação — DAR I série — 28-38 — 01/10/2021
I SÉRIE — NÚMERO 5
relativamente aos dados que haviam sido lançados, por parte da própria Santa Casa da Misericórdia de Lisboa,
no que toca ao jogo que promove, nomeadamente à lotaria instantânea.
Portanto, foi dessa reflexão que partimos, sem prejuízo de considerarmos que, de facto, o Parlamento tem
de fazer um trabalho aprofundado de debate e audição relativamente à informação que existe.
Nós referimos aqui que o projeto de lei incide sobre o Código da Publicidade e, como disse na minha
intervenção, temos um projeto de resolução que incide também sobre outras matérias, porque, obviamente, não
podemos olhar apenas para a publicidade, temos de olhar para a forma como, do ponto de vista visual, o jogo é
apresentado, ou seja, se ele é mais ou menos apelativo, como é que podemos ter mecanismos de autoexclusão,
por exemplo, que já existem para outro tipo de jogo e podem ser aplicados a raspadinhas ou a outros jogos
sociais.
Em todo o caso, achamos que, de facto, a publicidade acaba por ser central, do ponto de vista do
desincentivo, e isto tem sido provado ao longo dos anos com outro tipo de produtos e substâncias que causam
dependência. É inegável que a questão da publicidade tem sido um ponto central, quando falamos de combater
dependências.
Por fim, sobre as raspadinhas, especificamente, e a questão levantada pelo Sr. Deputado Filipe Pacheco, do
PS, acerca da fonte de financiamento de várias medidas sociais, creio que esse é um debate que, de facto,
devemos ter, ou seja, temos de perceber se faz sentido que a maioria das verbas que a Santa Casa da
Misericórdia tem, neste momento, para a ação social seja obtida à custa de uma lotaria instantânea, que,
claramente, pelos dados da própria Santa Casa, é utilizada e comprada pelas classes sociais mais baixas. Isto
deve, efetivamente, levar-nos a uma reflexão sobre este modelo de financiamento e sobre se faz sentido
medidas sociais serem apoiadas por jogo, que, independentemente de poder ser mais ou menos aditivo, pode
sempre causar adição e pode sempre trazer problemas do ponto de vista social e económico.
Para terminar, Sr. Presidente, o objetivo deste nosso debate é o de que o Parlamento possa continuar a
aprofundar esta matéria e, portanto, o Bloco de Esquerda está totalmente disponível para todas as propostas e
para todos os acrescentos, audições e debates que o Parlamento possa vir a desenvolver no futuro, porque é
esse o nosso objetivo, não apenas o de que se faça uma alteração ad hoc, como aqui foi dito, mas, sim, o de
que o Parlamento se debruce sobre esta matéria, e se tiver de ser por mais algum tempo que seja por mais
algum tempo.
Aplausos do BE.
O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, chegámos ao fim deste debate, pelo que vamos entrar no quarto e
último ponto da nossa agenda, o da apreciação do Projeto de Resolução n.º 1445/XIV/2.ª (PCP) — Aumento do
salário mínimo nacional.
Para uma intervenção, tem a palavra a Sr.ª Deputada Diana Ferreira.
A Sr.ª Diana Ferreira (PCP): — Sr. Presidente, Srs. Deputados: A resposta aos problemas nacionais exige
a valorização do trabalho e dos trabalhadores, a valorização geral dos salários — incluindo o aumento do salário
mínimo nacional para 850 € —, a valorização das carreiras, a revogação das normas gravosas da legislação
laboral, o aumento das reformas e a valorização de outras prestações sociais, o combate à precariedade e a
criação de emprego com direitos. Uma resposta global que nenhum orçamento pode ignorar, no seu conteúdo
nem no caminho que aponta, mas que vai além do Orçamento do Estado no conjunto das medidas e opções
que precisam de ser concretizadas.
A proposta de aumento do salário mínimo nacional para 850 €, que o PCP traz hoje à discussão, é uma das
componentes dessa resposta global aos problemas nacionais e confronta o Governo e o PS com a necessidade
de clarificarem se o caminho que querem fazer é o de dar resposta aos problemas dos trabalhadores, do povo
e do País, concretizando uma política alternativa, ou se, pelo contrário, insistem em recusar e adiar as soluções
que se impõem, preferindo assistir ao avolumar dos problemas nacionais.
A proposta que o PCP apresenta, de aumento do salário mínimo nacional para 850 €, é de uma tremenda
importância na vida de mais de 1 milhão e 200 mil trabalhadores (que auferem o salário mínimo), mas é também
de grande importância para outras centenas de milhares de trabalhadores que, ganhando mais do que o salário
mínimo, devem ver os seus salários aumentar, impulsionados pelo aumento do salário mínimo nacional.
---
Votação Deliberação — DAR I série — 49-49 — 02/10/2021
2 DE OUTUBRO DE 2021
Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, sem votação, por 60 dias, dos Projetos de Lei n.os
919/XIV/2.ª (BE) — Estabelece limites à publicidade dos jogos e apostas (décima sexta alteração ao Código
da Publicidade, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 330/90, de 23 de outubro), 343/XIV/1.ª (PCP) — Estabelece
restrições à publicidade nos jogos e apostas (décima quinta alteração ao Código da Publicidade, aprovado
pelo Decreto-Lei nº 330/90, de 23 de outubro), 951/XIV/3.ª (Deputada não inscrita Cristina Rodrigues) — Altera
o Código da Publicidade por forma a tornar obrigatória a advertência do potencial de criar dependência nos
jogos sociais tais como euromilhões, raspadinhas, totobola/totoloto e lotarias e 952/XIV/3.ª (PAN) — Limita a
publicidade a jogos e apostas e aprova medidas de defesa do consumidor e de promoção da literacia sobre os
riscos associados ao jogo, procedendo à 15.ª alteração ao Código da Publicidade, aprovado pelo Decreto-Lei
n.º 330/90, de 23 de outubro.
Submetidos à votação, foram aprovados por unanimidade.
Segue-se a votação do Projeto de Resolução n.º 1445/XIV/2.ª (PCP) — Aumento do salário mínimo
nacional.
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do PSD, do CDS-PP, do CH e do IL e votos a
favor do BE, do PCP, do PAN, do PEV e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar
Moreira.
Vamos proceder à votação, na generalidade, do Projeto de Lei n.º 618/XIV/2.ª (CDS-PP) — Conta-corrente
entre os contribuintes e o Estado.
Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PSD, do BE, do PCP, do CDS-PP, do PEV, do
CH, do IL e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira, votos contra do PS e a
abstenção do PAN.
A Sr.ª Bebiana Cunha (PAN): — Sr. Presidente, dá-me licença que use da palavra?
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Para que efeito?
A Sr.ª Bebiana Cunha (PAN): — Sr. Presidente, é para anunciar que o PAN apresentará uma declaração de voto relativamente a esta última votação.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Fica registado, Sr.ª Deputada. De seguida, vamos votar, na generalidade, o Projeto de Lei n.o 865/XIV/2.ª (PAN) — Pela proteção do
tubarão-mako/anequim (isurus oxyrinchus e isurus paucus).
Submetido à votação, foi rejeitado, com votos contra do PS, do BE e do PCP, votos a favor do PAN, do
PEV e das Deputadas não inscritas Cristina Rodrigues e Joacine Katar Moreira e abstenções do PSD, do
CDS-PP, do CH e do IL.
O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Peço a palavra, Sr. Presidente.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — O Sr. Deputado pediu a palavra para que efeito?
O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Sr. Presidente, é para indicar que entregaremos uma declaração de voto por escrito sobre esta votação.
O Sr. Presidente (José Manuel Pureza): — Fica registado, Sr. Deputado. Passamos à votação, na generalidade, do Projeto de Lei n.º 864/XIV/2.ª (PAN) — Monitorização eletrónica
remota (MER) dos barcos de pesca.
Abrir texto oficial